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Grupo Volkswagen anuncia troca de presidente e novas divisões

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https://g1.globo.com/carros/noticia/grupo-volkswagen-anuncia-troca-de-presidente-e-novas-divisoes.ghtml

Grupo Volkswagen anuncia troca de presidente e novas divisões
Herbert Diess, que chefiava apenas a marca Volkswagen, assume o comando no lugar de Matthias Müller.
Por G1

12/04/2018 16h11  Atualizado há 13 horas

 Herbet Diess é o novo presidente do Grupo Volkswagen no lugar de Matthias Müller 


Herbet Diess é o novo presidente do Grupo Volkswagen no lugar de Matthias Müller 

O Grupo Volkswagen confirmou nesta quinta-feira (12) a substituição do então presidente-executivo Matthias Müller por Herbert Diess, que antes chefiava apenas a marca Volkswagen.

No ápice do escândalo dos motores a diesel adulterados, em 2015, Müller foi chamado para substituir o dirigente anterior, Martin Winterkorn, forçado a renunciar.

Müller, ex-presidente da filial Porsche, assinou um contrato até 2020 e lançou uma reestruturação maciça centrada em veículos elétricos e na redução de custos, com a intenção de tirar a Volkswagen da tempestade.

"(Müller) não só conduziu a Volkswagen com segurança durante aquele período, como realinhou fundamentalmente a estratégia, começou uma mudança cultural e fez com que o grupo continuasse nos trilhos, mais robusto do que nunca", afirmou a fabricante em comunicado.
Novas divisões
O Grupo Volkswagen também possui as marcas Audi, Skoda, Seat, Bentley, Bugatti, Lamborghini, Porsche, Ducati, Volkswagen Caminhões, MAN e Scania.

Essas marcas serão agrupadas por tipo de negócio em 3 grupos: Volume, Premium e Super Premium. A empresa não divulgou a divisão completa nestes quesitos.

Reações à mudança
Matthias Müller assumiu o comando do grupo Volkswagen no meio do escândalo "dieselgate" (Foto: Hannibal Hanschke/Reuters) Matthias Müller assumiu o comando do grupo Volkswagen no meio do escândalo "dieselgate" (Foto: Hannibal Hanschke/Reuters)
Matthias Müller assumiu o comando do grupo Volkswagen no meio do escândalo "dieselgate" (Foto: Hannibal Hanschke/Reuters)
"Müller chegou claramente como um gestor de crise e a maior parte desta tarefa já foi realizada", avaliou Jürgen Pieper, analista automotivo no banco Metzler, entrevistado pela agência France Presse (AFP).


O escândalo, que rendeu uma série de processos contra o grupo nos Estados Unidos e na Europa, custou, desde então, cerca de 25 bilhões de euros à fabricante.

A Volkswagen é acusada de ter alterado o software de 11 milhões de veículos para ocultar o nível real de suas emissões de óxido de nitrogênio (NOx), um gás muito poluente, associado a problemas respiratórios e cardiovasculares.

Embora o novo dirigente Herbert Diess também seja alvo de um dos muitos processos em curso, sua chegada tardia à empresa lhe torna menos vulnerável aos casos judiciais, segundo observadores.

"Uma evolução em outra direção é positiva", considera Jürgen Pieper, descrevendo Diess como um "administrador muito bom de custos", que parece em sua opinião "a melhor solução para a sucessão, pelo menos para os próximos cinco anos".

Escândalo do diesel faz Volkswagen guardar mais de 300 mil carros recomprados nos EUA
Diess foi chamado em 2015 por essas duas famílias para assumir a marca Volkswagen e pode se orgulhar de ter duplicado, em dois anos, a rentabilidade da marca, simultaneamente beneficiando as contas do grupo.

A fabricante voltou a marcar, no ano passado, lucros recordes, mais que dobrando seu lucro líquido, com 11,35 bilhões de euros.

Contudo, apesar dos ares de mudança e da vontade de acelerar a eletrificação parcialmente iniciada por Diess, a Volkswagen ainda deve esclarecer seu caminho, entre a queda do diesel, muito estratégico para a indústria automobilística alemã, e o auge dos modelos elétricos e autônomos.


Para os modelos de luxo elétricos, em particular, as fabricantes alemãs estão lutando para se atualizar frente à concorrência, sobretudo americana.

Embora Diess seja conhecido por sua abertura a este novo mundo, nesta terça o próprio afirmou que "precisamos do diesel, o diesel tem futuro".

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      Golf GTI: primeiras impressões
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      05/06/2018 17h51  Atualizado há 13 horas
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: André Paixão/G1)
      A primeira atualização da 7ª geração do Golf foi lançada na Europa em novembro de 2016. Por aqui, demorou quase dois anos até o hatch médio receber as melhorias. O modelo chega agora em junho, com atraso de alguns meses - o prazo era o início de 2018.
       
       
      Mas há outras importantes novidades, como atualização de motores e novas tecnologias de conectividade. O motor, por exemplo, passou de 220 cavalos para 230 cv. Na Alemanha, ainda há um pacote chamado Performance, que eleva a potência aos 245 cv.
      Falando na Alemanha, o G1 esteve na casa da Volkswagen, e avaliou a versão mais emblemática do hatch, a esportiva GTI, antes do lançamento no Brasil.
      O trajeto total foi de 700 km, e terminou em Wolfsburg, no norte da Alemanha. A cidade abriga a sede da Volkswagen, e costuma receber encontros de donos de Golf GTI. Um deles aconteceu na véspera da devolução do veículo para a fabricante (veja mais abaixo).
       
      Ao gosto do cliente
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: André Paixão/G1)
      Ao contrário do que acontece no Brasil, na Alemanha, o GTI não é a versão mais potente do Golf. Por lá, ainda existe o Golf R, de 300 cv. E além do GTI, há outras duas variações esportivas, GTD (com motor diesel de 184 cv) e GTE (híbrida, com um motor 1.4 de 150 cv e outro elétrico, de 102 cv – entregam juntos 205 cv).
      Outra grande diferença em favor dos alemães é o nível de customização de cada unidade. Todo GTI “brasileiro” tem 4 portas e transmissão de dupla embreagem de 6 marchas. Ainda há 9 cores para a carroceria e 4 pacotes de opcionais.
      Na Alemanha, são duas opções de carrocerias, de 2 ou 4 portas. O motor é o mesmo 2.0 turbo para todas as unidades, mas ele pode ser “casado” com um câmbio manual ou de dupla embreagem, sempre de 6 marchas.
      A lista de equipamentos opcionais também traz dezenas de itens. São 36... isso mesmo, trinta e seis, opções de cores. Há mais variações de azul na Alemanha do que todas as tonalidades disponíveis para o público do Brasil. Ainda há 5 desenhos para as rodas, que podem variar de 17 a 20 polegadas.
       
      Volkswagen Golf GTI de 2 portas não está disponível no Brasil (Foto: André Paixão/G1)
      Apesar da farta paleta de azuis, a unidade avaliada pelo G1 era vermelha. De 2 portas. E com câmbio de dupla embreagem. O modelo também trazia uma série de outros equipamentos vendidos como opcionais.
      Entre os principais, destaque para as belas rodas de 18 polegadas com 5 raios, o seletor dos modos de condução, controle de cruzeiro adaptativo, quadro de instrumentos personalizável, bancos de couro e a central multimídia com conexão Android Auto e Apple CarPlay e controle por gestos, que estreou no Brasil com o Passat.
       
      Quanto custa?
       
       
      Detalhes em vermelho na lente dos faróis são uma das novidades do Volkswagen Golf GTI (Foto: André Paixão/G1)
      Na Alemanha, o Golf GTI parte de 32.950 euros, considerando um carro manual, com 2 portas e sem opcionais. No entanto, um exemplar com o mesmo nível de equipamentos do veículo avaliado pelo G1 custa ao menos 40.800 euros.
      No Brasil, o GTI atual parte de R$ 134.870. Mas, com todos os opcionais, beira os R$ 177.752. A Volkswagen ainda não divulgou os novos preços.
       
       
      Atualmente, o maior concorrente é o Honda Civic Si. Ainda que o Honda seja um cupê de duas portas com câmbio manual, as propostas são semelhantes: esportivos fáceis de dirigir, que não precisam de muito para divertir.
       
      Veloz, mas com regras
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      Um dos maiores atrativos para quem dirige na Alemanha (além dos carros) é o sistema de rodovias em que há trechos sem limite de velocidade, as chamadas Autobahnen, plural de Autobahn.
      Como mencionado acima, são trechos, e não toda a extensão. Em áreas onde há maior tráfego, o limite pode ser de 80 km/h ou 100 km/h, mesma velocidade dos diversos trechos em obras – algo recorrente por todo o trajeto de 700 km. Ainda há outros locais onde os carros não podem ultrapassar os 120 km/h ou 130 km/h. E todos respeitam.
       
      Motor 2.0 turbo do Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      Regras explicadas, hora de acelerar. Não há segredos em dirigir um Golf. É fácil encontrar uma boa posição de guiar, a ergonomia é boa e o carro é extremamente obediente.
      Em qualquer lugar do mundo, é possível reconhecer um Volkswagen pela sua suspensão firme. Com o Golf GTI não é diferente, mas isso já era esperado. Afinal, ninguém quer que um esportivo seja “mole” demais.
      Além de firme, o GTI é bastante rápido. Segundo números de fábrica, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 6,4 segundos, e alcança os 248 km/h. Nas estradas alemãs, não foi possível alcançar esta velocidade. Por pouco.
       
      Tranquilo a 220 km/h
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      Em uma das “esticadas”, o hatch levou poucos segundos para passar de 150 km/h para 200 km/h. Mais alguns instantes e o marcador digital apontava 220 km/h. Estrada movimentada, hora de tirar o pé.
      Mas só até o próximo trecho livre. O Golf GTI é um carro que instiga o motorista a acelerar, esticar as marchas e curtir o gostoso ronco do motor de 2 litros. Uma das maiores qualidades do modelo é o torque, farto em praticamente qualquer faixa de rotação.
      O pico, de 35,7 kgfm, está disponível entre 1.500 rotações por minuto e 4.600 rpm, enquanto os 230 cv são entregues entre 4.700 rpm e 6.200 rpm.
       
      Tabela de concorrentes do Volkswagen Golf GTI (Foto: Fotos: André Paixão/G1 e Divulgação)
       
      12 km/l a 160 km/l
       
       
       
      Lembrando que a gasolina europeia não possui os 27% de etanol do combustível vendido no Brasil.
      Os números podem ser ainda melhores, considerando que os trechos rodoviários foram feitos com os modos de direção Normal e Sport. Na opção Eco, o GTI inclusive lembra um Golf 1.4 pela mansidão.
      De acordo com dados de fábrica, considerando o ciclo europeu, o Golf tem consumo médio de 15,7 km/l.
       
      Central obediente
       
       
      Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação)
      No interior do GTI, pouco muda. Mas o destaque é a central multimídia com controles por gestos. Movendo as mãos de um lado para o outro, é possível alternar as estações de rádio e as imagens salvas no sistema.
      O sistema se mostrou simples e eficiente, atendendo às solicitações. No entanto, se o motorista estiver sozinho, o mais prático é alternar as estações de rádio usando os botões no volante.
      Além da central, a cabine do Golf praticamente não sofreu mudanças. O acabamento e a montagem das peças são bons, e o visual é sóbrio, sem extravagâncias.
                                                Salão de Paris 2016: Testando tela com controle por gestos do e-Golf
       
      Conclusão
       
      O Golf GTI sempre esteve entre os esportivos "acessíveis" mais cobiçados. Com estas atualizações, ele ficou mais esportivo. Mas, por outro lado, também deve ficar restrito aos bolsos mais abonados.
      Se hoje ele começa em R$ 134 mil, não seria absurdo imaginar um aumento nos preços para o modelo aprimorado. Ainda assim, é menos do que os R$ 160 mil cobrados pelo Honda Civic Si.
      O Golf GTI segue como um dos carros "apimentados" mais prazerosos de dirigir, especialmente por ser, ao mesmo tempo, muito rápido e obediente.
       
      Golf clube
       
       
      Volkswagen promove evento para celebrar o Golf GTI em sua sede, na cidade alemã de Wolfsburg (Foto: André Paixão/G1)
      Como foi dito acima, um dia antes da devolução do veículo de teste em Wolfsburg, a cidade recebeu um evento comemorativo ao Golf GTI. No estacionamento do estádio local, que fica ao lado da fábrica da Volkswagen, 5 mil pessoas celebravam a história do hatch, exibindo centenas de unidades do modelo, de todas as gerações e níveis de personalização.
      O evento foi uma reunião de donos de GTI na cidade onde o modelo nasceu, em 1976. Para celebrar o fato, a Volkswagen organizou uma carreata com 250 unidades do Golf pela fábrica, passando pela linha de montagem onde o primeiro esportivo foi produzido.
      Além de Wolfsburg, apenas mais uma fábrica da Volkswagen na Alemanha fabrica o Golf GTI. O modelo vendido no Brasil é feito por aqui.
       
      Volkswagen promove evento para celebrar o Golf GTI em sua sede, na cidade alemã de Wolfsburg (Foto: André Paixão/G1)
       
      Carreata de fãs do Golf GTI em Wolfsburg (Foto: Divulgação)
      https://g1.globo.com/carros/noticia/golf-gti-primeiras-impressoes.ghtml
    • Por Bereba
       
      Volkswagen mais vendido do mundo é uma salsicha
      Enquanto o queridinho da Volks no mundo não atingiu 1 milhão de unidades em 2017, as salsichas quase chegaram a 7 mi
      15/05/2018 - Redação / Fotos: Divulgação / Fonte: iCarros
        Salsicha é o Volkswagen mais vendido do mundo 1/3   Iguaria culinária é do tipo Currywurst 2/3   Volkswagen produz salsichas há mais tempo que o Golf 3/3           Pensou que o Golf era o Volkswagen mais vendido no mundo? Para a surpresa de muitos a resposta é não. Em 2017, o produto mais vendido da marca atingiu 6,8 milhões de unidades contra 952 mil unidades do Golf. Afinal, que carro tão lucrativo é esse? Na realidade não é bem um carro, mas sim salsichas. Sim, salsichas Volkswagen.
      Leia mais:
      VW Gol é o usado mais comercializado em abril
      Volkswagen Golf GTI ganhará versão com 290 cv
      Novos VW Gol e Voyage 2019 automáticos podem ficar assim
       
      http://www.icarros.com.br/noticias/geral/volkswagen-mais-vendido-do-mundo-e-uma-salsicha/24659.html
        Error loading player: Network error Por mais estranho que isso possa parecer, a Volkswagen produz salsichas do tipo Currywurst há 45 anos e, de longe, é seu produto mais vendido no mundo. O número é tão impressionante que supera a venda em 2017 de todos os carros que fazem parte do grupo VW, incluindo das marcas Audi, Porsche, Lamborghini, Seat, Skoda e Bentley.
      Veja ofertas de carros da Volkswagen 
      As salsichas são produzidas na Alemanha desde 1973 e só podem ser encontradas no país sede da marca. Comumente, alguns revendedores oferecem um pacote com cinco unidades da iguaria culinária da Volkswagen como presente para os compradores de carros novos. Já pensou em comer um salsicha com o mesmo logo do seu carro novo?
    • Por Alexandre Barros
      Vendo jogo de rodas novas Enkei TY5, nas caixas. Furação 5x112, 18x8, ET 45. Tecnologia flow form, resistentes e leves. Apenas 9,1 kg cada roda. 40% menos peso do que uma roda original. Cor hyper silver, interior das rodas preto.
      Acompanha calotinhas originais Enkei,  jogo de parafusos cônicos M14x1,5 27mm para VW e anéis centralizadores para o cubo VW 57,1.
      As rodas são lindas! Como são novas, peguei numa troca com o importador oficial para o Brasil.
      valor: R$ 8.000,00 o jogo com os itens mencionados (em loja estão por 8700,00)
      Motivo da venda: estou comprando rodas Austin.
      Posso considerar troca, dependendo do acessório.




    • Por Alexandre Barros
      Vendo rodas Enkei, importação oficial do Japão, modelo RS05RR.
      18x8,5 - ET45 - 5x112
      Muito leves, 8,1 kg apenas, cada uma. Fabricadas por processo Flow Forming, são tão resistentes quanto as forjadas.
      Estão novas, rodei aproximadamente 1.200 km com elas. 
      Center caps originais Enkei + 4 center caps da VW Touareg.
      valor do jogo: R$ 9.500,00 - importação hoje seria praticamente o dobro do valor. Só venda.
       



    • Por Bereba
       
      https://motor1.uol.com.br/news/237307/novo-volkswagen-golf-2019/
       
      Novo VW Golf estreia em 2019 com nova plataforma
      SEGREDOS PrincipalNotícias   MAR 26, 2018 em 12:03             POR: REDAÇÃO, Redação   Estreia será no Salão de Genebra, em março do ano que vem
      Os trabalhos para a nova geração do Volkswagen Golf estão bem adiantados. A marca já confirma a apresentação, que será feita no Salão de Genebra, em março de 2019. Segundo informações publicadas pela Autocar Japan, o modelo irá estrear uma nova plataforma, a MQB/W, para ser capaz de receber sistemas avançados de condução semi-autônoma e motorizações eletrificadas.
      Leia também:
      Sucesso da tela digital do VW Polo atrasa Golf reestilizado no Brasil Novo VW Golf de oitava geração já tem data marcada para estrear Volkswagen venderá Golf GTE (híbrido) e elétrico no Brasil em 2018 A informação foi revelada por Frank Welsch, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Volkswagen. “O MQB mudou tanto que eu não acho que seja mais o mesmo MQB”, disse Welsch. “Nós mudamos os motores e os sistemas elétricos. Precisamos de mais informação do trânsito e potência para o carro conseguir enviar mais dados”. Essas mudanças fazem com que a base receba o nome de MQB/W e que, assim como foi com a MQB, será levada para outros carros da marca.
      Essas alterações devem ser feitas para adoção de sistemas eletrificados mais simples de 48V, tendência da indústria, principalmente para a Europa. Deve manter os motores 1.0 e 1.5 TSI atuais, com algumas alterações para reduzir a emissão de poluentes, além do sistema de 48V. Uma perda deve ser o e-Golf, para não criar brigas com o ID, hatchback puramente elétrico já confirmado para produção. Por outro lado, o híbrido GTE deve seguir na linha.
      No Brasil, ainda aguardamos pela reestilização do hatch médio. Descobrimos recentemente que a marca está segurando seu lançamento por causa da alta demanda pelo painel digital, também oferecido no Polo e no Virtus. A expectativa é que seja lançado na metade do ano. Já a nova geração não tem previsão de chegar e o futuro da produção nacional do hatch já foi discutida diversas vezes, após declarações do ex-presidente da marca de que o modelo poderia sair de linha em breve.
      Leia também:
      Volkswagen encerrará produção do Golf no México em 2019 Volkswagen Golf pode ter produção nacional interrompida Fonte: Autocar Japan
      Fotos: Cars.co.za