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VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

Pergunta

VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

Versões híbrida e elétrica do hatch médio chega ao nosso mercado nos próximos meses; anúncio foi feito durante apresentação do Volkswagen Virtus

por JULIO CABRAL E MICHELLE FERREIRAsine 

16/11/2017 11h46 - atualizado às 12h50 em 16/11/2017
Volkswagen Golf GTE 2017 (Foto: Divulgação)
VOLKSWAGEN GOLF GTE 2017 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

As versões híbrida e elétrica do Volkswagen Golf vão, enfim, ser vendidas no Brasil. A informação foi confirmada por Pablo di Si, presidente da Volkswagen América Latina, durante a apresentação oficial do sedã do Polo, o Virtus. A chegada desses carros por aqui será nos próximos meses, em 2018, mas ainda sem data confirmada. “O Brasil precisa definir um ecossistema elétrico. Nós temos que estar preparados para o futuro. Trazer o e-Golf e o Golf GTE é um primeiro passo. A ideia é começar em áreas mais centralizadas, como SP, para áreas mais afastadas”, disse o executivo.

Ainda não há detalhes sobre preços, mas estas serão as versões mais caras do Golf. Atualmente, o hatch médio chega a caros R$ 132.250 na versão GTI. Mas, espere por preços ainda mais salgados em breve, quando o modelo for reestilizado ainda no começo do ano. Além dos preços, resta à Volkswagen esclarecer quais são as expectativas de vendas dos modelos por aqui. Eles poderão ser apenas vitrines da marca, com vendas baixas, afinal ainda não há políticas de incentivo a carros híbridos e elétricos no nosso mercado.

Volkswagen Golf GTE 2017 (Foto: Divulgação)VOLKSWAGEN GOLF GTE 2017 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O namoro da Volkswagen do Brasil e do Golf GTE começou há tempos, mas não havia indícios de que o modelo seria, efetivamente, vendido por aqui. Desde o final de 2015, o modelo estava em testes no Brasil para testes de consumo, direção, aceitação e infraestrutura.

O Golf GTE tem dois motores: um 1.4 turbo a gasolina de 150 cv e um elétrico de 102 cv. Juntos, produzem potência combinada de 204 cv e torque máximo de 35,6 kgfm. Já o câmbio é um automático DSG de seis marchas com aletas atrás do volante. A autonomia em motor 100% elétrico é de apenas 50 km, mas esse alcance pode chegar a 900 km por conta do sistema de regeneração de energia em frenagens. A recarga da bateria pode ser feito conectando o carro à tomada a partir de um plug escondido atrás do logo da VW na dianteira. (Colaborou Guilherme Blanco Muniz)

 
Golf GTE (Foto: Autoesporte)
GOLF GTE (FOTO: AUTOESPORTE)
Volkswagen Golf GTE 2017 (Foto: Divulgação)
VOLKSWAGEN GOLF GTE 2017 (FOTO: DIVULGAÇÃO)
 
 
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Para bom entendedor, meio ponto basta. É óbvio que vai vir beirando os 200k, é óbvio que terá pouquíssimas unidades a venda, é óbvio que terá um custo benefício ridículo.
Porém... Primeiro que com essa notícia a VW deixa claro a vinda do MK7,5. Segundo que é um carro de imagem, um carro raro, caro e com manutenção difícil. A prioridade com vinda desse carro não é lucro, mas sim despertar o fator tecnologia e novidade, chamar a atenção dos Indígenas para a tendência lá fora, dos híbridos e elétricos.
Gostei da notícia e da "ousadia" que não víamos a tempos dentro da VWBR. Será um carro por deveras interessante em encontros e foruns/ grupos pela net.
 
Abraços!

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Volkswagen Golf terá versões híbrida e elétrica no Brasil

Número de unidades importadas das versões GTE e e-Golf dependerá de incentivos do Rota 2030

access_time16 nov 2017, 18h04
 
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Volkswagen Golf GTE

Filete azul na dianteira e luzes de leds sob os faróis: a cara do GTE (Divulgação/Volkswagen)

A Volkswagen aproveitou a apresentação do Virtus (o sedã derivado do novo Polo) para confirmar a importação do Golf GTE e do e-Golf ao Brasil.

Os dois modelos fazem parte do planejamento estabelecido pela própria VW de fazer 20 lançamentos (entre modelos totalmente novos e reestilizações) até 2020.

O presidente da empresa, Pablo Di Si, afirmou que a quantidade de veículos trazidos para cá dependerá da concessão de incentivos do Rota 2030, novo regime automotivo (ainda não anunciado pelo governo brasileiro) que deve substituir o Inovar Auto a partir de 2018.

Golf GTE tem desempenho e estilo de GTI

Volkswagen Golf GTE

Frenagem do Golf GTE pode ser feita em dois estágios diferentes (Volkswagen/Divulgação)

A versão híbrida do Golf já está há algum tempo entre nós. Isso porque ele esteve no último Salão do Automóvel e participa constantemente dos eventos realizados pela empresa.

O primeiro veículo híbrido plug-in da marca é movido por dois motores: o conhecido 1.4 TSI (de 150 cv) e um motor elétrico de 102 cv. A potência máxima é de 205 cv, auxiliada pela transmissão automatizada de dupla embreagem de seis marchas.

Volkswagen Golf GTE

Espaço interno é o mesmo do Golf tradicional, exceto pelo porta-malas (Volkswagen/Divulgação)

Juntos, eles fazem o hatch ir de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atingir a velocidade máxima de 222 km/h. Um GTI ainda é mais rápido (6,5 segundos e 246 km/h), mas os tempos de retomada são semelhantes graças ao torque instantâneo proporcionado pelo motor elétrico do GTE.

É possível dirigi-lo em modo 100% elétrico por até 50 km. As baterias podem ser totalmente recarregadas em 3h45 em uma tomada de 220 volts, caindo para 2h15 se o cliente usar um carregador rápido fornecido pela própria VW.

Segundo a fabricante, a autonomia total combinando os motores a combustão e a eletricidade chega a 939 km.

Alguns detalhes indicam que o GTE é movido a eletricidade. Um deles é a presença de um indicador de consumo de energia no lugar do conta-giros.

Volkswagen Golf GTE

Mostrador à esquerda indica o tipo de energia em uso e, no meio, o nível da carga (Volkswagen/Divulgação)

Ao lado fica um visor digital que mostra o nível de carga da bateria. O visual é fortemente inspirado no Golf GTI, mas com uma importante (e irreverente) mudança: os detalhes externos vermelhos foram pintados de azul, assim como o tradicional revestimento xadrez dos bancos, marca registrada do GTI.

A alavanca de câmbio traz a posição B, uma espécie de freio-motor que aumenta a resistência gerada pela frenagem regenerativa e ajuda a manter as baterias carregadas.

Volkswagen Golf GTE

Motor elétrico (102 cv) e 1.4 turbo (150 cv), tudo sob o capô (Volkswagen/Divulgação)

O ato de frear é feito em dois estágios: apenas por meio do motor elétrico, quando o motorista para de acelerar (o que serve para dar mais carga à bateria), ou com o motor elétrico e o sistema tradicional (hidráulico) juntos, quando se pisa mais forte.

Volkswagen Golf GTE

Monitor central indica o fluxo de energia (Volkswagen/Divulgação)

Há dois botões importantes perto do câmbio. A tecla GTE seria uma espécie de ajuste esportivo, que tira o melhor do sistema híbrido e aumenta o peso da direção, a firmeza da suspensão variável (quando instalada) e a rapidez da troca de marchas e da resposta do acelerador.

O outro botão é o E-mode, que faz o carro rodar só na eletricidade – quando as baterias estão vazias, é possível transformar o motor a gasolina em gerador para recarregá-las.

Volkswagen Golf GTE

Abastecido e recaregado, ele pode rodar quase 1.000 km (Volkswagen/Divulgação)

No modo padrão, o GTE arranca sempre com o motor elétrico e, se o motorista não pisar muito forte no acelerador, ele continuará assim até os 130 km/h.

e-Golf roda até 300 km sem recarregar baterias

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O e-Golf já traz a reestilização feita no hatch em 2016 (Volkswagen/Divulgação)

O e-Golf é totalmente movido a eletricidade. Seu motor gera o equivalente a 136 cv e teve um aumento de 50% na autonomia, chegando a 300 km – dependendo de variáveis como o estilo de condução e do uso do ar-condicionado.

A estimativa é que a bateria do e-Golf esteja totalmente recarregada em menos de seis horas.

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Autonomia informada pela VW é de até 300 km (Volkswagen/Divulgação)

Segundo a montadora, o veículo acelera de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 150 km/h. Semelhante ao de outros modelos da linha Golf, o sistema de entretenimento a bordo pode ser comandado por gestos.

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Motor elétrico tem aproximadamente 136 cv (Volkswagen/Divulgação)

Vale lembrar que a versão elétrica inclui as mudanças realizadas na reestilização da linha Golf, que deve estrear no Brasil em 2018.

Entre as novidades, o hatch médio ganhou novos faróis e lanternas e o painel digital, já oferecido pela marca no Brasil no novo Polo.

https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/volkswagen-golf-tera-versoes-hibrida-e-eletrica-no-brasil/

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Volkswagen confirma Golf GTE e T-Cross para 2018

Marca alemã pretende lançar 20 produtos no mercado brasileiro até 2020

volkswagen-golf-gte.jpg VW Golf GTE (Foto: Divulgação)

O híbrido Golf GTE, o elétrico e-Golf, e o crossover T-Cross chegam ao mercado brasileiro em 2018. A informação foi confirmada por Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen Região América do Sul e Brasil, durante o evento de apresentação do Virtus (leia mais aqui). Os modelos fazem parte da estratégia da Volkswagen de lançar 20 novos produtos no mercado brasileiro até 2020.

Mostrado no Salão de São Paulo do ano passado, o Golf GTE é um esportivo híbrido, que combina um motor 1.4 TSI de 150 cv e outro elétrico para desenvolver a potência combinada de 204 cv, com velocidade máxima de 222 km/h e uma autonomia máxima de incríveis 940 km no modo híbrido.

vw-e-golf-touch.jpeg VW e-Golf (Foto: Rafael Poci Déa)

Já o e-Golf será um dos poucos carros 100% elétricos disponíveis no País. O modelo está equipado com um motor elétrico de potência equivalente a 136 cv e atinge a velocidade máxima de 137 km/h. Mas o destaque do e-Golf é a autonomia, que segundo o fabricante chega a 300 km no ciclo europeu de consumo.

VW T-Cross
20ms402_cross1.jpg Projeção da Quattroruote para o VW T-Cross

SUV compacto inédito, o T-Cross chega ao mercado brasileiro no segundo semestre do próximo ano. O modelo será produzido sobre a mesma plataforma do Volkswagen Polo e deverá ter dimensões semelhantes às do Seat Arona (leia mais aqui), crossover da marca espanhola do grupo e que também é montador sobre a base MQB A0.

https://motorshow.com.br/volkswagen-confirma-golf-gte-e-t-cross-para-2018/

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NOV 16, 2017 em 19:34
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POR: REDAÇÃO, Redação
 

Versões verdes do Golf podem custar mais que o esportivo GTI

O começo de 2018 será corrido para a Volkswagen. Além do lançamento do Virtus (o sedã do novo Polo) e do Tiguan Allspace de sete lugares, a marca também irá apresentar o Golf reestilizado. Durante a apresentação do Virtus, nesta quinta-feira (16), a montadora também anunciou que irá adicionar duas novidades à linha do hatch médio, com a chegada da versão híbrida GTE e da elétrica e-Golf, ambas confirmadas para nosso país.

Leia também:

Ambos fazem parte da estratégia de lançar 20 carros no Brasil até 2020. Outra informação divulgada pela montadora é a origem das novidades: 13 serão fabricados aqui no Brasil, 2 na Argentina e os 5 restantes virão importados. Fora as versões híbridas e elétrica, o Golf renovado virá na configuração hatchback, a perua Variant e o esportivo GTI.

O Golf GTE usa o mesmo motor 1.4 TSI de 150 cv da versão topo de linha. Trabalha em conjunto com um motor elétrico para gerar, no total, 204 cv. Porém, suas baterias precisam ser carregadas em uma tomada, o que leva 3h45, e tem uma autonomia para 50 km no modo puramente elétrico. Se usado no modo híbrido, a marca promete um rendimento de 66 km/l. Acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e tem velocidade máxima de 215 km/h. O outro modelo é o e-Golf, este sim puramente elétrico e que tem autonomia de 300 quilômetros.

Volkswagen e-Golf 2017

Os preços do Golf GTE e e-Golf 2018 ainda não divulgados. O esperado é que o híbrido GTE seja oferecido acima do esportivo GTI (que hoje custa R$ 132.250), enquanto o elétrico e-Golf será posicionado como o modelo topo de linha.

Fotos: Divulgação

Volkswagen Golf GTE 2018

VW Golf GTE 2018
11 fotos
VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018VW Golf GTE 2018
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Gostaria muito que meu próximo carro fosse o Golf GTE.

Mas vamos ver qual será o preço dele.

Andei fazendo umas simulações usando os dados disponíveis:

Comparando o gasto com combustível Golf GTI, GTE e eGolf teríamos:

  Golf GTI* Golf GTE** eGolf**
Custo Gasolina (R$/100Km)  R$ 35,516  R$ 7,128  
Custo Energia (R$/100Km)    R$ 5,88  R$ 6,22
Custo Combustível (R$/100Km)  R$ 35,52  R$ 13,01  R$ 6,22
* Consumo segundo o Inmetro      
** Consumo segundo a VW (Europa)    
Preço da Gasolina segundao a ANP (Média Brasil) = 3,960 /l  
Preço da Energia Elétrica segundo a ANEEL (Média Brasil) = 0,49 /kWh

E se considerarmos um período de retorno de 5 anos.

15.000 km rodados por ano.

IPVA de 4% sobre o valor do carro no caso do GTI e 3% no caso do GTE e eGolf (Legislação do Estado de São Paulo).

E considerando o abatimento de 50% no IPVA no caso do GTE e eGolf (Legislação do Município de São Paulo).

Com o preço atual do Golf GTI de tabela da VW, sem nenhum pacote ou opcional de R$ 132.250,00, e sem considerar as diferenças de custos de seguro e manutenção, então teríamos que o Golf GTE poderia custar até R$ 158.315,06 e o eGolf R$ 165.091,27 para ainda valer a pena comprá-los.

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Talvez esta notícia faça a VW se mexer no lançamento do Golf Híbrido e elétrico.
 
 

TOYOTA PRIUS VENDE MAIS DO QUE VOLKSWAGEN GOLF EM SETEMBRO

Mês passado, o carro japonês emplacou 319 unidades, enquanto o Volkswagen vendeu apenas 192 unidades

por TEREZA CONSIGLIO

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11/10/2017 14h25 - atualizado às 14h25 em 11/10/2017
Toyota Prius 2016 (Foto: Toyota)TOYOTA PRIUS 2016 (FOTO: TOYOTA)

Acredite se quiser: o híbrido Toyota Prius passou à frente do Volkswagen Golf no ranking de vendas do segmento de hatches médios. Hatch médio? Sim, o visual diferentão do Prius pode até disfarçar, mas ele é enquadrado como hatchback. O mais surpreendente, no entanto, é ele estar vendendo mais que o carro que já foi o queridinho da categoria, e até a liderou. Hoje, essa posição é ocupada Chevrolet Cruze Sport6, seguido pelo Ford Focus.

E o Prius, quem diria, há dois meses ocupa o terceiro lugar desse pódio. No mês passado, o carro japonês emplacou 319 unidades, enquanto o Golf vendeu apenas 192 unidades, segundo os Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenebrave).

É verdade que, no acumulado ano, o hatch da Volkswagen soma mais emplacamentos, mas ele está em tendência de queda: houve um recuo de 29,8% de janeiro a setembro de 2017 em relação ao mesmo período do ano passado. O aguardado facelift do modelo pode até estar desestimulando as vendas, mas a renovação virá só no ano que vem. Já o híbrido da Toyota, que é um carro com um perfil totalmente distinto dos hatches convencionais e até mais caro, teve um aumento de 766%.

Mas vamos deixar algo claro: isso não quer dizer que o tradicional cliente desse segmento tenha trocado Cruze, Focus ou Golf pelo Prius. Alguns casos podem até ter acontecido, mas, no geral, o movimento parece ser outro: o de pessoas realmente interessadas na tecnologia embarcada do carro e de olho em suas excelentes médias de consumo. Afinal, o Prius é o carro mais econômico do país. A Toyota, por sua vez, também tem feito a sua parte ao manter o preço do carro a R$ 126.600, o mesmo do lançamento, que ocorreu há mais de um ano. Diante disso, o mais provável é que alguns donos de Corolla (que pode custar até R$ 104.850)  achem atualmente o Prius um melhor negócio. 

Os hatches médios mais vendidos em setembro

Chevrolet Cruze Sport6 - 634 unidades
Ford Focus - 405 unidades
Toyota Prius - 319 unidades
Volkswagen Golf - 192 unidades
Peugeot 308 - 47 unidades

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https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/toyota-prius-ja-vende-mais-do-que-vw-golf/

Toyota Prius já vende mais do que VW Golf

Mesmo custando R$ 126.600, híbrido já passou dos 2.000 emplacamentos antes do ano acabar

access_time23 nov 2017, 14h59
 
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Mecânicas parecidas, mas com visual bem distinto

Prius precisou de quatro meses para superar o volume total de unidades vendidas em 2016 (João Mantovani/Quatro Rodas)

O Toyota Prius está no Brasil desde 2013, mas nunca repetiu o sucesso de vendas de países como Estados Unidos e Japão.

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E nem poderia ser diferente: ao contrário destes mercados, nos quais ele é um carro de entrada, por aqui o Prius sempre custou mais de R$ 120.000.

Desde o fim do ano passado, porém, o híbrido começou a vender bem para um veículo deste preço – e chegou a ultrapassar modelos mais badalados (e baratos) no ranking de emplacamentos mensais, como o Volkswagen Golf.

Prius começou a vender bem em 2017

Prius já vendeu mais de 2.000 unidades até novembro de 2017 (Toyota/Divulgação)

Os números da Fenabrave atestam a evolução do japonês que anda com gasolina ou eletricidade. Apenas 177 unidades foram comercializadas no primeiro semestre de 2016, sendo que maio foi o pior mês do ano para o Prius: somente cinco veículos foram vendidos no país.

Design controverso é a marca da quarta geração do Prius

Design controverso é a marca da quarta geração do Prius (Toyota/Divulgação)

A virada começou em novembro, quando o modelo teve 88 unidades emplacadas – superando o recorde de 83 veículos em abril daquele ano.

O Prius fechou 2016 com 486 emplacamentos – e a situação ficaria ainda melhor no ano seguinte.

Prius custa R$ 126.600 no Brasil

Único híbrido vendido pela Toyota no país custa R$ 126.600 (Toyota/Divulgação)

Foram necessários apenas quatro meses para bater o número de unidades vendidas durante todo o ano passado: 535 veículos de janeiro a abril.

Até outubro deste ano, o híbrido já totaliza 2.079 emplacamentos, sendo que seu melhor mês foi agosto, com 544 unidades.

Prius é bem acabado por dentro

Interior tem acabamento superior ao do Corolla (Toyota/Divulgação)

Estes números fizeram o Prius ultrapassar modelos tradicionais na indústria automotiva brasileira. No ano, ele já superou nomes como Hyundai Elantra (1.790), Suzuki Jimny (1.637), Mitsubishi Pajero (1.535), Kia Cerato (1.307) e VW SpaceFox (1.044).

Em outubro, o híbrido vendeu 165 unidades, mais do que Citroën C4 Lounge (164), Audi A4 (148) e VW Passat (96).

Lanternas do Prius tem desenho ousado

Desenho ousado das lanternas faz o Prius ser identificado de longe (Toyota/Divulgação)

Feito mais impressionante aconteceu em agosto, quando o Prius teve 544 emplacamentos.

Foi o suficiente para superar Ford Focus (495), Chery QQ (430), Ford Fusion (405), Fiat Doblò (371), VW Golf (351), Nissan Sentra (329), Fiat Weekend (292) e VW SpaceFox (124).

Por que as vendas do Prius subiram tanto?

Prius já vendeu quase 4 milhões de carros

Modelo já vendeu quase 4 milhões de unidades no mundo desde a primeira geração (Toyota/Divulgação)

Se o Prius nunca foi barato, então qual seria a razão do crescimento das vendas do modelo em menos de um ano? Publicidade, preço e conteúdo.

A Toyota intensificou a campanha publicitária do Prius em outubro do ano passado, principalmente em canais de televisão por assinatura.

Não por acaso, foi a partir de novembro de 2016 que os números do híbrido começaram a subir. Em dezembro,  as 122 unidades vendidas superaram o volume total de veículos emplacados de junho a outubro.

O híbrido voltou aos intervalos comerciais em setembro deste ano, quando a Toyota lançou uma nova campanha publicitária. A série de quatro vídeos aborda quatro fatores que podem decidir uma compra – e que são associados ao veículo pela montadora: sustentabilidade, design, tecnologia híbrida e economia de combustível.

Prius é bem acabado por dentro

Interior tem acabamento superior ao do Corolla (Toyota/Divulgação)

Ao mesmo tempo, a marca inaugurou um espaço de 100 m2 no Parque Villa Lobos, em São Paulo (SP). Além de palestras e atrações interativas para demonstrar de forma lúdica o funcionamento de um veículo híbrido, há uma área de test-drive para os visitantes do parque.

Prius tem espaço interno compatível ao do Corolla

Espaço interno é compatível ao do Corolla (Toyota/Divulgação)

A proximidade de valores com o Toyota Corolla também explica o crescimento do Prius. Enquanto o Corolla Altis custa R$ 117.900 sem opcionais, o Prius sai por R$ 126.600 – uma diferença de R$ 8.700.

Isso não significa que o Prius seja barato, e sim que o Corolla está caro demais, deixando o cliente na dúvida entre eles.

Detalhe do carregador de celular por indução do Prius

Carregador de celular por indução é um dos itens de série do Prius (Toyota/Divulgação)

Quando isso acontece, a balança pesa para o lado do Prius. Movido por dois motores (um 1.8 a gasolina de 98 cv e um elétrico de 72 cv), o híbrido é bem mais moderno do que o sedã, que traz um 2.0 de 154/143 cv.

Prius tem dois motores - um a combustão e outro elétrico

Híbrido combina um motor 1.8 a gasolina de 98 cv com outro elétrico (Toyota/Divulgação)

Seu grande trunfo é ser mais econômico: o Prius faz 23,8 km/l na cidade e 18,2 km/l na estrada, ao passo que o Corolla registrou 11,5 km/l e 15,6 km/l, respectivamente.

O design também pode ser decidir a compra. Se o Prius está longe de ser unanimidade, quem compra o veículo se encanta por suas linhas futuristas – bem diferente do estilo mais conservador do Corolla.

Há também o benefício intangível de possuir um carro híbrido, que é a sensação de dirigir um veículo menos poluente.

Por fim, a lista de equipamentos de série é mais generosa no híbrido. Ambos têm conteúdo semelhante (incluindo 7 airbags, controles de estabilidade e de tração e a mesma central multimídia), mas o Prius oferece carregador de telefone celular por indução e head up display – este último oferecido como acessório no Corolla.

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Interessante notar que o GTE tem 2 reservatórios de líquido de arrefecimento (e me pareceu também que o da esquerda é ligeiramente maior que a versão não híbrida).

Quanto ao Prius, vejo muitos rodando em São Paulo. Não teria um pois o acho demasiadamente feio e caro.

Enviado de meu SM-G935F usando Tapatalk

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Em 25/11/2017 at 4:18 PM, RodrigoSP2 disse:

Interessante notar que o GTE tem 2 reservatórios de líquido de arrefecimento (e me pareceu também que o da esquerda é ligeiramente maior que a versão não híbrida).

Quanto ao Prius, vejo muitos rodando em São Paulo. Não teria um pois o acho demasiadamente feio e caro.

Enviado de meu SM-G935F usando Tapatalk
 

Muito bem observado.

Então, aparentemente, os dois motores têm sistemas de arrefecimento separados.

O reservatório da esquerda pertence ao sistema do motor a combustão e o da direita pertence ao sistema do motor elétrico. 

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https://www.noticiasautomotivas.com.br/volkswagen-golf-1-5-tsi-mhev-e-hibrido-leve-com-sistema-eletrico-de-48v/

Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV é híbrido leve com sistema elétrico de 48V

4 Minutos de Leitura

vw-golf-mhev-1 Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV é híbrido leve com sistema elétrico de 48V

Muito se fala dos carros elétricos e até mesmo o hidrogênio tenta ganhar algum destaque nessa nova onda verde que toma conta do mercado e da indústria automotiva. Claro, não poderiam faltar os híbridos, mas lá fora, os plug-in agora ganham mais força, pois as novas regras de emissão, em especial na Europa, ditam a entrada em larga escala desse tipo de veículo.

 

No entanto, a engenharia automotiva – dentro e fora dos fabricantes – também não descansa e busca uma solução barata, rápida e simples de fazer. Nesse caso, surge o “micro-híbrido” ou híbrido leve”. A tecnologia não é nova e já foi vista em vários carros, inclusive avaliados até pelos chineses. No entanto, é o sistema elétrico de 48V que fica em evidência nessa mudança.

Até o momento, diferentemente das outras tecnologias citadas acima, apenas a minivan Renault Scénic Hybrid é o único produto com esse sistema em comercialização. Para os fabricantes, essa alternativa ao híbrido comum e ao plug-in, ambos mais caros, é válida. Uma das montadoras que testam o sistema elétrico de 48V é a Volkswagen, que exibiu protótipos do chamado Golf 1.5 TSI MHEV para parte da imprensa europeia.

vw-golf-mhev-a Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV é híbrido leve com sistema elétrico de 48V

Para a montadora de Wolfsburg, o híbrido leve com 48V é a solução mais barata para atender aos novos parâmetros de emissão de poluentes na Europa, a partir de 2021. No Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV, assim como em outros, a vantagem é que o Start&Stop deixa de ser apenas um religamento automático do motor para se tornar um segundo propulsor, mas não de forma completa. Ele apenas ajuda a reduzir o turbo lag, regenera energia e reduz o esforço do motor no dia a dia, gerando economia e menor emissão.

Com um sistema de 48 volts, que substitui a bateria de 12 volts, a nova célula mantém praticamente o mesmo tamanho, mas possui uma capacidade maior de acumular e recuperar energia. Todo o conjunto é menos complexo que um híbrido comum e, portanto, mais barato. No caso do Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV, a marca estuda duas opções: uma normal e outra, batizada de Plus.

No primeiro, o Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV emprega o motor 1.5 TSI com 150 cv e 25,5 kgfm. Estima-se que ele não terá alterações na versão de produção, o que ajuda a evitar mais gastos. Junto dele, um pequeno motor/gerador elétrico de 10 cv assume as saídas brevemente e recupera energia nas desacelerações, carregando a bateria de 48V, que utiliza a carga para acionar o próprio propulsor de arranque. Junto com eles, uma nova caixa de dupla embreagem DSG tipo DQ381 com sete marchas.

vw-golf-mhev-b Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV é híbrido leve com sistema elétrico de 48V

No caso do Volkswagen Golf 1.5 TSI MHEV Plus, existe a adição de um segundo motor elétrico que pode mover as rodas traseiras, mas não com a mesma força de um sistema 4Motion, por exemplo. Nesse caso são 36 cv a mais, que são usados para melhorar a dinâmica de condução em curvas e dar mais conforto e controle ao motorista. Ainda assim, esse pequeno motor elétrico permite uso em off-road com certa eficiência para ajudar na tração em terrenos ruins, conforme demonstrado por um Tiguan MHEV Plus.

Além disso, essa versão permite que haja recuperação energética com o motor 1.5 TSI desligado, diferente da mesma condição na versão normal. A gestão de trabalho conjunto dos propulsores deverá ser suave e eficiente na versão final. Estima-se uma economia de quase 3 km/litro em média. No geral, o MHEV tem consumo estimado em 20,6 km/litro.

Não foram reveladas aceleração de 0 a 100 km/h e nem emissão de CO2. Sabe-se que a busca não é por performance, mas com equilíbrio, conforto ao dirigir e eficiência. Então não deve ser muito diferente em desempenho numa comparação com a versão 1.5 TSI DSG comum. A expectativa é que as vendas comecem em 2019.

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Eu gosto de carros com bom aproveitamento energético, mas esse golf gte não consegue nem superar a economia do golf 1.0 que custa menos da metade do preço, é claro que o gte tem um apelo mais esportivo que econômico devido a sua cavalaria, mas seria mais interessante o desenvolvimento de um carro mais econômico que os modelos tradicionais. 

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Agora eu acho que a VW vai trazer o Golf GTE para o Brasil.

Começa a valer a pena:

Redução do IPI para 7%.

Isenção do imposto de importação de 35%.

Isenção do rodízio de veículos em São Paulo.

Isenção de metade do IPVA em São Paulo.

 

https://g1.globo.com/carros/noticia/governo-vai-baixar-ipi-de-carros-hibridos-e-eletricos-diz-ministro.ghtml

 

Governo vai baixar IPI de carros híbridos e elétricos, diz ministro
Alíquota vai passar de até 25 pontos percentuais para 7 pontos percentuais.
Por André Paixão, G1, São Paulo

24/01/2018 13h25  Atualizado há menos de 1 minuto

 

O ministro interino da Indústria e Comércio Exterior, Marcos Jorge, anunciou na última terça-feira (23) que o governo irá reduzir o IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, dos veículos híbridos (que possuem um motor elétrico e outro a combustão) e elétricos.

A alíquota, que hoje é de até 25 pontos percentuais, vai passar para 7 pontos percentuais, a mesma dos veículos considerados populares, com motor de até 1 litro.

Automóveis híbridos e elétricos já são isentos do imposto de importação de 35%. Aliás, não há veículos desta espécie produzidos no Brasil.

Marcos Jorge afirmou que a medida deve ser anunciada entre o final deste mês e o início de fevereiro, antes do novo regime automotivo, o Rota 2030, que tem o final de fevereiro como "prazo" estabelecido pelo presidente Michel Temer.

O anúncio da redução do IPI foi feito durante o evento de comemoração dos 60 anos da Toyota do Brasil. A fabricante, que atualmente tem o híbrido mais vendido do Brasil, o Prius, afirmou que irá repassar a redução do IPI integralmente no preço do modelo, assim que a medida entrar em vigor.

Hoje, o Prius paga 13% de IPI - e custa R$ 126,3 mil. Com a redução para os 7%, o valor do modelo poderia ficar abaixo de R$ 120 mil.

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https://www.noticiasautomotivas.com.br/toyota-prius-deve-baixar-de-r-126-mil-para-r-118-mil-com-reducao-de-ipi-para-7/

Toyota Prius deve baixar de R$ 126 mil para R$ 118 mil com redução de IPI para 7%

3 Minutos de Leitura

novo-toyota-prius-2016-3 Toyota Prius deve baixar de R$ 126 mil para R$ 118 mil com redução de IPI para 7%

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior confirmou a redução de IPI para carros elétricos e híbridos no Brasil. De acordo com Marcos Jorge, que ocupa a pasta interinamente, a publicação da medida provisória ocorrerá entre o final de janeiro e começo de fevereiro, beneficiando diretamente os carros que possuem tais tecnologia. Ambos terão o mesmo percentual de alíquota do imposto, que será de 7%. Atualmente, os elétricos recolhem 25%.

Com isso, haverá um importante impacto nos preços de carros com essas tecnologias, incentivando inclusive a chegada de novos produtos no mercado automotivo nacional. Confirmado em evento que comemorou os 60 anos da Toyota no Brasil, a redução terá um efeito direto no valor do híbrido Prius, que atualmente é vendido por R$ 126.600. A montadora promete uma redução para a casa de R$ 118 mil, de acordo com o jornal Folha de São Paulo.

Como o híbrido já recolhe 13% de IPI por conta de seu motor 1.8 de 99 cv, a redução no preço será praticamente a mesma da diferença de imposto. Ou seja, menos 6%. A marca japonesa apenas aguarda a publicação no Diário Oficial da União para fazer a redução, que deve gerar um corte em torno de R$ 8 mil. Se a BMW seguir os mesmos passos, o elétrico i3 pode cair de R$ 160 mil para perto de R$ 130 mil, um valor realmente muito mais competitivo, ao ponto de se aproximar do híbrido japonês, por exemplo.

novo-toyota-prius-2016-3 Toyota Prius deve baixar de R$ 126 mil para R$ 118 mil com redução de IPI para 7%

No caso deste último, a Toyota ainda confirmou que o Prius terá de fato uma versão flex. O modelo já está sendo testado para receber a tecnologia do combustível vegetal, mas isso não deve gerar uma nova redução de IPI, visto que os carros populares com motor movido por álcool pagam no mínimo 7% de IPI, que provavelmente continuará a ser o limite imposto pelo governo. A marca acredita que a união de híbrido e flex é o futuro para o Brasil. Porém, marcas como Chevrolet e Nissan já preparam a chegada de carros totalmente elétricos, tais como Bolt e Leaf, enquanto a VW confirmou a chegada do e-Golf e do plug-in Golf GTE.

Mas a oferta poderia ser ainda maior, especialmente em híbridos. A Toyota registrou no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) o desenho de patente do Prius C. Este modelo, apesar do nome, não é e nem utiliza a plataforma TNGA do Prius vendido aqui regularmente. Trata-se de uma variante do hatch Yaris, que no Japão recebeu o nome Aqua.

novo-toyota-prius-2016-3 Toyota Prius deve baixar de R$ 126 mil para R$ 118 mil com redução de IPI para 7%

Com 4,00 m de comprimento e 2,55 m de entre-eixos, o Toyota Prius C utiliza a mesma tecnologia do Prius, que é o sistema Hybrid Sinergy Drive, mas com motor 1.5 Dual VVT-i de ciclo Atkinson, entregando 73 cv. Além dele, há um motor elétrico de 60 cv, totalizando de forma combinada 99 cv. Ele utiliza baterias de hidreto de níquel-metálico de apenas 0,9 kWh. Com isso, ele faz 20,4 km/litro na cidade e 18,2 km/litro na estrada, segundo o padrão americano EPA.

Nos EUA, o Prius C custa US$ 20.630, pouco menos que o Prius, que parte de US$ 23.475. Aqui, provavelmente custaria perto de R$ 100 mil com essa redução de IPI. Como proposta de híbrido, até valeria, mas o pequeno tamanho e o alto preço, dificilmente encontraria compradores. O registro no INPI também não significa um futuro lançamento, sendo a patente registrada para proteção de direitos, como ocorre em todo o mundo.

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Agora a VW diz que lançará o Golf GTE no 2º semestre de 2019.

 

https://www.noticiasautomotivas.com.br/volkswagen-promete-golf-gte-para-2019-e-mostra-passat-gte-no-salao/

Volkswagen promete Golf GTE para 2019 e mostra Passat GTE no salão

2 Minutos de Leitura

Volkswagen promete Golf GTE para 2019 e mostra Passat GTE no salão

A Volkswagen está exibindo no Salão do Automóvel 2018 suas propostas híbridas plug-in para o evento, mas confirmou uma delas para 2019. Os modelos Golf GTE e Passat GTE estão presentes na mostra, sendo que o primeiro chega no próximo ano, após ter rodado por aqui durante algum tempo “em testes”, segundo a marca alemã.

Equipado com motor 1.4 TSI de 150 cavalos e 25,5 kgfm, o Golf GTE tem ainda um elétrico com 102 cavalos, entregando 204 cavalos de forma combinada. O hatch esportivo tem câmbio DSG de seis marchas e pesa 1.615 kg, sendo 120 kg somente da bateria de lítio. Com esse conjunto, o modelo tem um consumo combinado de 62,5 km/litro.

A bateria de lítio pode ser recarregada em fonte externa de forma total entre 2,5h e 3,5h, dependendo da voltagem. Assim como o GTI, o Golf GTE possui um pacote visual e de performance totalmente esportivo, sendo que será oferecido por aqui com multimídia Discover Media e tela de 8 polegadas, sendo opcional a Discover Pro com tela de 9,2 polegadas.

Volkswagen promete Golf GTE para 2019 e mostra Passat GTE no salão

O outro modelo é o Passat GTE, que está sendo exibido sem compromisso de lançamento, embora sua presença ajude a medir a recepção por parte do público, o que eventualmente contribui para uma decisão comercial. O conjunto motriz do sedã alemão é a mesma do Golf GTE, porém, sem motor 1.4 TSI tem 156 cavalos e o elétrico entrega 115 cavalos.

Assim, o Passat GTE dispõe de 219 cavalos e 40,6 kgfm de forma combinada, indo de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos, como o Golf GTE. Com tanque de 50 litros, o modelo pode rodar até 1.100 km sem reabastecer, sem contar os 50 km percorridos apenas usando energia elétrica, assim como no hatch.

O sedã compartilha com o Golf os quatro modos de condução (eco, normal, sport e individual), assim como sistema de navegação GPS que define a rota mais eficiente em termos de consumo de combustível. Várias funcionalidades do Passat GTE são acessíveis pelo app Car-Net e-Remote. Agora só resta saber o preço do Golf GTE e eventualmente deste sedã, caso seja confirmado mais adiante.

 
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      Vendo Golf Highline DSG Unico Dono
      2014/15 mexicano
      unico dono
      27 mil km, garantia ate fev/19
      sem detalhes, placa final 5
      DSG trocado em set/18 (cambio fabricado em maio/18 na Alemanha. Por conta disso, garantia ate set/19
      Valor: 69.5k
      ctt: 11 98571 4230
    • Por Bethiol
      VOLKSWAGEN GOLF - 2.0 TSI GTI 16V TURBO GASOLINA 4P AUTOMÁTICO 2015 - R$ 94.900,00
      Carro estado de novo sem detalhes !!! Laudo cautelar aprovado !!!! Carro polido e higienizado . Todas as revisões na concessionária . Sem Remap todo original. O primeiro que ver compra.
      58000km Rodados
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      https://www.webmotors.com.br/c/25445404
       


    • Por Everton Pires
      Bom dia Pessoal, 
      Então, comprei a versão 18.2 do VCDS compatível com o golf, porém não consigo fazer o software rodar limpo sem dá erro, já fiz algumas tentativas mas não consigo. Sempre dá erro de comunicação e etc. Comprei pelo ML e o vendedor não me dá nenhuma orientação. 

      Tem alguma versão que seja mais simples e que faça o básico como, fazer a leitura dos ponteiros, aumentar a intensidade do arco do farol quando deixamos ele na meia voltagem, tirar o aviso do cinto de segurança, ligar a lampara de freio completa ao ser acionada, ativar o BIP do alarme ao travar/destravar. 

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      Tenho um Golf Highline 13/14 alemão com pacote exclusive. 
    • Por Frdvp1
      Boa tarde pessoal.
       
      acabei de adquirir um Golf mk7 2018, e antes de completar 1000km apareceu um barulho muito chato que tá parece vim da traseira direita,  não sei ao certo da onde, se é da suspensão, chaparia, ou alguma coisa interna do carro. Resolvi postar aqui pois alguém pode ter se deparado com problema parecido. Vou tentar postar um áudio do vídeo.  
       
      Levei na css mas devido a lei de Murphy o barulho cessou na hora que o mecânico foi dar uma volta comigo, voltando logo depois.
      Cópia de Barulho Golf 2.m4a
    • Por Diovanny
      Olá amigos! Tenho um Golf 1.4 tsi dsg 7,gostaria de saber se é normal e passar da 1ª marcha pra 2ª aos 10km/h em todos os modos? Modo eco chega a vibra nos quebra molas vc sente que tá forçando a embreagem? Já fui na css eles fizeram uma atualização mais continua msm coisa poderia me ajudar? Grato a todos