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São várias coisinhas:

1 - Verificar a terceira luz de freio. (Reparo sabe lá Deus quando...)
2 - Verificar a luz de curva lado esquerdo. (Luz comprada, porque queimou)
3 - Troca de óleo em 600Km. (material comprado!)
4 - Substituir bateria da chave. (bateria de R$ 5,00)

Falar nisso, acreditem vocês ou não, essa semana quando fui comprar a porcaria da luz de curva (neblina) e que custou a bagatela de mais de R$ 200,00/un. Só encontrei um único exemplar no estoque dos concessionários do DF inteiro. Isso mesmo. 1 única unidade de lâmpada luz curva para o DF inteiro. Eu costumo trocar as lâmpadas em pares para não ter diferença de brilho entre elas. Agora imaginem vocês tendo que garimpar peças para um GTE que não terá mais que 99 unidades no Brasil inteiro...
Ué, mas a luz de curva do seu carro não é a luz de neblina? R$30 (chutando alto) vc compra uma em uma loja automotiva, não tem necessidade de comprar na VW. E vc mesmo troca em casa, nem precisa de ferramenta.

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30 minutos atrás, RodrigoSP2 disse:

Ué, mas a luz de curva do seu carro não é a luz de neblina? R$30 (chutando alto) vc compra uma em uma loja automotiva, não tem necessidade de comprar na VW. E vc mesmo troca em casa, nem precisa de ferramenta.

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Tenho que confirmar, mas, salvo engano, devo ter pago uns R$ 160,00. Prefiro comprar na autorizada e ter certeza de ser algo oficial. Já tive péssimas experiências com lâmpadas falsificadas noutros veículos: desde o brilho ruim, passando pela vida útil pífia, até super-aquecimento que provocam outros danos. Sou pobre mas sou limpinho.

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1 hora atrás, iCardeX disse:

Eu esperava coisa de R$ 145.000,00. Inclusive a minha ideia seria vender o meu Golf Pobre Edition por R$ 45.000,00. Rodo bastante e a conta do deslocamento fecharia razoavelmente bem para mim.

Porém eu declino de investir nesse híbrido da VW. O preço pedido no GTE não condiz com a nossa realidade econômica, logística e ideológica.

Há que se pensar no custo do seguro, do ipva (aqui no df não tem incentivo), logística de recarga para a bateria, e ainda o risco de manutenção por parte do concessionário autorizado.

Tenho sérias intenções de migrar para elétricos e/ou híbridos. Creio que o movimento dos concorrentes tende a mirar com mais ênfase nesse nicho.

Digam à cúpula da VW, o meu Golf Highline MK Pobre Edition, fica comigo! A autonomia de deslocamento também.... tô mais do que acostumado a fechar cada tanque com mais de 800KM rodados.

 

Pois é, chutaram o preço muito alto...

Fiz uma simulação comparando o Golf GTE x GTI:

Considerando o preço do Golf GTI = R$ 151.530,00 (Site VW)

Considerando o preço do Golf GTE = R$ 199.990,00 (Informação VW)

IPVA de 4% para o GTI e 3% para o GTE (Alíquotas de SP)

Consumo do Golf GTI, conforme INMETRO.

Consumo do Golf GTE conforme informações do site da VW Europa.

Preço do combustível conforme ANP (Média SP).

Preço da energia elétrica conforme ANEEL (Média Brasil).

Rodagem de 20.000Km por ano.

 

O retorno se daria em 15,7 anos.

Ou seja, totalmente inviável considerando a economia de combustível.

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3 horas atrás, Saldanha MQB disse:

por 200 contos podiam ter colocado rodas 17, park assist, side assist e todos os assists disponíveis para TENTAR justificar o preço.
O carro não é isento de IPI? como chega com um valor tão superior assim? eu entendo que lá fora também é um carro caro, mas por esse preço e quantidade como a VW espera apresentar a tecnologia?

Temo que meu próximo carro não será um VW, a cada dia que se passa os preços sobem e a quantidade de plástico também. Sei que tudo aumenta mas os VW aumentam em uma proporção maior que seus concorrentes.

Esta rodinha de ralo de banheiro com pneu de retroescavadeira foi pra matar o carro de vez.
Mesmo que o carro fosse a versão TOP, ainda sim seria um absurdo 200 mil em um Golf ultrapassado queima de estoque.
E se era pra trazer importado, pq não trouxeram o GTI também? Este pelo menos é um clássico e tem mercado. Ia ter muita gente fazendo um esforço pra pegar um MK7.5 com a qualidade alemã.

A VW BR tá quase morta para mim. 
Só tem 3 carros que ainda considero bom, dentro de suas respectivas categorias.
Up, Passat (mesmo sendo modelo 2018) e Tinguan (mas merecia ter vindo com motor TDI).

E destes 3, UP e Passat devem dar adeus em breve.

Agora, a julgar pelos caminhos que a VW está tomando com o Golf MK8, eu também acho que não vou mais ter um VW.
Parece que ela está se distanciando da AUDI. 

 

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sinceramente começo a achar que o GTE nem vai ser lançado.. não faz sentido algum esse carro por esse preço! o MK8 JA ESTA BELO E FORMOSO la fora e aqui lançando golf 7 ( como diz meu amigo VÃO SE FODEREM) 

200K É BMW 320 SPORTGP RECÉM LANÇADA E MUITO BEM FALADA.... VW  desse jeito vai se tornar novamente a marca a vender carro barato UP, polo e virtus... pq o resto vende bem marromeno!

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2 horas atrás, Desbravador disse:

Tinguan (mas merecia ter vindo com motor TDI).

 

 

imagine a TIGUAN R LINE com o motor da AMAROK v6 com torque absurdo e autonomia de 700km por tanque seria perfeito.... poderia colocar essa nave proximo de 220k que garanto que venderia e muito.... e sinto dizer mas a tiguan com o motor do GTI fica beberrona demais sem autonomia... 

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17 horas atrás, Glauco Bezerra disse:

imagine a TIGUAN R LINE com o motor da AMAROK v6 com torque absurdo e autonomia de 700km por tanque seria perfeito.... poderia colocar essa nave proximo de 220k que garanto que venderia e muito.... e sinto dizer mas a tiguan com o motor do GTI fica beberrona demais sem autonomia... 

Exatamente por este motivo que descarto a tinguan com motor de GTI. Faz 4km/l na cidade, enquanto o GTI faz 9km/l. 500kg é muita coisa a mais. É como se a Tinguan fosse um GTI com 5 pessoas de 100kg dentro do carro. E ainda teria o peso de mais um motorista. Por isto que ela faz de 0 a 100 em mais de 8s, mas a VW neste caso mente que ela faz em 7s. Claro que ainda é bem forte, mas o desempenho perto de um GTI fica muito aquém, e ainda por cima vai gastar muito mais combustível. Se fosse o motor V6 da Amarok, aí com certeza seria meu próximo carro.

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17 horas atrás, Glauco Bezerra disse:

sinceramente começo a achar que o GTE nem vai ser lançado.. não faz sentido algum esse carro por esse preço! o MK8 JA ESTA BELO E FORMOSO la fora e aqui lançando golf 7 ( como diz meu amigo VÃO SE FODEREM) 

200K É BMW 320 SPORTGP RECÉM LANÇADA E MUITO BEM FALADA.... VW  desse jeito vai se tornar novamente a marca a vender carro barato UP, polo e virtus... pq o resto vende bem marromeno!

Esse Golf GTE é uma edição limitada (100 unidades) para colecionador.

Uma despedida do Golf MK 7 do Brasil.

 

O Golf MK 8 não deve chegar tão cedo aqui no Brasil...

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13 minutos atrás, Bereba disse:

Esse Golf GTE é uma edição limitada (100 unidades) para colecionador.

Uma despedida do Golf MK 7 do Brasil.

 

O Golf MK 8 não deve chegar tão cedo aqui no Brasil...

Se fosse um golf tcr eu até entenderia que fosse uma edição Limitada para colecionador. 
 

Agora um GTE sem graça destes.. parece mais carro pra trouxa a este preço e condições. Mas cada um sabe o que faz com o seu dinheiro. E a VW nao vai mais ver o meu pelo menos tão cedo. 

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22 horas atrás, Bereba disse:

Pois é, chutaram o preço muito alto...

Fiz uma simulação comparando o Golf GTE x GTI:

Considerando o preço do Golf GTI = R$ 151.530,00 (Site VW)

Considerando o preço do Golf GTE = R$ 199.990,00 (Informação VW)

IPVA de 4% para o GTI e 3% para o GTE (Alíquotas de SP)

Consumo do Golf GTI, conforme INMETRO.

Consumo do Golf GTE conforme informações do site da VW Europa.

Preço do combustível conforme ANP (Média SP).

Preço da energia elétrica conforme ANEEL (Média Brasil).

Rodagem de 20.000Km por ano.

 

O retorno se daria em 15,7 anos.

Ou seja, totalmente inviável considerando a economia de combustível.

O preço do combustível é um problema sério em nosso país. Mas não só isso, aquela putaria que os caminhoneiros fizeram prejudicou a mim e a todos os meus clientes, e bastante. Eu não gostaria de ficar refém desses putos novamente, por isso, estou determinado a investir num veículo 100% elétrico ou híbrido, e manter outros 2 de combustão convencional. Antes eu rodava 50.000Km/ano, consegui reduzir para pouco mais de 35.000Km/ano. De acordo com os meus cálculos e controles, gastei algo próximo de R$ 145.000,00 (em combustíveis) para rodar com os meus veículos nos últimos 10 anos. Baseado nesse controle, há cerca de 3 anos, estrategicamente, mudei de endereço para poupar 50km/dia. Ganhei muito tempo e deixar de "queimar" (em combustível) boa parte dos meus ganhos. Ainda assim a conta km por R$ ainda é salgada porque engloba, além dos combustível, custo de aquisição do veículo, manutenção, impostos, seguro, limpeza, depreciação e etc. Mas vou confessar uma coisa com relação a VW Brasil: o que me assusta mais é o preço estratosférico que a VW ainda poderia cobrar por peças de reposição do GTe. Para uma empresa que tem a cara de pau de cobrar R$ 2.500,00 por um pedaço de ferro, ou R$ 3.000,00 por um pedaço de plástico, ou R$ 40.000,00 por uma central multimídia.... Imagine você o que a VW deve ter coragem impor como valor numa bateria de reposição do Golf GTE. Deve custar 40% do valor do GTE. Enfim, são muitas vertentes e risco para se analisar. Atualmente estou com 3 veículos. 2 Honda Fits Automáticos e o Golf MK7 manual. 1 dos Fits é estrategicamente veículo de backup para situações eventuais. O Golf MK7 vai ficar em uso até que que qualquer reparo mecânico seja economicamente inviável.

Em tempo: Assim que a Honda lançar o novo Fit (e tomara com motor híbrido), esse será um sério candidato a entrar para a família. Um foda-se para a VW Brasil!

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1 hora atrás, iCardeX disse:

O preço do combustível é um problema sério em nosso país. Mas não só isso, aquela putaria que os caminhoneiros fizeram prejudicou a mim e a todos os meus clientes, e bastante. Eu não gostaria de ficar refém desses putos novamente, por isso, estou determinado a investir num veículo 100% elétrico ou híbrido, e manter outros 2 de combustão convencional. Antes eu rodava 50.000Km/ano, consegui reduzir para pouco mais de 35.000Km/ano. De acordo com os meus cálculos e controles, gastei algo próximo de R$ 145.000,00 (em combustíveis) para rodar com os meus veículos nos últimos 10 anos. Baseado nesse controle, há cerca de 3 anos, estrategicamente, mudei de endereço para poupar 50km/dia. Ganhei muito tempo e deixar de "queimar" (em combustível) boa parte dos meus ganhos. Ainda assim a conta km por R$ ainda é salgada porque engloba, além dos combustível, custo de aquisição do veículo, manutenção, impostos, seguro, limpeza, depreciação e etc. Mas vou confessar uma coisa com relação a VW Brasil: o que me assusta mais é o preço estratosférico que a VW ainda poderia cobrar por peças de reposição do GTe. Para uma empresa que tem a cara de pau de cobrar R$ 2.500,00 por um pedaço de ferro, ou R$ 3.000,00 por um pedaço de plástico, ou R$ 40.000,00 por uma central multimídia.... Imagine você o que a VW deve ter coragem impor como valor numa bateria de reposição do Golf GTE. Deve custar 40% do valor do GTE. Enfim, são muitas vertentes e risco para se analisar. Atualmente estou com 3 veículos. 2 Honda Fits Automáticos e o Golf MK7 manual. 1 dos Fits é estrategicamente veículo de backup para situações eventuais. O Golf MK7 vai ficar em uso até que que qualquer reparo mecânico seja economicamente inviável.

Em tempo: Assim que a Honda lançar o novo Fit (e tomara com motor híbrido), esse será um sério candidato a entrar para a família. Um foda-se para a VW Brasil!

Eu queria muito um híbrido Plug-In, mas está difícil nestes preços.

Acho que vou de Corolla Hibryd, aproveitando que aqui em SP a Prefeitura devolve 40% do IPVA pago nos 5 primeiros anos quando o carro custa menos que R$ 150.000,00. (Lei Municipal nº 15.997 de 2014)

E a alíquota menor no IPVA. (3% em SP)

E a liberação do Rodízio Municipal.

 

Vou esperar os híbridos Plug-IN baixarem os preços.

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2 horas atrás, iCardeX disse:

O preço do combustível é um problema sério em nosso país. Mas não só isso, aquela putaria que os caminhoneiros fizeram prejudicou a mim e a todos os meus clientes, e bastante. Eu não gostaria de ficar refém desses putos novamente, por isso, estou determinado a investir num veículo 100% elétrico ou híbrido, e manter outros 2 de combustão convencional. Antes eu rodava 50.000Km/ano, consegui reduzir para pouco mais de 35.000Km/ano. De acordo com os meus cálculos e controles, gastei algo próximo de R$ 145.000,00 (em combustíveis) para rodar com os meus veículos nos últimos 10 anos. Baseado nesse controle, há cerca de 3 anos, estrategicamente, mudei de endereço para poupar 50km/dia. Ganhei muito tempo e deixar de "queimar" (em combustível) boa parte dos meus ganhos. Ainda assim a conta km por R$ ainda é salgada porque engloba, além dos combustível, custo de aquisição do veículo, manutenção, impostos, seguro, limpeza, depreciação e etc. Mas vou confessar uma coisa com relação a VW Brasil: o que me assusta mais é o preço estratosférico que a VW ainda poderia cobrar por peças de reposição do GTe. Para uma empresa que tem a cara de pau de cobrar R$ 2.500,00 por um pedaço de ferro, ou R$ 3.000,00 por um pedaço de plástico, ou R$ 40.000,00 por uma central multimídia.... Imagine você o que a VW deve ter coragem impor como valor numa bateria de reposição do Golf GTE. Deve custar 40% do valor do GTE. Enfim, são muitas vertentes e risco para se analisar. Atualmente estou com 3 veículos. 2 Honda Fits Automáticos e o Golf MK7 manual. 1 dos Fits é estrategicamente veículo de backup para situações eventuais. O Golf MK7 vai ficar em uso até que que qualquer reparo mecânico seja economicamente inviável.

Em tempo: Assim que a Honda lançar o novo Fit (e tomara com motor híbrido), esse será um sério candidato a entrar para a família. Um foda-se para a VW Brasil!

carro eletrico 100% ainda é inviavel.... mas um hybrido vai bem! tem muito carro hybrido a escolha por preço legal... tipo o corolla 

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Somente um OTÁRIO ou COLECIONADOR FANÁTICO para pagar 200mil num carro que já vem obsoleto de fora. A minha ideia sempre foi trocar meu GTI por um GTE, mas não nas condições atuais. O meu GTI 14/15  - alemão, carregado de tecnologia nova, com qualidade imbativel a um preço aceitável - foi uma aberração na história de carroças oferecidas pela VWB - "aberração" que infelizmente pode demorar a se repetir.

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Em 06/11/2019 at 10:10 AM, iCardeX disse:

O preço do combustível é um problema sério em nosso país. Mas não só isso, aquela putaria que os caminhoneiros fizeram prejudicou a mim e a todos os meus clientes, e bastante. Eu não gostaria de ficar refém desses putos novamente, por isso, estou determinado a investir num veículo 100% elétrico ou híbrido, e manter outros 2 de combustão convencional. Antes eu rodava 50.000Km/ano, consegui reduzir para pouco mais de 35.000Km/ano. De acordo com os meus cálculos e controles, gastei algo próximo de R$ 145.000,00 (em combustíveis) para rodar com os meus veículos nos últimos 10 anos. Baseado nesse controle, há cerca de 3 anos, estrategicamente, mudei de endereço para poupar 50km/dia. Ganhei muito tempo e deixar de "queimar" (em combustível) boa parte dos meus ganhos. Ainda assim a conta km por R$ ainda é salgada porque engloba, além dos combustível, custo de aquisição do veículo, manutenção, impostos, seguro, limpeza, depreciação e etc. Mas vou confessar uma coisa com relação a VW Brasil: o que me assusta mais é o preço estratosférico que a VW ainda poderia cobrar por peças de reposição do GTe. Para uma empresa que tem a cara de pau de cobrar R$ 2.500,00 por um pedaço de ferro, ou R$ 3.000,00 por um pedaço de plástico, ou R$ 40.000,00 por uma central multimídia.... Imagine você o que a VW deve ter coragem impor como valor numa bateria de reposição do Golf GTE. Deve custar 40% do valor do GTE. Enfim, são muitas vertentes e risco para se analisar. Atualmente estou com 3 veículos. 2 Honda Fits Automáticos e o Golf MK7 manual. 1 dos Fits é estrategicamente veículo de backup para situações eventuais. O Golf MK7 vai ficar em uso até que que qualquer reparo mecânico seja economicamente inviável.

Em tempo: Assim que a Honda lançar o novo Fit (e tomara com motor híbrido), esse será um sério candidato a entrar para a família. Um foda-se para a VW Brasil!

E parece que o GTE só vai ser ofertado por 3 CSS, o que não só impacta no preço das peças como a própria disponibilidade de serviço.  

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19 horas atrás, Truc disse:

Somente um OTÁRIO ou COLECIONADOR FANÁTICO para pagar 200mil num carro que já vem obsoleto de fora. A minha ideia sempre foi trocar meu GTI por um GTE, mas não nas condições atuais. O meu GTI 14/15  - alemão, carregado de tecnologia nova, com qualidade imbativel a um preço aceitável - foi uma aberração na história de carroças oferecidas pela VWB - "aberração" que infelizmente pode demorar a se repetir.

Pois é. A VW é uma "Maria Zé Ruela" em termos de estratégica para o nosso mercado. Os executivos dela precisam ter aulas de sinergia econômica para reaprenderem a atuar no nosso mercado. A coisa mudou. Quando trouxeram o MK7, simplesmente provocaram uma reviravolta e revolução no mercado dos veículos hatchs médios. O Golf era, disparado, a escolha que possuía o melhor custo/benefício para os clientes de hatches médios.  Tanto que o MK7, no 1 º ano, deu um "Fatality" certeiro no Hyundai i30, e por muito pouco não mandou o Focus para a vala do esquecimento. A estratégia para continuar destronando seus rivais em nosso país foi simplesmente empobrecer tecnologicamente o carro mais curinga de seu escasso portfólio. No final das contas, o título de Golf Killer acabou sendo concedido para o inesperado GM Cruze Turbo. Saiu literalmente da vala da morte para dar um tapa de luva de pelica bem na fuça da VW, e reivindicar um trono que nunca lhe pertenceu. Enfim, a dona VW numa busca cada vez mais incessante pelo maior lucro, ainda por cima, oferecendo o menor custo-benefício para os clientes, e, exageradamente, de repente se viu afogar na própria ganância. Palmas para a VW, minha gente! Todas as palmas para ela. Aliás, ainda no fechamento de outubro 2019, e mesmo com o mercado de hatches reconhecidamente saturado,  a GM ainda conseguiu a proeza de desovar 12 Cruze Turbo para cada 1 Golf empurrado no nosso mercado. 

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Pois é. A VW é uma "Maria Zé Ruela" em termos de estratégica para o nosso mercado. Os executivos dela precisam ter aulas de sinergia econômica para reaprenderem a atuar no nosso mercado. A coisa mudou. Quando trouxeram o MK7, simplesmente provocaram uma reviravolta e revolução no mercado dos veículos hatchs médios. O Golf era, disparado, a escolha que possuía o melhor custo/benefício para os clientes de hatches médios.  Tanto que o MK7, no 1 º ano, deu um "Fatality" certeiro no Hyundai i30, e por muito pouco não mandou o Focus para a vala do esquecimento. A estratégia para continuar destronando seus rivais em nosso país foi simplesmente empobrecer tecnologicamente o carro mais curinga de seu escasso portfólio. No final das contas, o título de Golf Killer acabou sendo concedido para o inesperado Ford Cruze Turbo. Saiu literalmente da vala da morte para dar um tapa de luva de pelica bem na fuça da VW, e reivindicar um trono que nunca lhe pertenceu. Enfim, a dona VW numa busca cada vez mais incessante pelo maior lucro, ainda por cima, oferecendo o menor custo-benefício para os clientes, e, exageradamente, de repente se viu afogar na própria ganância. Palmas para a VW, minha gente! Todas as palmas para ela. Aliás, ainda no fechamento de outubro 2019, e mesmo com o mercado de hatches reconhecidamente saturado,  a Ford ainda conseguiu a proeza de desovar 12 Cruze Turbo para cada 1 Golf empurrado no nosso mercado. 
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Cruze é da GM. Mas entendo o lapso... vale lembrar também que ele está com os dias contados (Por ser hatch médio), além do fato da GM estar dando generosos descontos no modelo (Por menos de 90 mil vc pega um). Só tem a questão do acabamento inferior e falta de alguns itens de série que o Golf tem (tinha, na vdd) a mais. De resto é um ótimo competidor, não deveria ser subjugado. Mesmo pq, atualmente, é o único vendido a menos de 100 mil.

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14 minutos atrás, RodrigoSP2 disse:

Cruze é da GM. Mas entendo o lapso... vale lembrar também que ele está com os dias contados (Por ser hatch médio), além do fato da GM estar dando generosos descontos no modelo (Por menos de 90 mil vc pega um). Só tem a questão do acabamento inferior e falta de alguns itens de série que o Golf tem (tinha, na vdd) a mais. De resto é um ótimo competidor, não deveria ser subjugado. Mesmo pq, atualmente, é o único vendido a menos de 100 mil.

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Obrigado pela correção! Realmente, a GM/Chevrolet é a dona do Cruze. 

Fiquei com o nome da Ford na cabeça não sei porque.

Enfim, quando cito a questão de sinergia como nosso mercado, coloco a mim mesmo como exemplo: poxa vida, eu só compro peças de reposição originais, e sou dos poucos que teve a audácia de consumir 32 revisões (17 do Gol + 15 do Golf) consecutivas na rede autorizada. Sem contar as revisões esporádicas, também, no concessionário autorizado, que realizei fora da recomendação oficial.

Mas parece que esse mercado, o da fidelidade, não interessa à VW. A estratégia boa mesmo é deixar os clientes correrem para o site reclameaqui, e colecionar novos índices de insatisfação.

Em contrapartida, é incrível a insistência (educada, e enfatizo) da Honda para que eu vá lá reconhecer novamente o seu portfólio.

 

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Obrigado pela correção! Realmente, a GM/Chevrolet é a dona do Cruze. 
Fiquei com o nome da Ford na cabeça não sei porque.
Enfim, quando cito a questão de sinergia como nosso mercado, coloco a mim mesmo como exemplo: poxa vida, eu só compro peças de reposição originais, e sou dos poucos que teve a audácia de consumir 32 revisões (17 do Gol + 15 do Golf) consecutivas na rede autorizada. Sem contar as revisões esporádicas, também no concessionário autorizado, que realizei fora da recomendação oficial.
Mas parece que esse mercado, o da fidelidade, não interessa à VW. A estratégia boa mesmo é deixar os clientes correrem para o site reclameaqui, e colecionar novos índices de insatisfação.
Em contrapartida, é incrível a insistência (educada, e enfatizo) da Honda para que eu vá lá reconhecer novamente o seu portfólio.
 
Nesse aspecto indubitavelmente a Honda é mestre em cativar cliente. Digo porque apesar de insistentes eles não são apelativos. Pena que do portfólio atual, o único modelo que me desperta atenção, é o HR-V Touring, mas que tem preço pornográfico e com pouca margem pra negociação. Comparativamente com a VW a Honda dá banho em pós-venda. Não digo nem tanto pelo valor das revisões (que estão no mesmo patamar de preços, se comparar Civic e Golf), mas na qualidade de atendimento e respeito ao cliente. Já tive problemas em revisões com o finado Civic, mas o reconhecimento do erro e a disposição em corrigi-lo são mais dignos que no da VW.

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12 horas atrás, iCardeX disse:

Pois é. A VW é uma "Maria Zé Ruela" em termos de estratégica para o nosso mercado. Os executivos dela precisam ter aulas de sinergia econômica para reaprenderem a atuar no nosso mercado. A coisa mudou. Quando trouxeram o MK7, simplesmente provocaram uma reviravolta e revolução no mercado dos veículos hatchs médios. O Golf era, disparado, a escolha que possuía o melhor custo/benefício para os clientes de hatches médios.  Tanto que o MK7, no 1 º ano, deu um "Fatality" certeiro no Hyundai i30, e por muito pouco não mandou o Focus para a vala do esquecimento. A estratégia para continuar destronando seus rivais em nosso país foi simplesmente empobrecer tecnologicamente o carro mais curinga de seu escasso portfólio. No final das contas, o título de Golf Killer acabou sendo concedido para o inesperado GM Cruze Turbo. Saiu literalmente da vala da morte para dar um tapa de luva de pelica bem na fuça da VW, e reivindicar um trono que nunca lhe pertenceu. Enfim, a dona VW numa busca cada vez mais incessante pelo maior lucro, ainda por cima, oferecendo o menor custo-benefício para os clientes, e, exageradamente, de repente se viu afogar na própria ganância. Palmas para a VW, minha gente! Todas as palmas para ela. Aliás, ainda no fechamento de outubro 2019, e mesmo com o mercado de hatches reconhecidamente saturado,  a GM ainda conseguiu a proeza de desovar 12 Cruze Turbo para cada 1 Golf empurrado no nosso mercado. 

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Não que o Golf estava vendendo grandes coisas. Mas o Cruze continua sendo fabricado e vendido. Já o o Golf só tinha um residual na versão GTI que foi fabricado somente um lote no início de 2019. Eu varri a região Sul/Sudeste/Centro-Oeste entre setembro e outubro e só encontrei 3 GTIs a venda em concessionária e não eram nos pacotes que eu queria (só tinha pobre edition, ou sem teto). 
Aliás na vasta maioria dos anúncios da olx e webmotors ao ligar para o anunciante eu descobria que não tinha mais o veículo e esqueceram de dar baixa no anúncio. 

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      “Parou de fabricar e não volta mais, assim como as versões 1.0 e 1.4. A linha de produção do Golf brasileiro não existe mais.”
         GTI não é mais produzido no Paraná GTI não é mais produzido no Paraná (Christian Castanho/Quatro Rodas)
      Consultada, a marca reafirmou que a paralisação foi realizada em caráter temporário e que a comercialização do GTI segue normal, especialmente porque ainda há unidades já fabricadas em estoque para abastecer a rede por algum tempo.
      O plano, então, seria reconhecer a aposentadoria do GTI simultaneamente ao início das vendas justamente do GTE, cujos conteúdo e números de aceleração, retomada e frenagem são parecidos.
      Nos testes de QUATRO RODAS, o GTI acelerou de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos. A do GTE, de acordo com a Volks, é de 7,6 segundos.
       GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf (Divulgação/Volkswagen)
      Vale lembrar que a marca já lançou no Brasil o também esportivo Jetta GLI e já programa a estreia dos festejados Polo e Virtus GTS. Mas voltemos ao Golf GTE.
      Com a oitava geração do Golf prestes a ser lançada comercialmente na Europa – inicialmente apenas nas versões mais simples, de maior volume –, a GTE tende a demorar um pouco mais para surgir.
      Ou seja, é provável que, por um tempo, o GTE de sétima geração seja o único Golf a ser vendido no Brasil. Ao menos até que o de oitava, lá na frente, comece a ser importado.
       
         GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão (Divulgação/Volkswagen)
      O Golf GTE é um pouco diferente do Prius, o híbrido mais vendido em nosso mercado.
      As baterias que alimentam o motor de tração são, assim como no Prius, carregadas pelo motor a combustão e pelo sistema regenerativo que converte a energia cinética das frenagens em elétrica.
      Mas no GTE há ainda um terceiro modo da energia elétrica chegar às baterias: um conector (escondido atrás do escudo VW, na grade) permite o carregamento plugado em tomadas comuns, de 220 volts.
      Daí o nome híbrido plug in. Uma carga completa é obtida em 2 horas e 45 minutos.
       A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI (Divulgação/Volkswagen)
      A grande vantagem da recarga na tomada está no preço, afinal a energia elétrica residencial é mais barata do que a obtida por meio do funcionamento do motor a gasolina.
      E some à questão econômica o fator ecológico: energia elétrica é menos poluente do que a obtida por meio de queima de combustível fóssil – os moradores de Fernando de Noronha estão aí para atestar.
       Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido (Divulgação/Volkswagen)
      Outro pulo do gato do Golf GTE está na autonomia da bateria que, segundo a Volkswagen, é de 50 km. Ou seja, uma quilometragem suficiente para uso no modo 100% elétrico de boa parte da população dos grandes centros.
       No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv (Divulgação/Volkswagen)
      O motor a gasolina é o 1.4 TSI, turbo, de 150 cv, similar ao aplicado em outros modelos da marca, como Tiguan, Jetta, T-Cross e, em breve, no Polo e no Virtus GTS.
      O motor elétrico, por sua vez, rende 102 cv, gerando uma potência final combinada de 204 cv – o Golf GTI 2.0 TSI se despede de nós com 230 cv.
       Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V (Divulgação/Volkswagen)
      A troca do GTI pelo GTE é o primeiro passo da Volkswagen para a eletrificação de seus produtos na América Latina. A estratégia inclui ainda outros cinco lançamentos, entre híbridos e elétricos, até 2023.
      Veja também TestesVolkswagen Golf GTE: chato são os outrosquery_builder11 fev 2015 - 17h02 NotíciasVolkswagen Golf terá versões híbrida e elétrica no Brasilquery_builder16 nov 2017 - 18h11 NotíciasVolkswagen Tarok antecipa picape rival da Toroquery_builder6 nov 2018 - 11h11   Quando perguntada se a Volkswagen pretende seguir o mesmo caminho da Toyota, que está prestes a lançar a nova geração do Corolla unindo as tecnologias híbrida e flex, a resposta é sempre evasiva.
      Mas num bate papo com o Presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si, surgiu uma pista: “É um caminho possível, sim”, disse.
       Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… (Divulgação/Volkswagen)

      https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/exclusivo-vw-mata-o-gti-e-poe-fim-ao-golf-brasileiro-gte-e-o-substituto/
    • Por gabrielcosta
      Amigos, tudo certo?
      Infelizmente este fim de semana descobri que o Cárter original do GOLF GTI é de PLÁSTICO, não vi uma vala a noite e acabou trincando esta peça, como consequência, esta vazando óleo. Liguei em varias concessionárias para localizar a peça original e a média de preço varia de R$1.800 - R$2.000 (bem salgado) e não tem a pronta entrega...  Vi um anúncio no Mercado Livre de um Cárter de Ferro (vou deixar o link abaixo para interessados). E a pergunta é:
      Alguém já substituiu esta peça por uma como essa (em ferro)? Saberia dizer se ela pode ocasionar algum problema no carro? Devido a temperatura ou qualquer outro motivo?
      Obrigado a todos desde já!
       
      Link ML: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-958092832-carter-de-oleo-do-motor-golf-gti-20-mk7-2014-a-2018-cvideo-_JM
    • Por gabrielcosta
      Oi gente, boa tarde!
      Adquiri um GOLF GTI modelo mexicano ano/modelo: 2015 com 27.000 kms rodados, estou com ele há um mês, sem reclamações do carro! Porém e até então só andando na cidade e não passei dos 100 km/h.
      Tive que viajar e percebi que ao passar dos 120 km/h sinto uma vibração no carro, inclusive ao frear em alta velocidade. Cheguei de viagem e levei o carro na concessionária,  para também fazer sua 7a revisão e já aproveitei e expliquei o que estava ocorrendo e que verificassem se havia algum problema em suspensão, freios, etc. Ao buscar o carro, o consultor me informou que não identificaram nenhum problema. 
      Esta vibração é normal mesmo? Neste caso, o que devo fazer? Procuro alguma mecânica de confiança ou levo em outra concessionária?
      Obrigado a todos desde já.