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Bereba

Novo Golf estréia em 2019

Pergunta

 

https://motor1.uol.com.br/news/237307/novo-volkswagen-golf-2019/

 

Novo VW Golf estreia em 2019 com nova plataforma

 
MAR 26, 2018 em 12:03
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POR: REDAÇÃO, Redação
 

Estreia será no Salão de Genebra, em março do ano que vem

Os trabalhos para a nova geração do Volkswagen Golf estão bem adiantados. A marca já confirma a apresentação, que será feita no Salão de Genebra, em março de 2019. Segundo informações publicadas pela Autocar Japan, o modelo irá estrear uma nova plataforma, a MQB/W, para ser capaz de receber sistemas avançados de condução semi-autônoma e motorizações eletrificadas.

Leia também:

A informação foi revelada por Frank Welsch, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Volkswagen. “O MQB mudou tanto que eu não acho que seja mais o mesmo MQB”, disse Welsch. “Nós mudamos os motores e os sistemas elétricos. Precisamos de mais informação do trânsito e potência para o carro conseguir enviar mais dados”. Essas mudanças fazem com que a base receba o nome de MQB/W e que, assim como foi com a MQB, será levada para outros carros da marca.

VW Golf 8 teaser

Essas alterações devem ser feitas para adoção de sistemas eletrificados mais simples de 48V, tendência da indústria, principalmente para a Europa. Deve manter os motores 1.0 e 1.5 TSI atuais, com algumas alterações para reduzir a emissão de poluentes, além do sistema de 48V. Uma perda deve ser o e-Golf, para não criar brigas com o ID, hatchback puramente elétrico já confirmado para produção. Por outro lado, o híbrido GTE deve seguir na linha.

No Brasil, ainda aguardamos pela reestilização do hatch médio. Descobrimos recentemente que a marca está segurando seu lançamento por causa da alta demanda pelo painel digital, também oferecido no Polo e no Virtus. A expectativa é que seja lançado na metade do ano. Já a nova geração não tem previsão de chegar e o futuro da produção nacional do hatch já foi discutida diversas vezes, após declarações do ex-presidente da marca de que o modelo poderia sair de linha em breve.

Leia também:

Fonte: Autocar Japan
Fotos: Cars.co.za

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12 respostass a esta questão

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15 horas atrás, Sobrinho disse:

Eu acho que essa moda de SUV é passageira aqui no Brasil.

SUV são carros gastões, desajeitados e grandes, que não se encaixa ao nosso trânsito caótico, ruas estreitas, poucas vagas de estacionamento e preço de combustível alto.

Lá nos EUA o povo não está preocupado com consumo de combustível, as ruas são largas, o trânsito é civilizado e o preço do combustível é baixo. Além disso eles gostam de carros grandes, para compensar o pinto e o cérebro pequenos. 

Já na Europa a preocupação com a emissão de poluentes faz a busca por carros mais eficientes e econômicos, que são os hatches.

https://garagem360.com.br/mais-vendidos-eua-e-europa-2017/

 

Já aqui no Brasil, não temos consciência ecológica tão forte, mas os custos de combustível nos farão buscar a redução de consumo de combustível. Nosso trânsito caótico também pede carros menores, para ter agilidade e manobrabilidade. Fora a possibilidade de estacionar em qualquer vaga na rua.

E neste quesito, os carros mais eficientes e mais econômicos são os hatches.

Temos um outro problema que impulsionam os SUVs no Brasil, que são os buracos nas vias. Essa sim é uma grande vantagem, pois buracos não é mais privilégio de áreas pobres.

Talvez dê certo o que a reportagem fala, de hatches aventureiros, ou seja, carros que aliem baixo consumo de combustível, agilidade, facilidade de manobras e possibilitem andar em vias esburacadas.

 

Eu por exemplo, aprovaria um Golf Cross...

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Concordo quase na totalidade de seus comentários,[mention=1179]Bereba[/mention]. Mas com algumas ressalvas:

Em teoria o SUV deveria vir para somar no portfólio de uma marca, não para servir de opção aos hatches ou sedãs médios. Na realidade em mercados mais maduros é isso que acontece.

Muita gente chama de SUVs mero crossovers que nem tração traseira possuem, que dirá 4x4 e sequer 4x4 com reduzida ou aptidão offroad. Lógico, 90% de quem compra nem liga pra isso, mas pra quem já dirigiu vai entender que vale mais uma tração nas 4 rodas do que um ESP em termos de segurança ativa (não que sejam coisas excludentes, veja bem). Então vamos dividir esse segmento entre Crossovers, SUV Nutella e SUV raíz (só pra exemplificar, risos):

 

1. Crossovers: a esmagadora maioria em vendas, a ideia é conciliar bom espaço interno, conforto, funcionalidade e design, com uma dirigibilidade mais alta. Exemplos da classe: HR-V, Kicks, Renegade Flex, Captur, EcoSport etc.

 

2. SUV Nutella: aliados às propostas acima conseguem enfrentar certos obstáculos devido à tração integral, sob demanda ou não. Raramente oferecem alguma aptidão offroad. Exemplos da classe: Duster 4x4, Renegade 4x4, Suzuki Vitara, Suzuki SCross, EcoSport 4x4.

 

3. SUV raiz: esses sim foram concebidos para enfrentar trilhas mais ousadas em detrimento (ou não) do conforto e funcionalidade dos anteriores. Podem ser montados sob chassis de longarinas ou monobloco. Estão cada vez mais restritos e relegados a nichos de mercado bem específicos. Por geralmente terem preço bastante elevados, tendem a ser substituídos por picapes médias no BR.

Exemplos da classe: Jimny, Troller, Mitsubishi TR4 (não mais produzido), LR Freelander, entre os que eu me lembro.

 

O fato é que a tal moda Crossover, lamento dizer, não é passageira. Mesmo na Europa (que possui vastidão de marcas, modelos e opções) é notório o aumento de participação de SUVs e Crossovers na composição do portfolio, mas além das razões apontadas por vc existe mais um fator: é comum a oferta de tração AWD em veículos normais (até compactos) principalmente em países onde há forte nevascas. Até o Golf possui (na perua pelo menos eu sei que tem). Outro mercado que está migrando paulatinamente pra eles é a China (chinês ama um sedã).

 

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Concordo quase na totalidade de seus comentários,[mention=1179]Bereba[/mention]. Mas com algumas ressalvas:
Em teoria o SUV deveria vir para somar no portfólio de uma marca, não para servir de opção aos hatches ou sedãs médios. Na realidade em mercados mais maduros é isso que acontece.
Muita gente chama de SUVs mero crossovers que nem tração traseira possuem, que dirá 4x4 e sequer 4x4 com reduzida ou aptidão offroad. Lógico, 90% de quem compra nem liga pra isso, mas pra quem já dirigiu vai entender que vale mais uma tração nas 4 rodas do que um ESP em termos de segurança ativa (não que sejam coisas excludentes, veja bem). Então vamos dividir esse segmento entre Crossovers, SUV Nutella e SUV raíz (só pra exemplificar, risos):
 
1. Crossovers: a esmagadora maioria em vendas, a ideia é conciliar bom espaço interno, conforto, funcionalidade e design, com uma dirigibilidade mais alta. Exemplos da classe: HR-V, Kicks, Renegade Flex, Captur, EcoSport etc.
 
2. SUV Nutella: aliados às propostas acima conseguem enfrentar certos obstáculos devido à tração integral, sob demanda ou não. Raramente oferecem alguma aptidão offroad. Exemplos da classe: Duster 4x4, Renegade 4x4, Suzuki Vitara, Suzuki SCross, EcoSport 4x4.
 
3. SUV raiz: esses sim foram concebidos para enfrentar trilhas mais ousadas em detrimento (ou não) do conforto e funcionalidade dos anteriores. Podem ser montados sob chassis de longarinas ou monobloco. Estão cada vez mais restritos e relegados a nichos de mercado bem específicos. Por geralmente terem preço bastante elevados, tendem a ser substituídos por picapes médias no BR.
Exemplos da classe: Jimny, Troller, Mitsubishi TR4 (não mais produzido), LR Freelander, entre os que eu me lembro.
 
O fato é que a tal moda Crossover, lamento dizer, não é passageira. Mesmo na Europa (que possui vastidão de marcas, modelos e opções) é notório o aumento de participação de SUVs e Crossovers na composição do portfolio, mas além das razões apontadas por vc existe mais um fator: é comum a oferta de tração AWD em veículos normais (até compactos) principalmente em países onde há forte nevascas. Até o Golf possui (na perua pelo menos eu sei que tem). Outro mercado que está migrando paulatinamente pra eles é a China (chinês ama um sedã).
 
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Concordo no geral, faria apenas alguns comentários...

O Renegade está mais próximo do "raiz" do que do Nutella. O projeto dele foi originalmente pensado para o fora-de-estrada e, na versão trailhawk, ele é muito valente. Existem as versões "amansadas" (notadamente as 1.8 flex...), mas o DNA de lameiro está lá, ao contrário dos nutella.

Trânsito ruim não é exclusividade brasileira. Ele existe em qualquer centro urbano grande no mundo. E existe estrada ruim na Europa também: o velho continente não se resume à Alemanha, Áustria, França, etc. Os mesmos carros são vendidos no leste europeu, por exemplo, e mesmo na Alemanha as estradas vicinais por vezes são ruinzinhas. Claro que não é uma Transamazônica de merda, mas não é muito diferente de algumas estradas de pista simples que temos pelo interior de SP, por exemplo.

Infelizmente a tendência de migrar pros SUVs pequenos existe na Europa também. Só que lá as vítimas principais têm sido as minivans, categoria que nunca fez muito sucesso por aqui mesmo. Mas há incerteza na indústria também: não se sabe se depois de matarem as minivans a coisa pára por aí ou se vão fagocitar os hatches e sedãs médios.

Abraço

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Concordo no geral, faria apenas alguns comentários...

 

O Renegade está mais próximo do "raiz" do que do Nutella. O projeto dele foi originalmente pensado para o fora-de-estrada e, na versão trailhawk, ele é muito valente. Existem as versões "amansadas" (notadamente as 1.8 flex...), mas o DNA de lameiro está lá, ao contrário dos nutella.

 

Trânsito ruim não é exclusividade brasileira. Ele existe em qualquer centro urbano grande no mundo. E existe estrada ruim na Europa também: o velho continente não se resume à Alemanha, Áustria, França, etc. Os mesmos carros são vendidos no leste europeu, por exemplo, e mesmo na Alemanha as estradas vicinais por vezes são ruinzinhas. Claro que não é uma Transamazônica de merda, mas não é muito diferente de algumas estradas de pista simples que temos pelo interior de SP, por exemplo.

 

Infelizmente a tendência de migrar pros SUVs pequenos existe na Europa também. Só que lá as vítimas principais têm sido as minivans, categoria que nunca fez muito sucesso por aqui mesmo. Mas há incerteza na indústria também: não se sabe se depois de matarem as minivans a coisa pára por aí ou se vão fagocitar os hatches e sedãs médios.

 

Abraço

 

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Eu conheço jipeiros que não curtiram o Renegade Trailhawk. Principais motivos: plataforma, aptidão e câmbio automático (a tal reduzida é um recurso eletrônico do câmbio bem longe de ser útil no offroad).

Aliás reza a lenda que essa nova plataforma da FCA (Renegade, Compass, Toro, 500X,...) seria uma evolução da plataforma Gamma do Gran Punto / Opel Corsa D Europeus (da extinta joint-venture entre Fiat e GM). Não que seja ruim, mas fica longe de ser uma plataforma exclusivamente destinada para o offroad como citei no grupo dos SUV raíz. Só por está razão inclui no grupo dos Nutella (mas não quer dizer que isso seja ruim também, veja bem).

De resto concordo com seu review do mercado europeu.

 

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https://motor1.uol.com.br/news/240409/ford-modelos-eua/

 

Ford vai matar Fiesta e Fusion e terá somente picapes e SUVs nos EUA

 
ABR 26, 2018 em 08:37
 
 
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Anthony Alaniz
POR: ANTHONY ALANIZ, Associate Editor
 

Marca prefere focar nos modelos que realmente vendem

Para os norte-americanos, escolher um carro da Ford será mais complicado caso não goste de picapes ou SUVs. A marca confirmou os planos de eliminar boa parte de sua linha atual, como os hatches Fiesta e Focus e os sedãs Fusion e Taurus, para focar no que realmente dá lucro no país: SUVs, crossovers e picapes. Na prática, isso significa que a Ford terá só dois carros nos EUA: o esportivo Mustang e o Focus Active (versão aventureira do novo Focus). De acordo com o The New York Times, a fabricante está perdendo dinheiro com Fiesta, Focus e Fusion.

“Ao longo dos próximos anos, o portfólio do carros da Ford nos Estados Unidos irá passar para dois veículos - o líder do segmento Mustang e o novo crossover Focus Active, que chega no ano que vem", disse a empresa no relatório financeiro do primeiro trimestre.

A nova estratégia da Ford também inclui novos tipos de motorização, como incluir sistemas elétricos nos carros com maior margem de lucro, como a picape F-150, o esportivo Mustang e os SUVs Explorer, Escape e Bronco. A empresa começará a sua linha de carros elétricos com um esportivo de alto desempenho previsto para 2020. E ainda planeja colocar 16 modelos EV no mercado até 2022.

“Estamos comprometidos em tomar todas as atitudes apropriadas para aumentar o lucro e maximizar os retornos de nosso negócio a longo prazo", disse Jim Hackett, presidente e CEO da Ford, no relatório financeiro divulgado. "Se pudermos aumentar nosso lucro reduzindo as partes que dão menos retorno, nós iremos. Se o retorno financeiro apropriado não estiver no horizonte, iremos mudar o investimento para onde possamos ganhar."

Ford Focus Active 2019
28 fotos
Ford Focus Active 2019Ford Focus 2019Ford Focus 2019Ford Focus 2019Ford Focus 2019Ford Focus 2019Ford Focus 2019
 

A notícia de que a Ford está revendo sua linha para eliminar sedãs e focar em SUVs e crossovers não significa que não terão novos produtos. A fabricante irá explorar o que chama de "espaços em branco" - que seriam veículos que combinam os melhores atributos de carros e utilitários.

Não há uma previsão de quando a Ford deixará de vender C-Max, Fiesta, Focus, Fusion, e Taurus nos EUA. Porém, a empresa diz no relatório: "Por exemplo, até 2020, quase 90% da linha ad Ford nos EUA serão de picapes, utilitários e veículos comerciais." É relativamente cedo. E ainda não sabemos como isso pode afetar o Brasil. O futuro do Fusion já era questionado há um tempo e, com o anúncio do fim para os EUA, a marca pode trazê-lo de outro lugar e encerrar a produção mexicana. Outro ponto importante é que, embora tenha falado somente dos EUA no momento, não sabemos quais são os planos de Hackett para os outros mercados onde a Ford atua.

Fonte: Ford

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https://g1.globo.com/carros/noticia/ford-vai-desistir-de-maior-parte-de-sedas-nos-eua-incluindo-fusion-e-fiesta.ghtml

 

Ford vai desistir de maior parte de sedãs nos EUA, incluindo Fusion e Fiesta

Montadora planeja linha com 90% de SUVs, picapes e veículos comerciais até 2020. Mustang e Focus Active serão mantidos

 
 

Reuters

Por Reuters

26/04/2018 09h20  Atualizado há 21 horas

 
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Ford Fusion (Foto: Ford/Divulgação)

Ford Fusion (Foto: Ford/Divulgação)

AFord revelou nesta quarta-feira (25) um plano para cortar custos e impulsionar as margens de lucro em ritmo mais rápido que o anunciado anteriormente, algo que inclui desistir de modelos tradicionais de sedãs na América do Norte, como Fusion e Fiesta, cada vez mais impopulares entre os consumidores.

A segunda maior montadora de veículos dos Estados Unidos agora planeja cortar US$ 25,5 bilhões em custos até 2022, ante US$ 14 bilhões previstos no plano anterior anunciado no ano passado.

O presidente-executivo da Ford, Jim Hackett, afirmou a investidores que a companhia está passando por um "profundo reposicionamento" de suas operações e pode sair de negócios não lucrativos.

A Ford "não vai investir em novas gerações de sedãs tradicionais para a América do Norte", incluindo Fusion, Fiesta e Taurus, disse a montadora.

Respondendo à mudança na demanda dos consumidores em direção a utilitários esportivos (SUVs) e picapes, a Ford afirmou que planeja reduzir seu portfólio de carros na América do Norte a apenas dois modelos: o esportivo Mustang e o crossover compacto Focus Active a partir de 2019.

No comunicado, a empresa não informou de que modo isso pode influenciar nas operações no mercado brasileiro.

 
image.jpeg.06d73e47b021e97343ccc301d7662864.jpeg

Ford Mustang será mantido pela fabricante (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Ford Mustang será mantido pela fabricante (Foto: Marcelo Brandt/G1)

 

Reestruturação

 

A companhia tem sido pressionada por investidores em Wall Street para melhorar sua linha de produtos e margens de lucro. Em 2017, o lucro antes de impostos da Ford caiu para US$ 8,4 bilhões ante US$ 10,3 bilhões um ano antes.

"Vamos reestruturar conforme seja necessário e seremos decisivos", disse o executivo. "Vamos cuidar da parte saudável de nossos negócios" e dispensar operações marginais, disse Hackett.

A Ford espera margem de lucro antes de impostos de 8% no mundo e 10% na América do Norte até 2020, antes da meta anterior de 2022.

 

Lucro no trimestre

 

A Ford divulgou que teve lucro líquido no primeiro trimestre de US$ 1,74 bilhão, ou US$ 0,43 por ação, ante US$ 1,6 bilhão, ou US$ 0,40 por papel, em igual período um ano atrás. Analistas, em média, esperavam lucro de US$ 0,41 por ação.

Apesar do crescimento do lucro, a margem caiu de 6,4% para 5,2 % no período.

A única região, além da América do Norte, em que a Ford teve lucro no trimestre foi a Europa. O prejuízo da empresa na região Ásia-Pacífico foi puxado por queda das vendas na China, onde a Ford apenas começou a lançar novos modelos.

Joe Hinrichs, presidente de operações globais, afirmou que a Ford planeja fabricar um novo produto em sua fábrica em Hermosillo, no México, quando abandonar a produção do Fusion, e que vai fábricar no México um novo veículo elétrico.

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https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2018/04/ford-passara-vender-so-dois-carros-nos-eua.html

 

Ford passará a vender só dois carros nos EUA

Empresa quer comercializar apenas as linhas do Mustang e do Focus Active

26/04/2018 - 17H36 - ATUALIZADA ÀS 17H36 - POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE

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Ford Mustang GT Performance Pack Level 2 (Foto: Divulgação)FORD MUSTANG. VEÍCULO SEGUIRÁ FAZENDO PARTE DO PORTFÓLIO DA FORD NOS ESTADOS UNIDOS (FOTO: DIVULGAÇÃO)

A Ford decidiu mudar de estratégia nos Estados Unidos. A empresa anunciou que reduzirá o número de modelos vendidos no país drasticamente. Até 2020, quase 90% de sua frota será composta de caminhões, utilitários e veículos comerciais. O restante será dividido em apenas dois modelos: o Mustang, um líder de vendas da empresa, e o Focus Active, veículo que será lançado em 2019.

Atualmente, a Ford oferece seis modelos sedãs e coupés nos Estados Unidos: Fiesta, Focus, Fusion, C-Max, Mustang e Taurus. Deles, apenas o Mustang continuará no portfólio. No relatório financeiro pelo qual anunciou a mudança, a empresa cita redução na demanda. Segundo o TechCrunch, os automóveis da marca Lincoln, um braço de carros de luxo da Ford, também devem sofrer com as mudanças e desaparecer do mercado norte-americano.

"Estamos comprometidos a tomar as ações apropriadas para entregar crescimento lucrativo e maximizar os retornos a longo prazo sobre nossos negócios", disse Jim Hackett, presidente e CEO da Ford, no relatório financeiro. "Onde pudermos aumentar o retorno e melhorar o baixo desempenho parcial de nosso negócio fazendo adequações a ele, o faremos. Se um retorno apropriado estiver à nossa vista, nós mudaremos o capital de lugar, para onde possamos disputar mercado e ganhar."

Outro compromisso anunciado pela empresa é a opção por investimentos em veículos híbridos, que aceitam eletricidade como combustível. A companhia espera trazer 16 automóveis movidos à bateria elétrica para o mercado até 2022. O primeiro lançamento está previsto para 2020.

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Muitos obituários sendo confeccionados, indo em seus féretros e ou  esquifes rumo ao cemitério dos carros.
Em um futuro não muito distante a indústria automotiva será dividida em Período Pré-SVU's e Período Pós SUV's.
Tive até que consultar o dicionário para entender o post 🤣🤣.

Parabéns pelo bom uso do nosso tão maltratado idioma.

Abraço

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Pra quem já quiser atualizar para os faróis novos:

Estilo do carro Cabeça Da Lâmpada para VW GOLF 7 MK7 Atualização para MK7.5 Design Golf 7.5 Faróis LED DRL Farol Bi-Xenon Lente Dupla U
http://s.aliexpress.com/yaiuquqM?fromSns=Copy to Clipboard

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Volkswagen contraria Ford e diz que seguirá vendendo sedãs nos EUA

 
MAI 02, 2018 em 09:22
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Dyogo Fagundes
POR: DYOGO FAGUNDES, Repórter
 

"Seremos uma fabricante capaz de oferecer um portfólio completo", disse Hinrich Woebcken

Na contramão da estratégia seguida pela Ford, que recentemente anunciou sua retirada do segmento de sedãs nos Estados Unidos, a Volkswagen confirmou que seguirá firme apostando na categoria. Em conversa com o site Digital Trends, o chefão Hinrich Woebcken lembrou da importância dos três volumes para a empresa nos mais variados mercados e reiterou a chegada de novidades em breve. "Estamos pretendendo ser uma fabricante de carros capaz de oferecer uma linha completa", argumentou.

Leia também:

A favor dos sedãs, Woebcken mencionou a chegada recente da nova geração do Jetta e prometeu para logo a substituição da atual encarnação do Passat norte-americano. Além disso, lembrou que os sedãs levam vantagem sobre outras carrocerias no segmento elétrico, em especial por questões aerodinâmicas. “Quando você está falando sobre carros elétricos, os sedãs têm mais vantagens. A forma e o coeficiente de arrasto têm efeito na autonomia. Portanto, talvez tenham maior participação entre elétricos do que outras categorias", disse.

Volkswagen I.D. Vizzion Concept  - Teaser

Não por acaso, o chamado I.D. Vizzion (protótipo sedã da nova família de elétricos da marca) apresenta maior alcance que os irmãos Crozz (SUV) e Buzz (minivan) - 665 quilômetros, contra 500 km e 435 km, respectivamente. Ainda assim, o executivo alerta que "a questão de saber se a mobilidade elétrica favorecerá sedãs ou SUVs ainda não foi respondida".

Por isso mesmo, Woebcken garantiu a manutenção dos sedãs, mas disse que não deixará de lado pesados investimentos em SUVs. Só nos EUA, a marca lançará até 2020 o Atlas Cross Sport (variante de 5 lugares) e o inédito Tarek - modelo que também chegará ao Brasil. No longo prazo, a empresa avalia o avanço dos utilitários como algo permanente e diz que a tendência não irá se reverter.

Fonte: Digital Trends

https://motor1.uol.com.br/news/240868/volkswagen-seguira-apostando-em-sedas/

 

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    • Por Bereba
       
       
      Segundo o G1: "O modelo chega agora em junho, com atraso de alguns meses - o prazo era o início de 2018."
      Golf GTI: primeiras impressões
      G1 avaliou o hatch esportivo em rodovias alemãs. Modelo chega ao Brasil com motor mais potente.
          Por André Paixão, G1, Frankfurt - o jornalista viajou a convite da Anfavea
      05/06/2018 17h51  Atualizado há 13 horas
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: André Paixão/G1)
      A primeira atualização da 7ª geração do Golf foi lançada na Europa em novembro de 2016. Por aqui, demorou quase dois anos até o hatch médio receber as melhorias. O modelo chega agora em junho, com atraso de alguns meses - o prazo era o início de 2018.
       
       
      Mas há outras importantes novidades, como atualização de motores e novas tecnologias de conectividade. O motor, por exemplo, passou de 220 cavalos para 230 cv. Na Alemanha, ainda há um pacote chamado Performance, que eleva a potência aos 245 cv.
      Falando na Alemanha, o G1 esteve na casa da Volkswagen, e avaliou a versão mais emblemática do hatch, a esportiva GTI, antes do lançamento no Brasil.
      O trajeto total foi de 700 km, e terminou em Wolfsburg, no norte da Alemanha. A cidade abriga a sede da Volkswagen, e costuma receber encontros de donos de Golf GTI. Um deles aconteceu na véspera da devolução do veículo para a fabricante (veja mais abaixo).
       
      Ao gosto do cliente
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: André Paixão/G1)
      Ao contrário do que acontece no Brasil, na Alemanha, o GTI não é a versão mais potente do Golf. Por lá, ainda existe o Golf R, de 300 cv. E além do GTI, há outras duas variações esportivas, GTD (com motor diesel de 184 cv) e GTE (híbrida, com um motor 1.4 de 150 cv e outro elétrico, de 102 cv – entregam juntos 205 cv).
      Outra grande diferença em favor dos alemães é o nível de customização de cada unidade. Todo GTI “brasileiro” tem 4 portas e transmissão de dupla embreagem de 6 marchas. Ainda há 9 cores para a carroceria e 4 pacotes de opcionais.
      Na Alemanha, são duas opções de carrocerias, de 2 ou 4 portas. O motor é o mesmo 2.0 turbo para todas as unidades, mas ele pode ser “casado” com um câmbio manual ou de dupla embreagem, sempre de 6 marchas.
      A lista de equipamentos opcionais também traz dezenas de itens. São 36... isso mesmo, trinta e seis, opções de cores. Há mais variações de azul na Alemanha do que todas as tonalidades disponíveis para o público do Brasil. Ainda há 5 desenhos para as rodas, que podem variar de 17 a 20 polegadas.
       
      Volkswagen Golf GTI de 2 portas não está disponível no Brasil (Foto: André Paixão/G1)
      Apesar da farta paleta de azuis, a unidade avaliada pelo G1 era vermelha. De 2 portas. E com câmbio de dupla embreagem. O modelo também trazia uma série de outros equipamentos vendidos como opcionais.
      Entre os principais, destaque para as belas rodas de 18 polegadas com 5 raios, o seletor dos modos de condução, controle de cruzeiro adaptativo, quadro de instrumentos personalizável, bancos de couro e a central multimídia com conexão Android Auto e Apple CarPlay e controle por gestos, que estreou no Brasil com o Passat.
       
      Quanto custa?
       
       
      Detalhes em vermelho na lente dos faróis são uma das novidades do Volkswagen Golf GTI (Foto: André Paixão/G1)
      Na Alemanha, o Golf GTI parte de 32.950 euros, considerando um carro manual, com 2 portas e sem opcionais. No entanto, um exemplar com o mesmo nível de equipamentos do veículo avaliado pelo G1 custa ao menos 40.800 euros.
      No Brasil, o GTI atual parte de R$ 134.870. Mas, com todos os opcionais, beira os R$ 177.752. A Volkswagen ainda não divulgou os novos preços.
       
       
      Atualmente, o maior concorrente é o Honda Civic Si. Ainda que o Honda seja um cupê de duas portas com câmbio manual, as propostas são semelhantes: esportivos fáceis de dirigir, que não precisam de muito para divertir.
       
      Veloz, mas com regras
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      Um dos maiores atrativos para quem dirige na Alemanha (além dos carros) é o sistema de rodovias em que há trechos sem limite de velocidade, as chamadas Autobahnen, plural de Autobahn.
      Como mencionado acima, são trechos, e não toda a extensão. Em áreas onde há maior tráfego, o limite pode ser de 80 km/h ou 100 km/h, mesma velocidade dos diversos trechos em obras – algo recorrente por todo o trajeto de 700 km. Ainda há outros locais onde os carros não podem ultrapassar os 120 km/h ou 130 km/h. E todos respeitam.
       
      Motor 2.0 turbo do Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      Regras explicadas, hora de acelerar. Não há segredos em dirigir um Golf. É fácil encontrar uma boa posição de guiar, a ergonomia é boa e o carro é extremamente obediente.
      Em qualquer lugar do mundo, é possível reconhecer um Volkswagen pela sua suspensão firme. Com o Golf GTI não é diferente, mas isso já era esperado. Afinal, ninguém quer que um esportivo seja “mole” demais.
      Além de firme, o GTI é bastante rápido. Segundo números de fábrica, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6,4 segundos, e alcança os 248 km/h. Nas estradas alemãs, não foi possível alcançar esta velocidade. Por pouco.
       
      Tranquilo a 220 km/h
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      Em uma das “esticadas”, o hatch levou poucos segundos para passar de 150 km/h para 200 km/h. Mais alguns instantes e o marcador digital apontava 220 km/h. Estrada movimentada, hora de tirar o pé.
      Mas só até o próximo trecho livre. O Golf GTI é um carro que instiga o motorista a acelerar, esticar as marchas e curtir o gostoso ronco do motor de 2 litros. Uma das maiores qualidades do modelo é o torque, farto em praticamente qualquer faixa de rotação.
      O pico, de 35,7 kgfm, está disponível entre 1.500 rotações por minuto e 4.600 rpm, enquanto os 230 cv são entregues entre 4.700 rpm e 6.200 rpm.
       
      Tabela de concorrentes do Volkswagen Golf GTI (Foto: Fotos: André Paixão/G1 e Divulgação)
       
      12 km/l a 160 km/l
       
       
       
      Lembrando que a gasolina europeia não possui os 27% de etanol do combustível vendido no Brasil.
      Os números podem ser ainda melhores, considerando que os trechos rodoviários foram feitos com os modos de direção Normal e Sport. Na opção Eco, o GTI inclusive lembra um Golf 1.4 pela mansidão.
      De acordo com dados de fábrica, considerando o ciclo europeu, o Golf tem consumo médio de 15,7 km/l.
       
      Central obediente
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      No interior do GTI, pouco muda. Mas o destaque é a central multimídia com controles por gestos. Movendo as mãos de um lado para o outro, é possível alternar as estações de rádio e as imagens salvas no sistema.
      O sistema se mostrou simples e eficiente, atendendo às solicitações. No entanto, se o motorista estiver sozinho, o mais prático é alternar as estações de rádio usando os botões no volante.
      Além da central, a cabine do Golf praticamente não sofreu mudanças. O acabamento e a montagem das peças são bons, e o visual é sóbrio, sem extravagâncias.
                                                Salão de Paris 2016: Testando tela com controle por gestos do e-Golf
       
      Conclusão
       
      O Golf GTI sempre esteve entre os esportivos "acessíveis" mais cobiçados. Com estas atualizações, ele ficou mais esportivo. Mas, por outro lado, também deve ficar restrito aos bolsos mais abonados.
      Se hoje ele começa em R$ 134 mil, não seria absurdo imaginar um aumento nos preços para o modelo aprimorado. Ainda assim, é menos do que os R$ 160 mil cobrados pelo Honda Civic Si.
      O Golf GTI segue como um dos carros "apimentados" mais prazerosos de dirigir, especialmente por ser, ao mesmo tempo, muito rápido e obediente.
       
      Golf clube
       
       
      Volkswagen promove evento para celebrar o Golf GTI em sua sede, na cidade alemã de Wolfsburg (Foto: André Paixão/G1)
      Como foi dito acima, um dia antes da devolução do veículo de teste em Wolfsburg, a cidade recebeu um evento comemorativo ao Golf GTI. No estacionamento do estádio local, que fica ao lado da fábrica da Volkswagen, 5 mil pessoas celebravam a história do hatch, exibindo centenas de unidades do modelo, de todas as gerações e níveis de personalização.
      O evento foi uma reunião de donos de GTI na cidade onde o modelo nasceu, em 1976. Para celebrar o fato, a Volkswagen organizou uma carreata com 250 unidades do Golf pela fábrica, passando pela linha de montagem onde o primeiro esportivo foi produzido.
      Além de Wolfsburg, apenas mais uma fábrica da Volkswagen na Alemanha fabrica o Golf GTI. O modelo vendido no Brasil é feito por aqui.
       
      Volkswagen promove evento para celebrar o Golf GTI em sua sede, na cidade alemã de Wolfsburg (Foto: André Paixão/G1)
       
      Carreata de fãs do Golf GTI em Wolfsburg (Foto: Divulgação)
      https://g1.globo.com/carros/noticia/golf-gti-primeiras-impressoes.ghtml
    • Por João Pedro Jaquel de Faria
      Boa Noite,
      tenho um TSI 2015 que é meu desde zero e fiz há exatamente 1 semana a revisão de 20.000km e nada foi constatado e só a revisão básica foi feita. Entretanto, desde que peguei o carro sinto um barulho muito alto na parte da frente do carro no que parece ser algo relacionado a direção. O barulho se assemelha com o de uma cama quebrada ou algo do tipo. ocorre principalmente com o carro em velocidade baixa e qualquer movimento do volante, por menor que seja, faz barulho. Quando passa em ondulações leves também é possível ouvir e não é o tempo inteiro que acontece. De tempos em tempos (15 a 20 km), o barulho volta.
       
      Já aconteceu com algum de vocês? Sabem me informar o que pode ser? Tenho que correr com isso pois a garantia acaba em setembro.
       
      Obrigado!!
    • Por Bereba
       
      Volkswagen mais vendido do mundo é uma salsicha
      Enquanto o queridinho da Volks no mundo não atingiu 1 milhão de unidades em 2017, as salsichas quase chegaram a 7 mi
      15/05/2018 - Redação / Fotos: Divulgação / Fonte: iCarros
        Salsicha é o Volkswagen mais vendido do mundo 1/3   Iguaria culinária é do tipo Currywurst 2/3   Volkswagen produz salsichas há mais tempo que o Golf 3/3           Pensou que o Golf era o Volkswagen mais vendido no mundo? Para a surpresa de muitos a resposta é não. Em 2017, o produto mais vendido da marca atingiu 6,8 milhões de unidades contra 952 mil unidades do Golf. Afinal, que carro tão lucrativo é esse? Na realidade não é bem um carro, mas sim salsichas. Sim, salsichas Volkswagen.
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      http://www.icarros.com.br/noticias/geral/volkswagen-mais-vendido-do-mundo-e-uma-salsicha/24659.html
        Error loading player: Network error Por mais estranho que isso possa parecer, a Volkswagen produz salsichas do tipo Currywurst há 45 anos e, de longe, é seu produto mais vendido no mundo. O número é tão impressionante que supera a venda em 2017 de todos os carros que fazem parte do grupo VW, incluindo das marcas Audi, Porsche, Lamborghini, Seat, Skoda e Bentley.
      Veja ofertas de carros da Volkswagen 
      As salsichas são produzidas na Alemanha desde 1973 e só podem ser encontradas no país sede da marca. Comumente, alguns revendedores oferecem um pacote com cinco unidades da iguaria culinária da Volkswagen como presente para os compradores de carros novos. Já pensou em comer um salsicha com o mesmo logo do seu carro novo?