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Reviews: dono de MK7 dirigindo outros carros

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o problema é que no momento eles culpam a alta do dólar ( parece sensato imaginando que é um carro importado, tem as commodities etc ), mas passando a eleição a tendência é que o dólar caia um pouco e quem sabe até mais dependendo do próximo presidente. 
Mas os preços dos carros não costuma cair, e sobe de forma vertiginosa... 
O brasileiro se acostuma a pagar e vai pagando aí os fabricantes não veem motivo para redução. 

Realmente não tenho ideia onde iremos parar...não consigo aplicar reajustes em meus produtos da forma que os fabricantes o fazem...
Creio que em 2035 estarei andando em Fiat Mobi 2019 pois será o que consegui comprar com o valor de um Golf GTI 2015.

Papo furado, o dólar cai e nunca vi carro baixar de preço por causa disso, os preços só caem mesmo quando encalham os carros no pátio.
O up tsi foi lançado por 43 mil há 3 anos, hoje parte de 51 mil, o jetta comfortline saiu de 93 na versão 2018 e foi pra 110 mil na 119! Absolutamente nada justifica esse aumento de preços! Vamos lembrar que 130 mil era o preço de uma bmw 320i há 4 anos atrás. Pra ter uma ideia uma Toyota sw4 Diamond está custando módicos 267 mil! Um corolla xei em 2015 que comprei meu golf custava 83 mil, hoje o mesmo carro sai por volta de 103 mil, 20% em três anos.
Sinceramente não me vejo andando de carro zero nunca mais, sempre gostei da tranquilidade da garantia de fábrica, mas sinceramente cansei de sustentar a mamata dessas montadoras safadas.
Indiferente do presidente eleito, o problema é a forma como as montadoras colocam os preços e sobem cada vez mais patamares de valores em conjunto, logo logo Toyota e afins sobem pra 110 seus carros também.


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8 minutos atrás, sighup disse:


Papo furado, o dólar cai e nunca vi carro baixar de preço por causa disso, os preços só caem mesmo quando encalham os carros no pátio.
O up tsi foi lançado por 43 mil há 3 anos, hoje parte de 51 mil, o jetta comfortline saiu de 93 na versão 2018 e foi pra 110 mil na 119! Absolutamente nada justifica esse aumento de preços! Vamos lembrar que 130 mil era o preço de uma bmw 320i há 4 anos atrás. Pra ter uma ideia uma Toyota sw4 Diamond está custando módicos 267 mil! Um corolla xei em 2015 que comprei meu golf custava 83 mil, hoje o mesmo carro sai por volta de 103 mil, 20% em três anos.
Sinceramente não me vejo andando de carro zero nunca mais, sempre gostei da tranquilidade da garantia de fábrica, mas sinceramente cansei de sustentar a mamata dessas montadoras safadas.
Indiferente do presidente eleito, o problema é a forma como as montadoras colocam os preços e sobem cada vez mais patamares de valores em conjunto, logo logo Toyota e afins sobem pra 110 seus carros também.


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também acho que o dólar é só papo furado, mas no momento é uma desculpa que "cola"..mas quando cair os preços NUNCA são reduzidos. 
Também penso como você e não compro carro zero, mas faço isso mais por conta da desvalorização imediata ao tirar o carro da CSS. É sempre mais fácil achar um carro de alguém que infelizmente não pode arcar com os custos etc...
Mas acho que a parcela que não compra carro zero é insignificante então vamos continuar na mesma. 
Não vejo nenhuma mudança enquanto o governo for protecionista...

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Amigos, aqui vai só minha opinião pessoal.

Não é apenas o dólar, vocês realmente acham que o ICPA acumulado de 2018 está em 2,85%?
Estes dados são claramente manipulados, em lugar algum neste país este índice é real.
Só para manter o mesmo "padrão de vida" que eu levo, hoje tenho gastado na média 15% a mais do que em Janeiro. É óbvio que meu padrão não reflete o custo de vida da família brasileira, mas existe aí uma diferença enorme entre o que é divulgado e o que eu encontro nas prateleiras de super mercados, postos de gasolina, passagens, luz, etc...

O mercado se ajusta, o que não está se ajustando são os índices oficiais, por isto acredito que nenhum "salário" acompanhou.
Embora ainda temos os juros mais altos do mundo, quem está com o dinheiro aplicado em renda fixa tá vendo o poder aquisitivo evaporar.

Se tem algo a mais que justifique o preços dos veículos, eu não sei, mas não acredito puramente em maldade das montadoras.

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também acho que o dólar é só papo furado, mas no momento é uma desculpa que "cola"..mas quando cair os preços NUNCA são reduzidos. 

Também penso como você e não compro carro zero, mas faço isso mais por conta da desvalorização imediata ao tirar o carro da CSS. É sempre mais fácil achar um carro de alguém que infelizmente não pode arcar com os custos etc...

Mas acho que a parcela que não compra carro zero é insignificante então vamos continuar na mesma. 

Não vejo nenhuma mudança enquanto o governo for protecionista...

Não tem a ver com governo, tem a ver com exploração de mercado, somos nós que pagamos a conta da tecnologia e conforto dos carros dos europeus e americanos.

Mas sim, a fenabrave esperneia e eles taxam os concorrentes importados, sem exigir contrapartida alguma e isso não é mérito de um governo só, rola desde jk em todos os governos.

Independente de quem ganhar, enquanto não exigirmos mais por um valor justo, teremos esse mercado de bosta aí com ônix vendendo igual água.

 

 

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Eu esperava o novo Jetta Comfortline 1.4T com um preço 10 mil abaixo do que foi anunciado. Esperava na casa dos 99990, visto que a VW estava praticando preços que giravam em torno dos 83 mil no Jetta CL atual. Soma-se a isso o fato de Cruze e Civic terem versões na casa dos 90-95 mil. Até a Toyota, que pode cobrar 200 mil num Corolla, que vai vender, tem uma versão com preço mais baixo, que é a GLi.

É por isso que eu digo que o negócio do @Sobrinho no Jetta Highline foi um excelente negócio. Um carro com o mesmo câmbio do Golf GTI, motor 2.0T, suspensão premium, e mais teto solar e outras firulas, por 10 mil a menos do que o novo Jetta, que é um carro com câmbio inferior, suspensão de carro comum, e não esqueçamos que isso tudo resulta na redução dos custos de produção.

E pra finalizar, eu não pago 109990 nesse Jetta, e mais por não querer, por entender que não vale isso, do que por não poder. O R-Line por 120 mil, então...... Se fosse hoje, preferiria garimpar um GTI "básico" por uns 125-130 mil, suar um pouco mais pra pagar, mas ter mais carro na mão.

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7 horas atrás, CaUtz disse:

Eu esperava o novo Jetta Comfortline 1.4T com um preço 10 mil abaixo do que foi anunciado. Esperava na casa dos 99990, visto que a VW estava praticando preços que giravam em torno dos 83 mil no Jetta CL atual. Soma-se a isso o fato de Cruze e Civic terem versões na casa dos 90-95 mil. Até a Toyota, que pode cobrar 200 mil num Corolla, que vai vender, tem uma versão com preço mais baixo, que é a GLi.

É por isso que eu digo que o negócio do @Sobrinho no Jetta Highline foi um excelente negócio. Um carro com o mesmo câmbio do Golf GTI, motor 2.0T, suspensão premium, e mais teto solar e outras firulas, por 10 mil a menos do que o novo Jetta, que é um carro com câmbio inferior, suspensão de carro comum, e não esqueçamos que isso tudo resulta na redução dos custos de produção.

E pra finalizar, eu não pago 109990 nesse Jetta, e mais por não querer, por entender que não vale isso, do que por não poder. O R-Line por 120 mil, então...... Se fosse hoje, preferiria garimpar um GTI "básico" por uns 125-130 mil, suar um pouco mais pra pagar, mas ter mais carro na mão.

Notadamente esse New Jetta 1.4 é voltado para os Corolleiros.... Essa é a intenção dos comedores de chucrutes. Se é ou não? Só o  tempo dirá!

Público alvo; 3ª idade, senhorzinhos  entre 60 e 75 anos. O Jetta era um carro diferente, agora ficou igual os outros. Quem já guiou um, entende o que digo.  Donos podem até trocar de modelo, mas se  arrepende  até o último fio de cabelo do Olho De Tandera.

O 2,0 litro pode até vir com Multilink, aletas, saídas de ar traseiro. Motorzão de mais de 200 pocotós, e muitas outra firulas. Mas, e aqueles encostos de cabeça nos bancos traseiros costurados(integrados)? Para o meu gosto, muito estranho!

Parece que, ali onde abaixa o encosto traseiro de descanso braços, onde deveria dar acesso ao porta malas, parece que não é possível tal procedimento. E lá no maleiro, aquele montão de lata aparente?

O meu e o seu que é do tempo do zagáia rsrsrssrrsrsrs, tem acesso.

E não tem esse monte de lata amostra no maleiro. A finada plataforma vinha com habitáculo com 08 auto falantes. Os 1 Golf's também vinham, depois começou a capação. Vem só com 04 agora(pelo menos a Variant sim). Que inclusive, diminuiu o tamanho dos discos de freios dianteiros, dentre outras capações. É a Volquis, sendo Volquis!

Agora! Aquele varão que segura a tampa do capô dos Jetta's, ainda existe. Troco de chicletes ploc! Volquis sendo sovina ao extremo.

Costura(que na verdade é falseta), na parte emborrachada(parte superior do painel), idêntico ao Cornorolla. Suspensão um tanto mais voltada para maciez. Os anciães vão adorar e amar, a região glútea sendo massageada.

Veremos nessa jogada, se o New Jetta 1.4, vais ser escalado para jogar no time da galera do reumatismo. Ou ele vai ficar senil e decrépito nesse terreno dos sedãs médios.

 

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Se vocês acham caro o preço de um carro zero hoje o que dizer das concessionárias que cobram ágio de quase 5 mil temers num Toyota Yaris?
Sim, vcs não leram errado... Estou ajudando minha irmã adquirir com isenção PCD e na maioria das lojas da marca aqui em SP a situação é essa: quer o carro a pronta entrega? Paga R$5 mil acima do preço sugerido (que com as isenções aplicáveis para ela, que tem síndrome do túnel do carpo, sai cerca de 5 mil abaixo do valor para pessoa física).
É revoltante isso...

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Amigos, aqui vai só minha opinião pessoal.
Não é apenas o dólar, vocês realmente acham que o ICPA acumulado de 2018 está em 2,85%?
Estes dados são claramente manipulados, em lugar algum neste país este índice é real.
Só para manter o mesmo "padrão de vida" que eu levo, hoje tenho gastado na média 15% a mais do que em Janeiro. É óbvio que meu padrão não reflete o custo de vida da família brasileira, mas existe aí uma diferença enorme entre o que é divulgado e o que eu encontro nas prateleiras de super mercados, postos de gasolina, passagens, luz, etc...

O mercado se ajusta, o que não está se ajustando são os índices oficiais, por isto acredito que nenhum "salário" acompanhou.
Embora ainda temos os juros mais altos do mundo, quem está com o dinheiro aplicado em renda fixa tá vendo o poder aquisitivo evaporar.
Se tem algo a mais que justifique o preços dos veículos, eu não sei, mas não acredito puramente em maldade das montadoras.
Difícil afirmar que não é real. O índice é um só, mas o país é imenso e a desigualdade gigante. O fato é que a nossa realidade, de quem anda de carro bom, mora em apto ou casa em local relativamente privilegiado, escolhe pela qualidade no supermercado, paga escola particular para os filhos e se dá ao luxo de pequenos prazeres, não é mesmo refletida por esse índice. Pra quem anda de busão, compra só o básico, depende muito do assistencialismo do estado, etc, talvez seja por aí mesmo. E essa é a realidade mais comum na terra de Banânia.

Sobre o preço dos carros: esse lance de dólar é bobagem. Claro que influencia no custo mas, todos aqui que são comerciantes, industriais ou prestadores de serviço sabem que esse lance de repassar o custo tem limite. Se aumentaram o preço é porque a turma paga. Se não pagasse, não aumentava. Ou aumentava em um primeiro momento e encerrava as importações no segundo, porque teriam um estoque pra repassar que não seria facilmente absorvido pelo mercado.

Somos consumidores muito ruins, esse é o ponto. Enquanto deixarmos, essa turma monta em cima.

Abraço.

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16 horas atrás, Sobrinho disse:

Notadamente esse New Jetta 1.4 é voltado para os Corolleiros.... Essa é a intenção dos comedores de chucrutes. Se é ou não? Só o  tempo dirá!

Público alvo; 3ª idade, senhorzinhos  entre 60 e 75 anos. O Jetta era um carro diferente, agora ficou igual os outros. Quem já guiou um, entende o que digo.  Donos podem até trocar de modelo, mas se  arrepende  até o último fio de cabelo do Olho De Tandera.

O 2,0 litro pode até vir com Multilink, aletas, saídas de ar traseiro. Motorzão de mais de 200 pocotós, e muitas outra firulas. Mas, e aqueles encostos de cabeça nos bancos traseiros costurados(integrados)? Para o meu gosto, muito estranho!

Parece que, ali onde abaixa o encosto traseiro de descanso braços, onde deveria dar acesso ao porta malas, parece que não é possível tal procedimento. E lá no maleiro, aquele montão de lata aparente?

O meu e o seu que é do tempo do zagáia rsrsrssrrsrsrs, tem acesso.

E não tem esse monte de lata amostra no maleiro. A finada plataforma vinha com habitáculo com 08 auto falantes. Os 1 Golf's também vinham, depois começou a capação. Vem só com 04 agora(pelo menos a Variant sim). Que inclusive, diminuiu o tamanho dos discos de freios dianteiros, dentre outras capações. É a Volquis, sendo Volquis!

Agora! Aquele varão que segura a tampa do capô dos Jetta's, ainda existe. Troco de chicletes ploc! Volquis sendo sovina ao extremo.

Costura(que na verdade é falseta), na parte emborrachada(parte superior do painel), idêntico ao Cornorolla. Suspensão um tanto mais voltada para maciez. Os anciães vão adorar e amar, a região glútea sendo massageada.

Veremos nessa jogada, se o New Jetta 1.4, vais ser escalado para jogar no time da galera do reumatismo. Ou ele vai ficar senil e decrépito nesse terreno dos sedãs médios.

 

Realmente, as primeiras impressões passadas por jornalistas especializados, ainda que superficiais, dão conta de que a VW deu uma alterada no DNA do Jetta, tornando o carro mais confortável, e aproximando-o mais do Corolla. E aí eu pergunto: pra quê? Por que não continuar fidelizando o público que adquire o Jetta justamente pelas suas características, que permitem que seja chamado pela própria marca de "esportivo disfarçado de sedan"? Eu mesmo respondo: a razão é o nosso consumidor, que de uma maneira geral está com o dedo podre pra carros, isso aliado à indiscutível prioridade número 1 das montadoras, que é ganhar dinheiro, às vezes em detrimento do próprio DNA que identifica a marca no mercado. E isso é até compreensível, pois a VW, assim como qualquer outra marca, não sobreviveria, ou no mínimo encolheria muito, se não vender o bastante. E o consumidor brasileiro de carros, é, de maneira geral (mais uma vez), um modista, fotocópia do americano, e que se liga mais em status e centrais multi-mídias com suporte a "Apple Car Play"; diferente do público de visão entusiasta, que se identifica com o DNA de uma marca, e este sim, é o potencial comprador do Jetta até então, assim como do Golf, do Civic, entre (poucos) outros. Mas a questão crucial é que este último público, aqui no Brasil, é a fatia menor do bolo... e bem menor.

PS: Quanto à lata aparente no porta malas do novo Jetta, não consegui notar diferença significativa.

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39 minutos atrás, CaUtz disse:

, e que se liga mais em status e centrais multi-mídias

Qual sua opinião.  O que você achou dos difusores de ar ficarem abaixo da central multimídia? Melhor, pior, indiferente?

Eu particularmente sempre gostei delas do modo que são nos atuais(Golf/Jetta/Variant), na altura das mãos. Também nãos saberia informar se nessa altura(acima do multimídia), refrigera melhor o habitáculo.

Será que vai de encontro com o que vc teclou, deixar essa central em primeiro plano e chamar mais atenção?

Para quem valoriza gadgets, é um prato cheio!

 

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6 horas atrás, Sobrinho disse:

Qual sua opinião.  O que você achou dos difusores de ar ficarem abaixo da central multimídia? Melhor, pior, indiferente?

Eu particularmente sempre gostei delas do modo que são nos atuais(Golf/Jetta/Variant), na altura das mãos. Também nãos saberia informar se nessa altura(acima do multimídia), refrigera melhor o habitáculo.

Será que vai de encontro com o que vc teclou, deixar essa central em primeiro plano e chamar mais atenção?

Para quem valoriza gadgets, é um prato cheio!

 

Sobrinho, eu acho que as entradas de ar foram deslocadas pra que a central ficasse alinhada horizontalmente com o cluster, formando um conjunto mais homogêneo, como se fosse uma extensão do cluster. Na minha opinião, ficou um design legal, porém a central está mais voltada para o motorista. Acho que em questão de eficiência na refrigeração deve ser indiferente, ou desprezível.

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Sobrinho, eu acho que as entradas de ar foram deslocadas pra que a central ficasse alinhada horizontalmente com o cluster, formando um conjunto mais homogêneo, como se fosse uma extensão do cluster. Na minha opinião, ficou um design legal, porém a central está mais voltada para o motorista. Acho que em questão de eficiência na refrigeração deve ser indiferente, ou desprezível.
Hoje em dia as pessoas interagem muito com a central. Mais do que a estética, essa posição tem a vantagem de permitir usar o "touch" desviando menos a atenção da estrada.

A preocupação térmica é real, mas acho que entre, conforto e segurança, não cabe dúvida a respeito da prioridade.

Abraço

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Em 18/09/2018 at 9:20 PM, Sobrinho disse:
  Mostrar conteúdo oculto

 

                                                                     Garoto de programa travestido de seminarista.

 

 

Quem nunca disse, ou ao menos já pensou; Mulher minha, tem que ser uma leide no trato do dia a dia e uma prostituta entre 04 paredes.

Pois bem caros confrades, o Jetta Highline TSi de 211 cavalos vapor e quase 29kgfm de torque sofre desse mal. Ele é um auto de dupla personalidade, dócil, amigável, um carro puramente familiar. Mas quando instigado e cutucado com bambu curto, desperta os instintos mais primitivos, se transformando em um hot hatch apimentado. Sua aparência, não corresponde à sua verdadeira natureza. Ele tem que ser estudado, esse Voyage é polêmico!

Debaixo do capô "hiberna" um propulsor um tanto quanto desconhecido, passando por muitas vezes desapercebido, talvez a sigla TSi afugenta os incautos.

TSi?

Que raios é isso?.......

Não percam seus preciosos tempo em tentar explicar isso, para quem não se mostra(pelo menos), interesse em aprender, é perda de tempo. Os "expertos" só estão interessado em saber......

.É 2.0?

Uma das primeiras coisas que fiz foi tirar a litragem da mala.....coisa horrível, nunca gostei. Uns mais entendidos ainda; Se é loco! 100 contos, pq não pegastes um Corolla!? Respondo que; "Meu sonho de consumo é um Corolla Altis, mas como ele estava um pouquinho mais caro, fica para uma próxima oportunidade". Ou como o moço que pôs o insulfilm......Cara, ainda fabricam Jetta? Ou ainda quem sabe, um de meus fornecedores; Pq não comprou o Virtus, o sucessor dele?

Durmam com um barulho desses. Meu ouvido não é penico!

 

Mas de nada adianta um belo de um motor com uma transmissão capenga. Aqui existe um matrimônio perfeito. Aqui já dito a exaustão sobre a DSG7, essa DSG6 também comunga da mesma primazia. São farinhas do mesmo saco. Até o mais contumaz batedor de palanca, se dobra perante ela.

Ele é montado em cima da plataforma PQ35, não a tão afamada, dita em prosa e verso MQB. Muito provável, ainda essa semana o New Jetta de as caras na MQB em Terra Brasilis.

Como já me disseram, ou muitos pensam.....Esse sorveteiro é trouxa! Comprar um carro já datado, prestes a mudar de plataforma. Deva que fumou Cannabis estragada. Será mesmo? Aguardemos os capítulos seguintes.

Duas vezes mais, ficar com as portas em garrafa pet, plataforma defasada, do que perder Multilink e DSG. Deixem eu com meu Santanão. Temos que dar o braço a torcer e passar o cetro  ao Virtão marombado. Não que seja um carro ruim, mas do jeito que tenho acompanhado, prefiro o meu Voyajão.

 

Na verdade, eu nem iria escrever nada sobre o Jetta(atual), mas havia prometido. Segue aqui algumas linhas.

 

Depois de quase duas semanas com o carro e quase 5.000Km rodados, ele é tudo aquilo que se encontra na internet. Com seus defeitos e qualidades. Vou aqui relatar como usuário, não tenho conhecimento técnico nenhum.

Para quem ainda  não sabe, possuía um Golf TSi 1.4 DSG Mexicano Confortiline aro 16. Em 33 meses rodei um pouco mais de 109.000Km.

No Jetta, já ganho muitos mimos, deste volante multifuncional, ar digital bi zona, bancos com abas pronunciadas, imitação de  couro/napa(estilo lona de carreteiro)...... da marca Guerra......... é paz na estrada!

Também sensor de chuva, aro 17, controlador de velocidade de cruzeiro, sensor crepuscular e retrovisor interno fotocrômico.

Esse último, o que mais gostei.

Para muitos, possa ser meras banalidades ou algo até imprescindível, mas, para mim grandes novidades.

Apesar de ser um sedã, dentro dele parece que estás a conduzir um hatch. Com desenvoltura, garbo e elegância. Não uma gazela, ou um elefante em uma loja de cristais. Remete em alguns momentos um Golf MK7, salvo exceção alguns detalhes já conhecidos. Já o esmero nas junções, tudo beleza, sem rebarbas. Ele é montando em Puebla - México. O capricho/carinho/esmero segue a risca, igual a grande maioria dos Golf's Mk7. O habitáculo apesar de tudo isso, deixa bem claro e nítido que, você está dentro do Jetta e não do Golf MK7.

Existem alguns materiais que passam a mesma qualidade, mas deixam claro que são, como eu poderia explicar......do tipo, mesmo arroz/safra mas com classificação diferentes. Por exemplo;  A caixa de rodas dianteiras, nota-se que é o mesmo material(emborrachado), só que percebe-se ser de qualidade um tanto quanto inferior. A caixa de rodas traseiras, também são encarpetadas(tipo um veludo a grosso modo), não tão aprimorado e de tão boa qualidade aos empregados nos Golf's MK7. Não saberia informar se estou senil, se realmente é diferente ou fornecedor fez a receita diferente desses materiais.

Apesar da idade, tenho ouvidos de raposa. No Golf o isolamento acústico é bem mais aprimorado. Tenho que levar em conta aqui que, o Jetta é tala 17, já o Golf era 16. Nele se ouvia a zuada de vendo na coluna A, devido ao baixo ruído interno, isso ficava em evidência. Já no Santana tenho ouvido um tom acima essa zuada de vento na coluna A. Outro fator que notei foi que ao cruzar com os bitrens/carretas e afins o deslocamento de vento quando bate na coluna A, formando aquele turbilhão também é mais audível. Tenho que fazer uns testes com umas fitas aqui, vedando certinho para ver se é assim mesmo ou tem algo de errado entre a vedação do parabrisas.

Outra coisa que notei, a princípio pensei que estava doido. Mas, vasculhando na net, encontrei um user com a mesma descoberta. O pedal do freio(em relação ao Golf), ele é mais pronunciado para(sentido do motorista), para frente. Ou seja, em relação ao acelerador ele é mais "alto". Logo na primeira desacelerada e freada, eu notei. Agora, já me acostumei. No Golf, você meio que apoia o calcanhar no assoalho e só gira a ponta do pé para o freio, já no Jetta, vc tem que meio levantar um tiquinho o calcanhar, para pisar no freio. Para quem não tem o hábito de longas viagens, isso deve se tornar um fator um tanto quanto cansativo.

Outro fator, as portas são mais leves. Isso palavras de minha mulher, e é fato. Realmente são. Já tinha notado Não sei se é questão do material pet interno ou estamparias diferentes do Golf MK7. Já o capô é pesado para caramba. creio que torna leve o capô do Golf é o sistema de amortecedor a gás. No Jetta é vareta.

No mais é isso, eu feliz, família feliz e cachorra idem. Bagageiro um verdadeiro latifúndio de 510 litros para levar as tralhas nas viagens nesse lindo rincão Brasileiro.

Fica aqui as minhas sinceras considerações à todos do clube.

Abraçaços.

 

 

Eu entrei nessa idéia  em 21 de Julho comprei um Highline preto com teto 2917 0 km, sem xenon, na promoção de juros 0!

Meu outro carro é uma Golf confort branca com 37.000 km

Estou muito feliz com esta dupla!

Abs

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A verdade é que o mercado vai ficar resumido em 4 modelos:

Hatch pequeno = Chamados de "popular";

SUV = Montadas em cima das plataformas dos hatchs pequenos ( Você ainda vai ter um );

Sedã = Voltada para 3ª idade (Você ainda vai ter um também);

Picapes médias =  Fazendeiro, agroboy, chacreiro, etc...;

Essa é a minha opinião ! hatches médios já entraram em extinção, assim como aconteceu com as peruas !

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Pessoal, segue o meu breve relato sobre mais uma máquina.
Por estes dias, fui levar o meu possante para fazer a revisão dos 60.000 km. Essa estória eu vou contar em outro tópico, abro aqui apenas um parêntese. Eu havia marcado a revisão para as 10:00, mas estavam atrasados na CCS e não puderam me atender de imediato. Para "matar o tempo" enquanto eu esperava, me ofereceram um test-drive do Passat B8 2018/2019 (versão única, sem opcionais, R$ 165.000, Motor EA888 G3 com 220 CV + DSG6), da qual havia duas unidades em exposição: uma branca, com interior de couro claro (lindo, mas só da exposição já estava todo sujo...) e outro preto, de interior também preto. Saímos nesse para dar uma voltinha.
Para a minha surpresa, fizemos um trajeto até longo e variado, com velocidades de até 120 km/h, algumas curvas "divertidas" e pavimento variando entre a superfície lunar e o asfalto perfeito dos bairros endinheirados de São Trevas. Seguem minhas breves, porém marcantes impressões.
Visual: o carro é muito imponente. Grandão, sem ser exagerado. Nem parece compartilhar o DNA com o Golf. Ainda que a identidade da marca esteja lá, os vincos são muito mais marcados e transmitem personalidade forte. Acho que sóbrio, elegante e agressivo são bons adjetivos. Aquela frente o capô comprido são um show à parte: deixam ele com cara de mau. Um tiozão mal encarado, hahaha. 
Interior: de cara, o ambiente é muito familiar para quem tem Golf: a ergonomia é perfeita, quase idêntica à do primo menor. Pra quem está acostumado com os nossos carros, demora-se 10 segundos pra encontrar a posição perfeita ao volante. O volante, aliás, é idêntico ao do Golf, inclusive na qualidade do couro. O acabamento do Passat é melhor, mas não é uma distância gigantesca do Golf: os materiais são muito semelhantes na parte dianteira da cabine, só um pouquinho melhores. Muitos componentes são idênticos (hastes de seta, painel do A/C, botões, switches, etc). Notei, efetivamente, diferenças apenas em detalhes:
- As portas tem uma segunda parte em material emborrachado, além da parte superior como no Golf
- O console central tem material emborrachado nas laterais do pedestal e seu visual lembra muito o dos Golfs alemães (com freio de mão eletrônico e aquela cobertura dos porta copos)
- Além do porta-luvas, a gavetinha do lado inferior esquerdo ao volante também é forrada com veludo
- O tecido que recobre as colunas "A" é mais macio e suave que o do Golf, tem aspecto e tato um pouco melhores
- As colunas "B" são revestidas em tecido, com acabamento semelhante à coluna "A" do Golf
O espaço interno na frente é surpreendentemente parecido com o do Golf, apesar das dimensões externas maiores. A largura parece mais visualmente influenciada pelo desenho do painel, com um monte de elementos horizontais, do que pelo tamanho em si. Como eu disse, tudo muito familiar.
Na traseira, como de costume, há uma piora em relação à dianteira, mas nada grave. Pode-se dizer que a traseira do Passat é semelhante à dianteira do Golf em acabamento. A parte superior das portas, por exemplo, é emborrachada e há os filetes de "ambient light".
O espaço interno traseiro é bem melhor. A largura não muda muito e há também aquele "Túnel Rebouças" entre as pernas do passageiro central, mas a distância para o banco da frente é uns 15 cm maior que no Golf. Impressionante mesmo.
O silêncio a bordo é sensacional. Melhor que o do Golf, que já é excelente. Não se escuta absolutamente nada do que acontece debaixo do capô ou no mundo, do lado de fora.
Não vou me demorar nos equipamentos, porque é onde tem as maiores diferenças com o Golf. Apenas listando algumas coisas interessantes: 
- Painel digital não muda a vida de ninguém. É bacana, muito bonito, tem funcionalidades interessantes e facilita algumas coisas, mas não seria um critério de escolha do carro para mim. 
- Central de 9 pol com "gestos", que achei frescura, mas tenho que admitir que a imagem nela é muito perfeita, bem melhor até que nos Golf com Discover Pro.
- Bancos elétricos com memória e massagem
- Ar-condicionado com regulagem de temperatura separada para os bancos de trás
- No ACC, o radar agora fica atrás do logo da VW, na grade, e é quase imperceptível
- Porta-malas com abertura elétrica, por gesto do pé
Dá pra ficar horas só fuçando o carro. É um grande gadget, muito legal.
Condução: aqui, o mais interessante. Ele parece um "Golfão", há uma sensação de familiaridade imediata. Não transparece o tamanho que tem. Parece meu carro, só que depois de tomar anabol e fazer barba, cabelo e bigode. Apesar do tamanho, é bem ágil nas curvas e os freios "mordem" muito bem, aparentemente mais até do que os do Golf, que são bem espertos. Aquele motor de GTI empurra ele com facilidade, mas não é um esportivo, e sim um sedã familiar com comportamento bem convincente. E tem o curioso "delay" do acelerador, igual ao do Golf TSI. Obviamente, para nós que já estamos acostumados e até antecipamos a pisada em alguns casos, é bem natural também. Tirei de letra, mas imagino que um novato estranhe no começo.
Suspensão: IGUAL à do Golf, em linhas gerais. Não achei mais confortável, mas é mais silenciosa. No Golf eu escuto as pequenas pancadas transmitidas pelas descontinuidades do asfalto, por exemplo, que no passat eu escutei bem menos. Não sei o quanto disso é trabalho de isolamento ou se são somente os pneus diferentes e de perfil mais alto. Mas gostei muito.
Mas afinal, seria o meu segundo carro? Definitivamente, não. Seria o primeiro! Pena que custe tão caro. Sem sombra de dúvida, escolheria ele ao invés de um GTI totalmente equipado. Entrega bem mais e ainda custa uns R$ 10k a menos. E fiquei ainda com a sensação de que, por esses R$ 165k, ele entrega INFINITAMENTE mais do que uma BMW 320i Sport GP, uma MB C180, um A4 de entrada ou um A3 cheio de frescura. E o acabamento é comparável, se não melhor que os desses tais "premium".
É isso aí. Aquele abraço!
Dá uma olhada neste post aqui,@rbnogueira.

Abraço

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Prezados amigos, aproveito o espaço deste tópico para relatar uma experiência curiosa que tive aqui nos Estados Unidos. Digamos que saí da minha zona de conforto automotiva, dirigi uma Dodge Grand Caravan. Foi a primeira vez que dirigi um carro desse segmento, uma minivan que de mini não tem nada. É obvio que prefiro mil vezes o meu querido Golf MK7, mesmo assim foi bem interessante.

O carro tem uma combinação de powertrain muito tradicional, motor V6 3.6 de 283hp e câmbio automático de 6 marchas. O acerto é totalmente voltado para o conforto, as respostas do câmbio e acelerador são bem lentas e hesitantes. Por conta disso, agradou bastante a presença dos paddle shifters para antecipar uma rotação mais alta do motor quando necessário. Apesar dessas ressalvas, o desempenho é adequado, move com destreza o carro de quase 2 toneladas quando realmente exigido e levado até o limite das rotações. O ronco do motor V6 se mantém suave e agradável, ao contrário da maioria dos 4 cilindros nessa situação. No entanto a programação do câmbio automático sempre privelegia as baixas rotações, o que faz sentido em um carro deste porte com um motor V6.

A suspensão e direção seguem na mesma linha do motor e câmbio, priorizando o conforto. Causou bastante estranheza a lentidão e folga da direção, eu chegava a rir da situação. Curvas suaves a cerca de 35mph já faziam a carroceria inclinar ao mesmo tempo que a sensibilidade da direção tornava difícil saber quanto girar o volante para um determinado raio de curva. Sendo bem subjetivo, é uma direção pouco comunicativa. A maciez da suspensão também assusta ao passar por imperfeições maiores como emendas de pontes e trilhos de trem, carroceria se movimenta demais.

A cabine é tem 7 assentos, sendo os da segunda e terceira fileira rebatíveis, o que torna o porta malas deste carro gigantesco nessa configuração, pois o assoalho fica praticamente plano. Os bancos são de couro e bastante confortáveis, com mínimo apoio no assento e no encosto. O acabamento é honesto, me pareceu bem montado mas com plásticos simples. No entanto, acho importante citar que o carro tinha 107 mil milhas rodadas (carro de locadora) e a aparência da cabine era a de um carro novo. Achei muito conveniente a abertura elétrica das portas deslizantes traseira em ambos os lados, e também do porta malas. No caso das portas, pode-se abrir pela chave ou maçaneta e fechar pela chave ou pela maçaneta interna. O porta malas também pode ser aberto e fechado pela chave ou por botão.

Não tive muito tempo de testar a conectividade do carro. A central multimídia parece bem simples apesar da tela grande. O carro não traz itens muito avançados tecnologicamente. O controle de cruzeiro é o convencional, que existe há décadas. Os faróis são halógenos.

O design exterior não me agrada, mas entendo que seja difícil criar algo melhor do isso em um carro dessas proporções. A cor branca nesse carro me remete imediatamente à eletrodomésticos. Reparem na nostalgia da antena de rádio perto da coluna A direita. Achei que nunca mais veria isso em um carro atual.

O carro custa a partir de 26,250 dólares, acredito que entrega bastante por este valor. Pelo menos para mim, que estou acostumado com o mercado automotivo brasileiro.

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Prezados amigos, aproveito o espaço deste tópico para relatar uma experiência curiosa que tive aqui nos Estados Unidos. Digamos que saí da minha zona de conforto automotiva, dirigi uma Dodge Grand Caravan. Foi a primeira vez que dirigi um carro desse segmento, uma minivan que de mini não tem nada. É obvio que prefiro mil vezes o meu querido Golf MK7, mesmo assim foi bem interessante.
O carro tem uma combinação de powertrain muito tradicional, motor V6 3.6 de 283hp e câmbio automático de 6 marchas. O acerto é totalmente voltado para o conforto, as respostas do câmbio e acelerador são bem lentas e hesitantes. Por conta disso, agradou bastante a presença dos paddle shifters para antecipar uma rotação mais alta do motor quando necessário. Apesar dessas ressalvas, o desempenho é adequado, move com destreza o carro de quase 2 toneladas quando realmente exigido e levado até o limite das rotações. O ronco do motor V6 se mantém suave e agradável, ao contrário da maioria dos 4 cilindros nessa situação. No entanto a programação do câmbio automático sempre privelegia as baixas rotações, o que faz sentido em um carro deste porte com um motor V6.
A suspensão e direção seguem na mesma linha do motor e câmbio, priorizando o conforto. Causou bastante estranheza a lentidão e folga da direção, eu chegava a rir da situação. Curvas suaves a cerca de 35mph já faziam a carroceria inclinar ao mesmo tempo que a sensibilidade da direção tornava difícil saber quanto girar o volante para um determinado raio de curva. Sendo bem subjetivo, é uma direção pouco comunicativa. A maciez da suspensão também assusta ao passar por imperfeições maiores como emendas de pontes e trilhos de trem, carroceria se movimenta demais.
A cabine é tem 7 assentos, sendo os da segunda e terceira fileira rebatíveis, o que torna o porta malas deste carro gigantesco nessa configuração, pois o assoalho fica praticamente plano. Os bancos são de couro e bastante confortáveis, com mínimo apoio no assento e no encosto. O acabamento é honesto, me pareceu bem montado mas com plásticos simples. No entanto, acho importante citar que o carro tinha 107 mil milhas rodadas (carro de locadora) e a aparência da cabine era a de um carro novo. Achei muito conveniente a abertura elétrica das portas deslizantes traseira em ambos os lados, e também do porta malas. No caso das portas, pode-se abrir pela chave ou maçaneta e fechar pela chave ou pela maçaneta interna. O porta malas também pode ser aberto e fechado pela chave ou por botão.
Não tive muito tempo de testar a conectividade do carro. A central multimídia parece bem simples apesar da tela grande. O carro não traz itens muito avançados tecnologicamente. O controle de cruzeiro é o convencional, que existe há décadas. Os faróis são halógenos.
O design exterior não me agrada, mas entendo que seja difícil criar algo melhor do isso em um carro dessas proporções. A cor branca nesse carro me remete imediatamente à eletrodomésticos. Reparem na nostalgia da antena de rádio perto da coluna A direita. Achei que nunca mais veria isso em um carro atual.
O carro custa a partir de 26,250 dólares, acredito que entrega bastante por este valor. Pelo menos para mim, que estou acostumado com o mercado automotivo brasileiro.
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Muito bacana, Brunomri. Não é comum encontrar esse tipo de carro por aqui, obrigado por compartilhar a experiência!

Abraço

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Muito bacana, Brunomri. Não é comum encontrar esse tipo de carro por aqui, obrigado por compartilhar a experiência!

Abraço

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Oi RicW! É sempre um prazer compartilhar experiências automotivas aqui no fórum. Eu tenho uma meta a cumprir enquanto estiver aqui, que é dirigir um muscle car!

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