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Pros donos de DSG7, como eu, sugiro comparar com a Variant, que aparece como carro "grande" na tabela.

Abraço!

Enviado de meu XT1097 usando Tapatalk

  • 2 weeks later...
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O meu MSI roda mais ou menos 1/3 na cidade e 2/3 na estrada... A média tá dando 12 km/L no computador de bordo. Na cidade dá uns 9 e poucos e na estrada uns 14. Estou satisfeito considerando que no mesmo percurso meu golzinho 1.0 fazia 10,5 a 11 km/l no maximo.

  • 2 weeks later...
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Minha Variant AT com ar 100% do tempo ligado e 100% cidade fez no último tanque 10,4km/l (c/ 3000km rodados no total). Achei ótimo porque foi a primeira vez que a CB e medindo na bomba deu o mesmo consumo. 

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Em domingo, 22 de maio de 2016 at 8:21 AM, Tbolzani disse:

Minha Variant AT com ar 100% do tempo ligado e 100% cidade fez no último tanque 10,4km/l (c/ 3000km rodados no total). Achei ótimo porque foi a primeira vez que a CB e medindo na bomba deu o mesmo consumo.

Provavelmente foi a primeira vez que vc abasteceu em uma bomba que não "rouba" na medição.

Abasteça sempre nela a partir de agora.

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Meu Golf é 14/15 mexicano e o CB sempre rouba nas medições, já testei em vários postos diferentes, várias bombas, e nada, sempre rouba igual... O que eu percebo é que quando o consumo desde o abast fica em torno de 16-18 km/l o o CB rouba 1,5km/o a mais do que o real, quando o consumo fica de 20 a 23km/l o CB rouba 2km/l a mais e quando o consumo fica entre  10-12 ele rouba uns 0,5 a 1km/l.

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O meu mexicano 14/15 manual deu uma diferença muito grande.... no CB marco 13,1 e na bomba 11,6 no outro golf que eu tinha 2009 também não batia... tanto na cidade quanto qdo ia viajar... eu só confio em média na bomba.... mando encher o tanque e quando bater mando para de colocar gasolina.. dai zero e ando.... quando vou no posto novamente dai mando encher até bater novamente... ai é só dividir a km pela quantidade de litro que foi até bater... dai certinho.... logicamente que a bomba deve estar em solo nivelado né.... mas os postos que fui até hoje as bombas estão niveladas, ou pelo menos quase.... mas eu só confio assim pra saber a médica... BC pra mim até hoje não funcionou. Porém tem uma, la onde marca desde o abastecimento dai fechos 11,6 mas aquele a longo prazo furo feio.... 

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Pessoal;

O CB que tem as informações da injeção de combustível do motor é muito mais confiável do que os "bandidos" dos postos de combustíveis.

 

http://www.flatout.com.br/fraude-nas-bombas-de-combustiveis-aumenta-em-todo-o-brasil-saiba-como-os-postos-agem/

Fraude nas bombas de combustíveis aumenta em todo o Brasil – saiba como os postos agem

Leonardo Contesini2 agosto, 2015327 Comentários

Fraude nas bombas de combustíveis aumenta em todo o Brasil – saiba como os postos agem

Foto: Ana Volpe/Senado Federal

Você já abasteceu seu carro com o valor habitual e teve a sensação de que o ponteiro subiu menos do que deveria? Às vezes, pode não ser apenas uma impressão: você pode ter sido vítima do golpe da “bomba baixa”, uma das fraudes mais recorrentes nos postos de combustível de todo o Brasil. E também a que mais cresceu nos últimos 12 meses.

Isso por que a fraude da “bomba baixa” é uma das mais difíceis de se flagrar. Nesse golpe, a bomba de combustível do posto exibe o valor e o volume corretos em seus displays, mas o volume de combustível que jorra da mangueira para o tanque do seu carro é bem menor — o que torna o litro do combustível ainda mais caro. Exemplificando: você pede R$ 50 de gasolina, mas a bomba só coloca o equivalente a R$ 45 no tanque.

Até pouco tempo atrás era fácil flagrar o golpe: bastava pedir uma aferição aos funcionários do posto, que são obrigados por lei a fazer a prova para os consumidores. Há um recipiente aferido e com escala volumétrica estampada, e o volume que jorra da bomba deve bater com o volume marcado pela escala. Mas com o avanço tecnológico — e “malandrológico” — o golpe ficou mais sofisticado: hoje em dia é possível alterar o circuito eletrônico da bomba para que a operação seja mascarada ao toque de um botão de controle remoto.

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Funciona assim: você chega no posto e um funcionário aciona o circuito por controle remoto — geralmente alguém do alto escalão, como o gerente ou o próprio dono. Quando um cliente desconfiado ou o próprio fiscal da ANP ou outros órgãos de controle pedem a aferição, o circuito pirata é desativado pelo controle remoto, e a bomba passa a operar do jeito correto. O enchimento do recipiente mostra o volume esperado.

O negócio soa como teoria da conspiração, mas a Agência Nacional do Petróleo divulgou neste começo de mês que nada menos que 165 postos de todo o Brasil foram interditados nos últimos 12 meses devido unicamente a esta fraude. Em São Paulo, segundo informações da Folha de S. Paulo, as inspeções do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) flagraram 4.458 bombas com esse tipo de alteração — número que corresponde a 7% das bombas inspecionadas somente de janeiro a julho deste ano.

Em 2012, o programa Fantástico, da Rede Globo, já havia revelado esse tipo de fraude em uma reportagem especial de quase 20 minutos. Eles descobriram até mesmo o valor do sistema: R$ 5.000 por “bico” (como é chamada cada saída individual da bomba). Um valor irrisório perto do potencial de lucro ilegal.

Novamente segundo a Folha de S. Paulo, com 200.000 litros por mês e uma média de 4,5% no volume fraudado, é possível lucrar R$ 28.000. Os postos com maior volume de vendas, logicamente, ganham mais. Como a multa é uma fração do valor que se pode lucrar, é fácil entender o crescimento de 23% desse golpe nos últimos 12 meses.

 

Além disso, a ficslaização da ANP que nunca foi grande coisa está totalmente sucateada com os cortes de verbas:

http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2016/05/10/noticiasjornaleconomia,3611964/sem-dinheiro-agencias-reguladoras-reduzem-fiscalizacao.shtml

Sem dinheiro, agências reguladoras reduzem fiscalização

Governo Federal corta verba de agências reguladoras e torna capenga serviços de atendimento ao consumidor e fiscalizações rotineiras

...

Este mês vai completar um ano que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) suspendeu os contratos do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) na maioria dos Estados. E o Ceará é um deles. Sem o convênio, o material recolhido nas fiscalizações precisa ser encaminhado aos quatro laboratórios que ainda estão com contrato em vigor no Brasil, demandando mais tempo, burocracia e menos eficiência. O monitoramento regular nos postos era também uma ferramenta estratégica para definição do plano de fiscalizações. De acordo com a ANP, o orçamento hoje é de R$ 79,3 milhões. Mas o que estava previsto inicialmente era 51% maior. O que exigiu “readequações”. No entanto, a agência diz que as ações de fiscalização do abastecimento, que é realizado por servidores públicos da ANP, continuam normalmente. Sustenta ainda que os canais de atendimento aos cidadãos não foram afetados pelos cortes.

 

Já discutimos isso em outro tópico:

 

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Postos de combustível continuam fraudando bombas

Clique na imagem para ver o vídeo

Em agosto passado falamos sobre o aumento nas fraudes em postos de combustíveis e explicamos como funciona o golpe da “bomba baixa”. A fraude não é novidade – o programa Fantástico, da Rede Globo, já havia denunciado esse tipo de golpe em 2012, mas ele continuou a ser aplicado como se não houvesse fiscalização alguma. Agora, o Jornal da Band, da Rede Bandeirantes, fez uma nova investigação, pouco antes do último reajuste dos combustíveis, e revelou que todos os postos investigados vendem menos combustível do que aparece na bomba para o consumidor.

Segundo a reportagem, foram escolhidos dez postos de todas as regiões da cidade de São Paulo. O combustível do abastecimento era direcionado a um tanque separado instalado no porta-malas e levado para uma posterior análise para confrontar o volume cobrado e o volume efetivamente vendido. Em todos os casos a diferença foi superior ao limite previsto em lei. Contudo, em um dos postos – o que apresentou a maior variação — em vez de 27% de álcool adicionado à gasolina, havia mais de 60%.

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36 minutos atrás, Bereba disse:

em vez de 27% de álcool adicionado à gasolina, havia mais de 60%.

Será que o motor do Golf "engasopa" ou acende alguma luz de advertência?.......Alguém se habilita????

........Já teclei aqui inúmeras vezes que uso tão somente a mijolina comum. Pois, se o motor foi concebido para usufruir de tal combustível e testado a exaustão para usar. Porque não usar. Não vou entrar nos pormenores de aditivos, taxa RON e o escabaul.

Aqui vai um breve relato de um cápiau aqui do matão....

Logo que eu comprei o carro, num passado não muito distante. Esse fato aconteceu aqui na minha cidade do Velho-Oeste  do MT em um dos postos que eu abasteço(diga-se de passagem, aqui tem três postos). Cheguei e pedi para colocarem 100contos de réis de G A S O L I N  A  Comum. A moça que me atendeu é boa(na verdade boa é minha mãe ela é GOSTOSA), umas tetas hummmmmm! Cada teta do tamanho da cabeça do Cardeque;). Como eu sempre faço eu nunca desço do carro, dou sempre aquela abridinha no vidro de quatro dedos(estilo máfia Sicilliana), e fico no aguardo.

Pois bem, a moça  começou o procedimento e eu fique a dialogar dentro do carro com a minha amada e filho.....Sabe quando dá aquele lapso e vc resolve olhar como estava o procedimento de abastecimento. Não é que a moça  tava colocando a 51. Eu dei um sonoro e retumbande P A R A!!!!!! O som ecoou e reverberou pelo pátio a fora. Apeei do Zorro, aí foi aquele revestrés. A moça já começou a tremer, aí eu não sabia o que fazer. Só sei que nessa mandada de Pirassununga entraram quase oito litros. Na hora já processei as possíveis causas e possíveis solução para tentar amenizar o erro.

Brigar com ela? Não! Chamar o gerente e cagar na alma dele, também não. Aqui a cidade é diminuta por demais, criar problemas com alguém é dar com os burros na água. Aqui todos se conhecem, pelo menos de vista. A única forma possivel que eu achei na hora de TENTAR solucionar foi completar até o primeiro click da bomba, para com isso "temperar" o combustível. Nesse dia eu estava pegando o chão preto, iria até a casa da minha sogra distante de ida daqui 390km, na prática aqueles 100 primeiros reais, com mais alguns litros que tinham no tanque dariam para mim chegar tranquilim. Daí eu fiz aquela jogada de completar até o click, o que me daria nesse trajeto bati/volta autonomia suficiente. Naquela época eu estava em fase de conhecimento da caranga, tava mais comedido no pedal da direita. Um tanque eu fazia com folga esse bati/volta, hj eu gasta 20% a mais, mas, não acho ruim não, é que o pé coça.

Pois bem, depois desse perrengue todo, fui e voltei e depois de mais de vinte e cinco mil km rodados, o Tsi "monocombustível" segue incólume sem nunca ter acendido uma luz de advertência no display.

Forte abraços à todos.

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