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Redução do IPI pode impulsionar Carros Elétricos e Híbidros (Golf GTE e E-Golf)

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http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2018/03/15/internas_economia,666210/com-reducao-do-ipi-prevista-carros-eletricos-ganham-mais-energia.shtml

Com redução do IPI prevista, carros elétricos ganham mais energia

Segundo dados do Denatran, circulam nas ruas brasileiras pouco mais de sete mil carros elétricos e híbridos


LR Lino Rodrigues
postado em 15/03/2018 06:00
 
 

 

 

A Toyota já vendeu 3,5 mil unidades do Prius com tecnologia híbrida, movido a gasolina e a energia elétrica(foto: Malagrine/Divulgação)A Toyota já vendeu 3,5 mil unidades do Prius com tecnologia híbrida, movido a gasolina e a energia elétrica(foto: Malagrine/Divulgação)

São Paulo — As vendas de carros movidos a eletricidade no Brasil superaram em 2017 a marca de três mil unidades, o triplo do número alcançado em 2016. Ainda é um desempenho tímido se comparado ao de países como China, que tem a liderança no mercado mundial, com cerca de 450 mil veículos, e Estados Unidos, com mais de 100 mil carros emplacados. Segundo dados do Denatran, circulam nas ruas brasileiras pouco mais de sete mil carros elétricos e híbridos. Automóveis totalmente eletrificados ainda são raros e enfrentam dificuldades para recarregar as baterias. Calcula-se que os pontos de recarga não passem de 50 em todo o país.

Essa realidade, porém, está prestes a mudar com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) prometida pelo governo. Nos próximos dias, o Ministério da Indústria e Comércio (Mdic) deverá anunciar a diminuição do imposto de 25% para 7%. O benefício incentiva a entrada de novos modelos eletrificados no mercado brasileiro.

A medida, é bom que se diga, vem sendo protelada desde o ano passado, juntamente com o Rota 2030, o novo regime do setor automotivo. O Rota vem para substituir o Inovar-Auto e traz uma série de exigências para melhoria de segurança e eficiência energética dos carros que serão produzidos no Brasil.

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Com a diminuição, o IPI dos elétricos será equivalente ao dos carros populares com motores flex 1.0. “A tributação do veículo elétrico hoje é a maior alíquota de IPI existente, paga 25%. Não tem nenhum sentido, ela tem que cair. Isso deve acontecer nas próximas semanas”, diz Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação que reúne as montadoras no país.

Mesmo diante da indefinição da questão tributária, a General Motors já anunciou a chegada do Chevrolet Bolt EV, totalmente movido a eletricidade e com preço nos Estados Unidos de US$ 37,5 mil. O Bolt já foi testado no Brasil e deve desembarcar no mercado ainda este ano. Com autonomia superior a 300 quilômetros, o modelo está sendo oferecido às startups que estão investindo no mercado de compartilhamento de veículos, uma tendência mundial que, tudo indica, veio para ficar.

Outra empresa que está acelerando seus projetos de elétricos é a Volkswagen. No Salão do Automóvel de São Paulo, previsto para outubro deste ano, a gigante alemã fará o lançamento oficial do E-Golf, uma versão 100% elétrica que será importada da Alemanha. Junto com ele, a Volks também traz um modelo híbrido do Golf, o GTE, de alto desempenho, com motores elétrico e turbo a gasolina. A ideia da montadora é ser a primeira marca a oferecer um carro totalmente elétrico ao consumidor brasileiro. Junto com a apresentação dos carros, serão promovidas ações de marketing incentivando o uso dos carros elétricos e híbridos no país.

A japonesa Toyota, que em 2017 alcançou o melhor desempenho em 60 anos de Brasil, com quase 200 mil unidades vendidas, quer disseminar o avanço da tecnologia híbrida com o modelo Prius. No ano passado, foram emplacadas no mercado brasileiro 2.407 unidades do modelo, um avanço de 396% em relação a 2016. Desde 2013, quando foram vendidas as primeiras unidades do Prius no Brasil, foram comercializadas 3.504 unidades.

No mundo, o número supera os seis milhões de carros vendidos. Trata-se de um verdadeiro fenômeno. A nova versão local do Prius, com motor híbrido flex e desenvolvido em parceria com as universidades de Brasília (UNB) e de São Paulo (USP), tem estreia prevista para o segundo semestre deste ano. Mas o carro continuará sendo importado do Japão.

As montadoras asiáticas estão na linha de frente desse novo mercado. A japonesa Nissan acaba de anunciar que está trazendo para o mercado brasileiro o Leaf, um dos carros elétricos mais vendidos do mundo. O modelo chegou a vir para o Brasil entre 2014 e 2016, quando cerca de 20 unidades rodaram como táxi nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

A partir 2019, a montadora japonesa informou que começam as vendas da segunda geração no mercado brasileiro. A apresentação deve acontecer no próximo Salão do Automóvel, em São Paulo. A versão com bateria mais forte, que antes rodava em torno de 200 quilômetros, passa a rodar 600 quilômetros com carga completa das baterias. Além do Brasil, a nova versão também será comercializada em vários países da América do Sul.

Na usina 

Parceira da Nissan no país, a francesa Renault montou um projeto com a Usina de Itaipu, que adquiriu uma frota do Twizy, compacto para duas pessoas adaptado para fazer compartilhamento entre os funcionários da empresa de energia. Os carrinhos rodam sem chave e são acionados por meio dos crachás dos empregados dentro e fora da área da empresa.

Recentemente, a usina também adquiriu 20 unidades do modelo ZOE, um hatch compacto 100% elétrico e, que também será utilizado no projeto da Itaipu. Os dois modelos ainda não têm previsão de venda no Brasil, mas o ZOE pode se tornar o primeiro veículo elétrico da Renault com produção no país.

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Todas as montadoras têm planos ambiciosos para os elétricos. “Observamos que a aceitação da tecnologia elétrica tem crescido significativamente entre os consumidores brasileiros, com avanço de tecnologia, custos e regularização”, diz Fernando Pfeiffer, gerente de marketing da Ford Brasil. “Mantemos o foco nessa tendência de mercado e testamos soluções capazes de satisfazer essas demandas.”

A Ford, que ainda não tem uma versão 100% elétrica, comercializa no mercado brasileiro o Fusion Hybrid, lançado em 2010, com sistema de propulsão que combina motor a gasolina e elétrico, alimentado por bateria de alta tensão. Segundo Pfeiffer, a montadora anunciou no ano passado a criação de uma equipe focada em desenvolver uma nova geração desses veículos. “É uma iniciativa para acelerar o processo de criação e implementação de veículos puramente elétricos”, completa o executivo.


Na tomada

A frota de veículos elétricos 
em circulação (números de 2017)

China    450 mil
EUA    100 mil
Brasil    7.240 mil


3.296
é o número de unidades 
vendidas no Brasil em 2017


156 mil unidades
é o potencial do mercado de elétricos
no país, ou 7% das vendas em 2017

As previsões para o setor

Frota Mundial de Elétricos e Híbridos

Em 2020
13 milhões de veículos

Em 2030
140 milhões de veículos, ou 10% da frota mundial

Estudo da Accenture Strategy e da FGV Energia

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9 minutos atrás, Bereba disse:

. A japonesa Nissan acaba de anunciar que está trazendo para o mercado brasileiro o Leaf, um dos carros elétricos mais vendidos do mundo. O modelo chegou a vir para o Brasil entre 2014 e 2016, quando cerca de 20 unidades rodaram como táxi nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

....esse já passou pelo Longa Duração das Quatro Rodas.

https://quatrorodas.abril.com.br/testes/longa-duracao-a-despedida-do-nissan-leaf/

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Temer assina criação de novo programa de incentivos a montadoras, o Rota 2030

Novo regime automotivo prevê que indústria poderá abater até R$ 1,5 bi em tributos ao ano, volume similar ao plano anterior, se investir R$ 5 bi anuais em pesquisa e desenvolvimento.

 
 

Por Guilherme Mazui e Yvna Sousa, G1, Brasília

05/07/2018 17h31  Atualizado há 10 horas

 
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Rota 2030 exigirá carros mais eficientes e oferecerá benefícios às fabricantes (Foto: Inês Campelo/Jeep/Divulgação)

Rota 2030 exigirá carros mais eficientes e oferecerá benefícios às fabricantes (Foto: Inês Campelo/Jeep/Divulgação)

O presidente Michel Temer assinou nesta quinta-feira (5), em cerimônia no Palácio do Planalto, a medida provisória que cria o novo regime automotivo brasileiro, o Rota 2030 Mobilidade e Logística.

Trata-se de um programa de incentivo a montadoras e de um conjunto de regras que as fabricantes deverão seguir para usufruirem desses estímulos, incluindo aumento da segurança e melhoria no consumo de combustível dos carros (leia mais detalhes abaixo).

Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), o regime foi dividido em 3 ciclos de investimentos, ao longo de 15 anos.

O plano era esperado para o começo do ano, mas atrasou devido a um impasse entre o Mdic e a Fazenda.

Por se tratar de uma medida provisória, o Rota 2030 só entrará em vigor ao ser publicado no "Diário Oficial da União". A MP precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em 120 dias, sob o risco de perder a validade.

 

Metas do Rota 2030

 

A principal medida do novo regime é a concessão de até R$ 1,5 bilhão por ano de crédito tributário à indústria, como um todo, caso as montadoras participantes do Rota 2030 invistam, pelo menos, R$ 5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento ao ano.

É um montante semelhante ao oferecido no plano anterior, o Inovar Auto, encerrado em 2017.

Cada empresa receberá crédito equivalente a 10,2% do total investido, que poderá ser usado no abatimento do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), o que era o principal ponto de discórdia entre os ministérios.

O programa completo será divulgado nesta sexta, mas algumas outras metas foram adiantadas pelo governo na cerimônia:

 

  • Eficiência energética - as montadoras serão obrigadas a manter a meta de eficiência energética do programa anterior (Inovar Auto) e deverão melhorar esse patamar em 11% até 2022, reduzindo o consumo de combustível e a emissão de poluentes dos carros;
  • Etiquetagem veicular - veículos comercializados no Brasil receberão etiquetas que informarão de maneira mais direta ao consumidor a eficiênca energética e os equipamentos de segurança instalados;
  • Desempenho estrutural - até 2027, os carros deverão incorporar as chamadas tecnologias assistivas à direção, que auxiliam o motorista na condução.

 

 

Incentivo a carros elétricos

 

Temer também assinou um decreto reduzindo o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos elétricos e híbridos (que têm um motor elétrico e outro a combustão). A medida já tinha sido anunciada no início do ano.

A alíquota passará de 25% para uma faixa que vai de 7% a 20%, em que pagarão menor percentual os veículos que tiverem maior eficiência energética. Para os motores a combustão (veículos regulares) não há redução de IPI.

“A simples divulgação desse ato vai ter repercussão extraordinária no mercado nacional e internacional”, disse o presidente, em um rápido discurso.

“Esse programa vai trazer previsibilidade, melhorar nossa competitividade e trazer segurança jurídica”, disse Antonio Megale, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que participou da cerimônia.

 

Inovar Auto

 

O atraso na divulgação do Rota 2030 fez com que montadoraspressionassem o governo, dizendo que precisavam conhecer as regras do novo modelo para planejar próximos investimentos no país.

O Brasil estava sem um regime automotivo desde o fim do ano passado, quando terminou o anterior, chamado de Inovar Auto, que foi condenado pela Organização Mundial do Comércio por criar regras menos favoráveis para carros importados.

 

https://g1.globo.com/carros/noticia/temer-assina-nesta-quinta-criacao-do-novo-regime-automotivo.ghtml

 

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Seria legal se os Estados e o DF seguissem o exemplo e também reduzissem o ICMS (que pode chegar a 15%) para elétricos e híbridos. Em SP por exemplo, híbridos tem desconto no IPVA e são isentos de rodízio.

 

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Governo assina Rota 2030 e abre portas para híbridos e elétricos nacionais

Em caráter de Medida Provisória, o decreto deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional nos próximos 120 dias para valer permanentemente

Por Gabriel Aguiar, Rodrigo Ribeiro e Henrique Rodriguez
access_time6 jul 2018, 13h19 - Publicado em 5 jul 2018, 19h06
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Fabricação novo Volkswagen Polo

Programa Rota 2030 é aprovada em caráter de Medida Provisória (Divulgação/Volkswagen)

Fabricação novo Volkswagen Polo Programa Rota 2030 é aprovada em caráter de Medida Provisória

Programa Rota 2030 é aprovada em caráter de Medida Provisória (Divulgação/Volkswagen)

O programa Rota 2030, criado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, finalmente foi assinado pelo presidente Michel Temer após mais de um ano em negociação.

Diferentemente do plano Inovar-Auto – que vigorou de 2012 até dezembro de 2017 –, a nova proposta também prevê mudanças na tributação de veículos elétricos e híbridos.

O projeto foi firmado em caráter de Medida Provisória e começa a valer a partir da publicação do Diário Oficial, mas em caráter provisório por 120 dias. Para entrar em vigor permanentemente, precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias.

“Temos muitos aliados no Congresso”, disse o presidente da associação de fabricantes (Anfavea), Antonio Megale.

O decreto prevê uma série de incentivos para os próximos 12 anos que, segundo o planalto, darão mais garantia aos investimentos dos fabricantes no Brasil e à geração de empregos.

Veículos elétricos e híbridos

O decreto assinado altera a alíquota do IPI para carros híbridos e elétricos (que, atualmente, é de 25%) para estimular a comercialização dessas tecnologias no marcado nacional.

Com a publicação do Rota 2030 no Diário Oficial da União, as alíquotas para esses veículos serão de 7% a 20%, variando de acordo com o nível de eficiência energética e com o peso do veículo.

Essa redução do IPI só passará a valer em novembro, quando acaba a noventena.

Leis que instituem novos tributos ou aumentam tributos já existentes só pode entrar em vigor, no mínimo, 90 dias depois da data de sua publicação.

Segundo o Mdic, essa alteração se alinha às demais iniciativas governamentais de apoio à expansão do uso de novas tecnologias de motorização para se criar no Brasil uma matriz de transporte verde.

Metas e benefícios

Uma das novidades é que o governo estabeleceu requisitos obrigatórios de Pesquisa e Desenvolvimento, eficiência energética e segurança para os veículosvendidos no país. Caso as metas sejam superadas, haverá redução do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). Saiba mais: Por que a logística automobilística é tão importante? Entenda com a Prestex Patrocinado 

Sendo assim, a cobrança de IPI para veículos a combustão permanece como é atualmente, por cilindrada. Mas serão revisadas em 2023, quando os modelos que atingirem as metas terão redução de 2% na alíquota. “Se houver alguma mudança, será na segunda fase do Rota”, disse Megale.

Atualmente, as alíquotas de IPI são de 7% para modelos 1.0; 11% para modelos até 2.0 flex ou movidos a etanol; 13% para modelos até 2.0 apenas a gasolina; 18% acima de 2.0 flex ou movidos a etanol; 25% acima de 2.0 apenas a gasolina; e de 4% a 8% para utilitários.

Essa redução na alíquota funcionará assim: no início, todo mundo terá 1% de redução. O 1% extra poderá vir de redução extra no consumo (como era no Inovar-Auto) ou por segurança veicular. Sistemas de proteção a pedestres, como frenagem autônoma, poderão ser considerados.

Segundo a Anfavea, serão incluídos de 15 a 17 itens obrigatórios, definidos junto ao Denatran, e que serão indicados no programa de etiquetagem do Inmetro já existente hoje.

Por fim, será obrigatório aumentar em 11% a eficiência energética dos veículos até 2022, além de incorporar “tecnologias assistivas à direção” nos próximos nove anos.

O Rota 2030 foi pensado para ter três ciclos de investimentos, com “revisão da política e reorientação das metas e instrumentos” a cada cinco anos, de acordo com o Mdic.

Jeep Renegade Linha de montagem do Jeep Renegade em Goiana (PE)

Linha de montagem do Jeep Renegade em Goiana (PE) (Divulgação/Jeep)

Será concedido um crédito de R$ 1,5 bilhão para a indústria automobilística no país, que deverá garantir um aporte mínimo de R$ 5 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento ao ano.

Caso descumpram os requisitos, os incentivos poderão ser cancelados com efeitos retroativos, suspensão no programa e multa de até 2% sobre o faturamento no mês anterior.

Também serão concedidos créditos tributários de até 10,2% para o abatimento do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL).

Ressarcimentos do Inovar-Auto

O Rota 2030 também prevê o ressarcimento das empresas habilitadas na modalidade “projeto de investimento” que tiveram cobrança de 30% adicionais do IPI durante o Inovar-Auto.

Isso porque os valores deveriam ter sido restituídos pelo Governo Federal como créditos e deduções de tributos, porém, com o fim do programa anterior, “não houve tempo hábil”.

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