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Bom dia a todos do forum, 

 

Estou querendo trocar de carro e pretendo ter um golf. Vi um para vender por 63k 2014/2014 Confortline manual com 58k km. Diz o garagista que tem garantia até Julho/2017, porem achei um pouco alta a km dele. Por ser manual e turbo, será que vale a pena arriscar?

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23 minutos atrás, MatheusOnzi disse:

Bom dia a todos do forum, 

 

Estou querendo trocar de carro e pretendo ter um golf. Vi um para vender por 63k 2014/2014 Confortline manual com 58k km. Diz o garagista que tem garantia até Julho/2017, porem achei um pouco alta a km dele. Por ser manual e turbo, será que vale a pena arriscar?

Temos um amigo aqui no nosso forum o @cardeque que senão me engano o Golf dele também é 2014 e manual é já está com 100.000km rodados.

Você tem que ficar atento pois a garantia só é valida caso o ex-dono desse carro tenha feito as revisões a cada 10.000km ou 6 meses. Se ele deixou passar, perdeu-se a mesma.

Abraços!

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1 minuto atrás, anghinoni1982 disse:

Temos um amigo aqui no nosso forum o @cardeque que senão me engano o Golf dele também é 2014 e manual é já está com 100.000km rodados.

Você tem que ficar atento pois a garantia só é valida caso o ex-dono desse carro tenha feito as revisões a cada 10.000km ou 6 meses. Se ele deixou passar, perdeu-se a mesma.

Abraços!

Eu esqueci de mencionar, as revisoes foram sim feitas de 10 em 10 mil km e todas na concessionaria. Agora, não teria algum perigo do motor estar chumbado?

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1 minuto atrás, MatheusOnzi disse:

Eu esqueci de mencionar, as revisoes foram sim feitas de 10 em 10 mil km e todas na concessionaria. Agora, não teria algum perigo do motor estar chumbado?

Pelo visto, essa Km toda foi feita pois o ex-dono devia utilizar ele em rodovias. A maioria fala que em rodovias o desgaste do motor é menor do que no anda e para do transito.

Outros pontos que você deva verificar:

Desgaste das pastilhas e discos, não me recordo agora, mas a troca das velas se dá com 60.000km e também a condição da embreagem (Isso a garantia não cobre pelo fato de serem de desgaste natural)

Pastilhas, só as dianteiras por volta de 800 reais

Velas, não sei te informar o valor. Uma embreagem nova, senão me engano na CSS, mais de 1.500 reais.

Condição dos amortecedores, se eles não estão vazando. Principalmente os traseiros que é onde tem mais barulho. Isso a garantia cobre.

Abraços.

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11 minutos atrás, MatheusOnzi disse:

Eu esqueci de mencionar, as revisoes foram sim feitas de 10 em 10 mil km e todas na concessionaria. Agora, não teria algum perigo do motor estar chumbado?

Rodar 58.000 km em 2 anos não é anormal. Não é a média do carro brasileiro, mas não é inusitada. Eu rodo 30.000 km por ano. Essa KM toda pode ser coisa boa. Deve ser carro estradeiro, o que geralmente significa menos desgaste de itens como amortecedores, freios, embreagem, etc.

"Risco do motor estar chumbado" sempre existe, mas se o cara não chipou/remapeou/alterou e fez todas as revisões direitinho, as chances de estar tudo OK são muito grandes. O motor do Golf tem bom histórico de confiabilidade e não conheço problemas crônicos associados a esse motor. Ah, sim, mais uma coisa: andar forte, especialmente na estrada, não ferra o motor de ninguém. Na verdade, pode até ser bom, especialmente em carros com injeção direta.

Se puder, antes de comprar leve em algum mecânico de confiança pra dar uma olhada em itens normais que devem ser verificados sempre que comprar um carro usado, como o estado geral das suspensões, sistemas de ignição e injeção, correias, velas, filtros, etc.

Abraço

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1 minuto atrás, RicW disse:

Essa KM toda pode ser coisa boa. Deve ser carro estradeiro, o que geralmente significa menos desgaste de itens como amortecedores, freios, embreagem, etc.

"Risco do motor estar chumbado" sempre existe, mas se o cara não chipou/remapeou/alterou e fez todas as revisões direitinho, as chances de estar tudo OK são muito grandes. O motor do Golf tem bom histórico de confiabilidade e não conheço problemas crônicos associados a esse motor. Ah, sim, mais uma coisa: andar forte, especialmente na estrada, não ferra o motor de ninguém. Na verdade, pode até ser bom, especialmente em carros com injeção direta.

Se puder, antes de comprar leve em algum mecânico de confiança pra dar uma olhada em itens normais que devem ser verificados sempre que comprar um carro usado, como o estado geral das suspensões, sistemas de ignição e injeção, correias, velas, filtros, etc.

Abraço

Isso mesmo @MatheusOnzi, aí depois é só passar na Gelateria Gourmet do nosso amigo @sobrinho que a promoção por tempo indeterminado é que se chegar de Golf, ganha-se sorvete grátis!

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2 horas atrás, anghinoni1982 disse:

que a promoção por tempo indeterminado é que se chegar de Golf, ganha-se sorvete grátis!

Promoção válida para maiores de 80 anos acompanhado pelos pais. (saca aquelas letras minúsculas no rodapé do encarte da promoção, pois bem, são esses os dizeres).

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amigo acho que vc consegue encontrar um com menos km, o meu é confortline manual tb com banco em couro e foi pago 63.500 sendo que é um 2014/2015 e quando eu peguei ele tava com apenas 3.400 km, agora ta com 7 mil e poco km... e a garantia do meu é ate maio de 2018.

abraço!

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3 horas atrás, RicW disse:

Rodar 58.000 km em 2 anos não é anormal. Não é a média do carro brasileiro, mas não é inusitada. Eu rodo 30.000 km por ano. Essa KM toda pode ser coisa boa. Deve ser carro estradeiro, o que geralmente significa menos desgaste de itens como amortecedores, freios, embreagem, etc.

"Risco do motor estar chumbado" sempre existe, mas se o cara não chipou/remapeou/alterou e fez todas as revisões direitinho, as chances de estar tudo OK são muito grandes. O motor do Golf tem bom histórico de confiabilidade e não conheço problemas crônicos associados a esse motor. Ah, sim, mais uma coisa: andar forte, especialmente na estrada, não ferra o motor de ninguém. Na verdade, pode até ser bom, especialmente em carros com injeção direta.

Se puder, antes de comprar leve em algum mecânico de confiança pra dar uma olhada em itens normais que devem ser verificados sempre que comprar um carro usado, como o estado geral das suspensões, sistemas de ignição e injeção, correias, velas, filtros, etc.

Abraço

O problema é que o garagista não é de onde eu moro, ele é de poa. Vou ver se consigo levar um amigo meu mecânico para olhar o carro.

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4 horas atrás, RicW disse:

. Ah, sim, mais uma coisa: andar forte, especialmente na estrada, não ferra o motor de ninguém. Na verdade, pode até ser bom, especialmente em carros com injeção direta.

Fala RicW, firme igual prego na tábua com a ponta entortada?

Sem querer abusar da sua sapiência, mas poderia nos dar melhores detalhes nesse quesito; injeção direta/carro estradeiro? Isso me chamou a atenção, pois é o meu caso, sem sombra de dúvidas em mais de 95% do km.    Obrigado.

Abraçaço.

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O meu é MT HL, faz os testes básicos da embreagem que de resto realmente esse carro não tem problemas crônicos. Quanto a possibilidade de ter sido chipado ou mexido, vale passar um scanner na cc, levantar para ver se há sinais de terem removido escape, abrir capô e ver se há sinais de instalação de downpipe. Além do de praxe quanto a procedência. Até pq é um carro relativamente novo, o qual não vai ter sinais aparentes de ter sido abusado ou mal tratado.

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3 horas atrás, sobrinho disse:

Fala RicW, firme igual prego na tábua com a ponta entortada?

Sem querer abusar da sua sapiência, mas poderia nos dar melhores detalhes nesse quesito; injeção direta/carro estradeiro? Isso me chamou a atenção, pois é o meu caso, sem sombra de dúvidas em mais de 95% do km.    Obrigado.

Abraçaço.

Beleza, @sobrinho! Firme que nem sorvete de pistache fora do freezer em tarde de verão!

Tivemos, tempos atrás, uma acalorada discussão aqui no fórum sobre a válvula PCV e sua importância. O nosso grande Comandante @Ismael, na época, postou algumas figuras e vídeos sobre o assunto. Em resumo:

Durante a fase de expansão dos gases nos cilindros é normal algum vazamento destes gases para o bloco do motor, pois a vedação dos anéis com as camisas não é perfeita. Em alguns regimes (em especial, baixas rotações) é normal que o bloco fique pressurizado por estes gases, e por isso o bloco tem uma espécie de suspiro, um furo equalizador de pressão. Acontece que esse ar está contaminado pelo óleo do cárter e pelos resíduos da queima do combustível, então não pode ser lançado diretamente na atmosfera, por questões ambientais. Então o que os motores atuais fazem é unir o bloco à admissão por um tubo, que termina nessa válvula PCV (Positive Crankcase Ventilation, em inglês). Esse ar, antes de voltar, passa por um sistema de separação inercial, para separar o máximo desse óleo, e o que restar de contaminação será novamente admitido pelos cilindros e queimado no motor, reduzindo assim o impacto na poluição.

Ao passar pelas válvulas de admissão, esse óleo pode ficar depositado nas válvulas e seus assentos, o que prejudica a eficiência de selagem e pode resultar em problemas, como perda de potência, aumento do consumo e até falhas de ignição. Nos carros com injeção indireta, isso não era um problema porque ao injetar o combustível ainda no coletor de admissão, o ar passava pelas válvulas saturado de gasolina, e essa gasolina funcionava como um detergente que limpava esse acúmulo de óleo. No entamec& nto, nos carros com injeção direta, o combustível é injetado diretamente na câmara de combustão, e por isso não há essa limpeza. Por isso, carros com injeção direta, especialmente os que rodam muito em regime de baixa rotação, tem tendência a acumular estes resíduos bem mais do que os carros com injeção indireta.

Algumas pessoas defendem que uma das formas de "limpar" esses resíduos é forçando a passagem de ar em maior velocidade pelas válvulas, descolando, esses resíduos de lá, mais ou menos como quando usamos uma mangueira com pressão para lavar alguma coisa. Ou seja: fazendo o motor funcionar, de vez em quando e por algum tempo, em regimes de rotação mais elevada. Não estamos falando de red line, mas dar uma esticada de alguns minutos em algo entre 3.000 e 4.000 rpm, por exemplo, o que costumamos fazer ao guiar com mais vontade pelas estradas. Quando eu era moleque meu pai dizia que era bom dar uma esticada no motor nas estradas "pra botar a sujeira pra fora". Hoje, vejo que ele tinha razão!

Desculpe o post gigante, mais uma vez, mas espero que tenha ficado claro.

Abraço!

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59 minutos atrás, RicW disse:

Beleza, @sobrinho! Firme que nem sorvete de pistache fora do freezer em tarde de verão!

Tivemos, tempos atrás, uma acalorada discussão aqui no fórum sobre a válvula PCV e sua importância. O nosso grande Comandante @Ismael, na época, postou algumas figuras e vídeos sobre o assunto. Em resumo:

Durante a fase de expansão dos gases nos cilindros é normal algum vazamento destes gases para o bloco do motor, pois a vedação dos anéis com as camisas não é perfeita. Em alguns regimes (em especial, baixas rotações) é normal que o bloco fique pressurizado por estes gases, e por isso o bloco tem uma espécie de suspiro, um furo equalizador de pressão. Acontece que esse ar está contaminado pelo óleo do cárter e pelos resíduos da queima do combustível, então não pode ser lançado diretamente na atmosfera, por questões ambientais. Então o que os motores atuais fazem é unir o bloco à admissão por um tubo, que termina nessa válvula PCV (Positive Crankcase Ventilation, em inglês). Esse ar, antes de voltar, passa por um sistema de separação inercial, para separar o máximo desse óleo, e o que restar de contaminação será novamente admitido pelos cilindros e queimado no motor, reduzindo assim o impacto na poluição.

Ao passar pelas válvulas de admissão, esse óleo pode ficar depositado nas válvulas e seus assentos, o que prejudica a eficiência de selagem e pode resultar em problemas, como perda de potência, aumento do consumo e até falhas de ignição. Nos carros com injeção indireta, isso não era um problema porque ao injetar o combustível ainda no coletor de admissão, o ar passava pelas válvulas saturado de gasolina, e essa gasolina funcionava como um detergente que limpava esse acúmulo de óleo. No entamec& nto, nos carros com injeção direta, o combustível é injetado diretamente na câmara de combustão, e por isso não há essa limpeza. Por isso, carros com injeção direta, especialmente os que rodam muito em regime de baixa rotação, tem tendência a acumular estes resíduos bem mais do que os carros com injeção indireta.

Algumas pessoas defendem que uma das formas de "limpar" esses resíduos é forçando a passagem de ar em maior velocidade pelas válvulas, descolando, esses resíduos de lá, mais ou menos como quando usamos uma mangueira com pressão para lavar alguma coisa. Ou seja: fazendo o motor funcionar, de vez em quando e por algum tempo, em regimes de rotação mais elevada. Não estamos falando de red line, mas dar uma esticada de alguns minutos em algo entre 3.000 e 4.000 rpm, por exemplo, o que costumamos fazer ao guiar com mais vontade pelas estradas. Quando eu era moleque meu pai dizia que era bom dar uma esticada no motor nas estradas "pra botar a sujeira pra fora". Hoje, vejo que ele tinha razão!

Desculpe o post gigante, mais uma vez, mas espero que tenha ficado claro.

Abraço!

Post"s iguais a este e sempre um prazer em ler e uma grata "SASTIFAÇÃO".

 

Abraçaço.

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