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VOLKSWAGEN GOLF GTE HÍBRIDO CHEGA EM NOVEMBRO, MAS O GTI NACIONAL SAI DE LINHA

Hatch médio esportivo ainda tem um lote à venda, porém deixou de ser feito no Paraná

por REDAÇÃO AUTOESPORTE

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26/09/2019 15h13 - atualizado às 15h13 em 26/09/2019
Primeiro carro eletrificado da volkswagen no brasil, híbrido golf gte chega ainda em 2019 com alma de esportivo e máxima eficiência. Plugue fica atrás do logotipo (Foto: Divulgação)GOLF GTE TEM IMAGEM ESPORTIVA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

A Volkswagen afirmou que traria o Golf GTE há quase dois anos. E nada do esportivo híbrido desembarcar no Brasil. Finalmente, a data de chegada foi confirmada para novembro deste ano. E o preço será superior ao do Golf GTi (R$ 151.300). Falando nele, não temos uma boa notícia. O fabricante aproveitou a ocasião para confirmar o final do hatch nacional.

E o futuro do GTE também está um pouco enevoado, uma vez que essa geração do Golf já tem data para terminar na Europa. Será o último lampejo do híbrido plug-in. 

O Volkswagen Golf GTI era a última versão do carro médio produzida em São José dos Pinhais, Paraná. A marca confirmou oficialmente que o esportivo deixou de ser fabricado no Brasil. A configuração seguiu o caminho dos Golf 1.0 e 1.4 TSI, que passaram por uma reestilização, mas logo foram descontinuados.

Golf GTi 2018 (Foto: Leo Sposito/Autoesporte)GOLF GTI 2.0 PRATICAMENTE SUMIU DAS CONCESSIONÁRIAS (FOTO: LEO SPOSITO/AUTOESPORTE)

O fabricante afirmou que ainda há um lote do carro nas concessionárias. Porém, Autoesporteentrou em contato com algumas lojas e descobriu que há pouquíssimas unidades. Caso você queira adotar um dos últimos Golf GTI, será necessário procurá-lo com uma lupa. 

Uma lojista afirmou que tem apenas uma unidade à venda. O carro não tem teto solar e está disponível por R$ 144 mil. A nossa impressão é de que o preço poderia baixar mais ainda.

Na média geral, não há previsão para a chegada de novos GTi. Outro afirmou que não recebe o Golf desde março deste ano. A própria VW diz que não faz o carro há dois meses.

Equipado com o motor EA888 2.0 TSI de 230 cv e 35,7 kgfm de torque a apenas 1.500 rpm, o Golf foi um dos carros mais rápidos do Brasil em sua classe. A arrancada até os 100 km/h leva 6,3 segundos.

Há uma nota esperançosa nessa despedida. De acordo com apuração exclusiva da Autoesporte, o Golf GTI pode voltar como importado nos próximos anos. Já tiramos o disfarce do carro, confira como ficará o modelo.

Além disso, o Polo GTS pode ser a alternativa aos que desejam um hatch esportivo da VW. Ele foi confirmado para o início do ano que vem. Equipado sempre com o motor 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm, o hatch compacto vitaminado tem sempre câmbio automático de seis marchas, mas a caixa recebeu outro ajuste para garantir arrancadas e retomadas mais ágeis, conforme antecipamos. 

Golf GTE

A verdade é que nem mesmo a matriz alemã não está mais se dedicando ao Golf de sétima geração. Toda a atenção deles está voltada para a nova encarnação da família de médios, uma turma que inclui ainda variantes como perua e minivan.

Para ocupar temporariamente a vaga do GTI, o GTE também tem ares esportivos, um visual amparado pelo rendimento dos dois motores. O 1.4 entrega 150 cv e 25,5 kgfm (o mesmo ajuste visto nos VW que usam esse mesmo conjunto), enquanto o motor elétrico dá uma força com seus 102 cv e 35,7 kgfm - exatamente o mesmo torque do 2.0 TSI usado no Golf GTI. A potência combinada chega a 204 cv, o que garante zero a 100 km/h em 7,6 segundos.

O nível de performance fica entre o GTI e o antigo Golf 1.4 TSI. Entretanto, nenhum dos dois alcança a economia do plug-in. Por ter um motor elétrico mais potente do que o de um híbrido convencional, o hatch pode rodar mais tempo na eletricidade por até 50 km. É a chave para fazer um consumo entre 22 km/l e 66 km/l, dependendo do auxílio elétrico (dados oficiais). Tudo com gasolina pura. Resta saber como ele se sairá com o combustível brasileiro.

https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/09/volkswagen-golf-gte-hibrido-chega-em-novembro-mas-o-gti-nacional-sai-de-linha.html

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é verdade esse bilhete?
Escuto e comentamos a tanto tempo desse GTE que nem acredito mais hahaha

E qual é a ideia de mandar para cá um carro que está saindo de linha ( se ainda fabricam nos principais mercados )?
Desova???

A VW daqui anda meia atrapalhada, pelo menos o que fez com o Golf é sacanagem...mas entendo que parte da culpa foi do mercado que deixou de enxergar o carro como interessante ( mas penso que isso ocorreu principalmente pelo preço sem limites )..

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11 minutos atrás, Saldanha MQB disse:

é verdade esse bilhete?
Escuto e comentamos a tanto tempo desse GTE que nem acredito mais hahaha

E qual é a ideia de mandar para cá um carro que está saindo de linha ( se ainda fabricam nos principais mercados )?
Desova???

A VW daqui anda meia atrapalhada, pelo menos o que fez com o Golf é sacanagem...mas entendo que parte da culpa foi do mercado que deixou de enxergar o carro como interessante ( mas penso que isso ocorreu principalmente pelo preço sem limites )..

Está igual ao Virtus e Polo GTS, antes era inicio de 2019, depois seria lançado na metade de 2019, agora é inicio de 2020...

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1 hora atrás, anghinoni1982 disse:

Está igual ao Virtus e Polo GTS, antes era inicio de 2019, depois seria lançado na metade de 2019, agora é inicio de 2020...

e ao meu ver a trapalhada do Virtus e Polo GTS será muito maior.

Pensa comigo, Golf foi embora nas versões civilizadas, a VW BR chama o Polo de mini Golf. Porém o Polo e Virtus GTS ao que tudo indica virão com o mesmo acabamento porco das outras versões ( apenas com apliques vermelhos ), sem boa parte de tecnologia do Golf ( ACC, Park Assist, etc ) e muito provavelmente sem teto solar ( até agora nenhum no Brasil foi visto com teto solar ).
Ou seja a VW BR quer menos por mais ( muito menos aliás ).

Ainda sobre os tetos solares o que está havendo com esse item? Estão desaparecendo dos Hatchs..
A fiat colocou no Palio, Punto e no Bravo ( tetos grandes e bonitos ), aí lançou o Argo e nada de teto ( o do Palio pelo menos caberia ).
Aí a VW tinha no Fox e no Golf, agora o Golf não existe mais e no Polo nem como opcional..

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3 minutos atrás, Saldanha MQB disse:

até agora nenhum no Brasil foi visto com teto solar

Se eu te falar que no grupo do Polo, um cara cortou o teto do carro dele e colocou um do Golf. Mostrou cortando o teto e tudo mais, mas depois sumiu! O que deve ter dado de infiltração...

4 minutos atrás, Saldanha MQB disse:

Ainda sobre os tetos solares o que está havendo com esse item? Estão desaparecendo dos Hatchs.

Ótima pergunta!!! Entretanto nos SUV's todos tem...

Vá entender...

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5 minutos atrás, anghinoni1982 disse:

Se eu te falar que no grupo do Polo, um cara cortou o teto do carro dele e colocou um do Golf. Mostrou cortando o teto e tudo mais, mas depois sumiu! O que deve ter dado de infiltração...

Ótima pergunta!!! Entretanto nos SUV's todos tem...

Vá entender...

mas possivelmente se eu tivesse um Polo teria cortado pelo menos para colocar o teto pequeno do Fox, se não me engano a Webasto dá garantia "eterna" contra vazamentos.
Os detalhes são pequenos mas o Polo lá de fora tem uma aparência muito mais agradável, fora os equipamentos.

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5 minutos atrás, Marcelpb disse:

Quem puder e tiver algum neurônio aproveitará os descontos nos Golfs GTI para adquirir um carro único na história.

Sim, mas o problema é encontrar, eu revirei por toda Região Sul do país e não tem mais :/

Estou torcendo muito que venha importado junto com o GTE, mas minhas esperanças são muito baixas. 
Vou manter o meu MK7 por mais um tempo até surgir outro veículo interessante.

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2 minutos atrás, Desbravador disse:

Sim, mas o problema é encontrar, eu revirei por toda Região Sul do país e não tem mais :/

Estou torcendo muito que venha importado junto com o GTE, mas minhas esperanças são muito baixas. 
Vou manter o meu MK7 por mais um tempo até surgir outro veículo interessante.

Se eu te falar que eu trocaria o meu tsi pelo Jetta GLi...

Varias coisas não me agradaram muito, principalmente a troca do óleo do diferencial junto com o dsg6, coisa que no GTI o diferencial é eletrônico.

Mas o acabamento é sofrível e algumas coisinhas a mais!

To pensando seriamente ano que vem partir pra um...

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1 hora atrás, Saldanha MQB disse:

mas possivelmente se eu tivesse um Polo teria cortado pelo menos para colocar o teto pequeno do Fox, se não me engano a Webasto dá garantia "eterna" contra vazamentos.
Os detalhes são pequenos mas o Polo lá de fora tem uma aparência muito mais agradável, fora os equipamentos.

É que não tem nem comparação o teto original com um Webasto.

serveimage?url=https%3A%2F%2Fwww.volkswagen.com.au%2Fcontent%2Fdam%2Fvw-ngw%2Fvw_pkw%2Fimporters%2Fau%2Fshowrooms%2Fnew-polo%2FPolo_OPS_v3.jpg%2F_jcr_content%2Frenditions%2Foriginal.transform%2Fmaxplus%2Fimg.jpg&sp=e9db7a16c8f0bec2d78cdfaea7c2814c&anticache=724720


Inclusive sobre o Webasto, um amigo meu comprou um Polo da geração anterior usado, o carro era zero mas tinha um teto da webasto, daquele modelo mais simples. Ele me falou que quando pegou era perfeito, mas com o tempo começava a fazer barulho e começava uma pequena infiltração, aí tinha que reapertar. Não tem jeito, ou eu iria com teto de fábrica, ou eu fico sem teto mas sem dor de cabeça.

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Em 9/27/2019 at 10:55 AM, Desbravador disse:

Sim, mas o problema é encontrar, eu revirei por toda Região Sul do país e não tem mais :/

Estou torcendo muito que venha importado junto com o GTE, mas minhas esperanças são muito baixas. 
Vou manter o meu MK7 por mais um tempo até surgir outro veículo interessante.

Tem 1 acho na Amazon em SP, eu peguei o último da Original veículos a 3 semanas

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Após 25 anos, Volkswagen Golf GTI sai de linha no Brasil

2 Minutos de Leitura
 

Após 25 anos, Volkswagen Golf GTI sai de linha no Brasil

A VW anunciou o fim da produção do Golf GTI no Brasil. A paralisação ocorre após 25 anos de presença no mercado nacional. A configuração esportiva do Golf chegou por aqui em 1994, importado do México (em sua terceira geração).

 

Um dos motivos para a finalização da produção do GTI está relacionado à chegada do hatch médio Golf GTE, uma versão híbrida, que deve estrear no Brasil em novembro deste ano.

Após 25 anos, Volkswagen Golf GTI sai de linha no Brasil

Para atender a demanda, a Volkswagen informa que o Golf GTI continuará a ser produzido até a chegada oficialmente do GTE. A produção é na fábrica da montadora alemã em São José dos Pinhais, no Paraná. Segundo informou o UOL, a VW deseja ter mais espaço para a linha de montagem do SUV compacto T-Cross, que, por aqui, chegou para ficar no lugar da família Golf, uma vez que as vendas do hatch médio vem caindo.

A queda nas vendas ainda está relacionada a um novo comportamento do consumidor. A procura por hatches médios tem caído com frequência devido à popularização e procura por utilitários esportivos.

Sobre o Volkswagen Golf GTE

Após 25 anos, Volkswagen Golf GTI sai de linha no Brasil

Prometido há quase dois anos para o Brasil, o Golf GTE finalmente chegará ao mercado brasileiro por R$ 151.300. Por enquanto não há data oficial, mas sabemos que o híbrido terá sua estreia já em novembro.

O Golf GTE desembarca aqui com motor 1.4 de 150 cv e torque de 25,5 kgfm. A motorização elétrica, por sua vez, proporciona 102 cv de potência e 35,7 kgfm, ou seja, o mesmo torque no Golf GTI (2.0 TSI). Combinadas, a potência chega a 204 cv, permitindo que o Golf GTE faça de zero a 100 km/h em pouco mais de sete segundos.

Quanto à procura do VW Golf GTI, embora a montadora tenha informado que há frota para suprir a demanda até novembro, algumas lojas informam que há pouquíssimas unidades.

https://www.noticiasautomotivas.com.br/apos-25-anos-volkswagen-golf-gti-sai-de-linha-no-brasil/

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Volkswagen Golf GTE chega ao Brasil por R$ 199.990

Primeiro híbrido da marca no país terá lote de 100 unidades disponível em 3 lojas, com pacote de equipamentos único. Na Europa, Golf acaba de ganhar uma nova geração.

Por André Paixão, G1 — Porto Feliz, SP

04/11/2019 13h43  Atualizado há 15 horas

 

 
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Volkswagen Golf GTE chega ao mercado brasileiro — Foto: André Paixão/G1

Volkswagen Golf GTE chega ao mercado brasileiro — Foto: André Paixão/G1

A Volkswagen lançou nesta segunda-feira (4) o Golf GTE. Por R$ 199.990, o primeiro híbrido da empresa no país chega atrasado, já que uma nova geração do Golf já foi apresentada na Europa. As vendas começam no próximo dia 11 de novembro, com pronta entrega.

Por enquanto, apenas um lote de 100 unidades (todas na cor azul) foi importado da Alemanha — caso exista demanda, um lote adicional poderá ser trazido, segundo a fabricante. O modelo só será vendido pela internet e em 3 lojas do país, em São Paulo, Curitiba e Brasília.

O GTE traz dois motores, um 1.4 turbo de 150 cavalos e um elétrico de 102 cavalos. Somados, os motores entregam 204 cavalos de potência e torque de 35,7 kgfm. O câmbio é automático de 6 marchas. Para ir de 0 a 100 km/h, ele leva 7,6 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 222 km/h.

A Volkswagen promete autonomia de até 939 km. Apenas no modo elétrico, o Golf consegue rodar até 50 km. As 3 primeiras revisões estão inclusas no preço do veículo.

 
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Volkswagen Golf GTE — Foto: André Paixão/G1

Volkswagen Golf GTE — Foto: André Paixão/G1

 

Atrasado e caro

 

O modelo, no entanto, já chega defasado. Há poucos dias, a Volkswagen lançou a nova geração do Golf, incluindo a variante híbrida. Por lá, as entregas começam em dezembro. Não há previsão de chegada da nova versão para o Brasil.

"Podíamos trazer agora, ou esperar 2 anos para trazer o novo", falou Pablo Di Si, presidente da Volkswagen da América do Sul, sobre o atraso do GTE — que terá sua produção encerrada em dezembro, na Alemanha.

O preço também é um fator que pesa contra o Golf híbrido. Ele chega mais caro do que o recém-lançado Chevrolet Bolt, totalmente elétrico, com desempenho e nível de equipamentos semelhantes, que custa R$ 175 mil.

 
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Diferenças do GTE para o GTI ficam na substituição dos detalhes vermelhos pelos azuis — Foto: André Paixão/G1

Diferenças do GTE para o GTI ficam na substituição dos detalhes vermelhos pelos azuis — Foto: André Paixão/G1

 

Pacote único

 

O híbrido chega em versão única, sem opcionais, com piloto automático adaptativo, faróis full LED, central multimídia com tela de 9,2 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, câmera de ré, e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.

A lista segue com ar digital de duas zonas, rodas de 16 polegadas, controles de estabilidade e tração, quadro de instrumentos digital e freio de estacionamento eletrônico.

 

O pacote é tão único que nem a cor pode ser escolhida. O GTE está disponível apenas na cor azul, como nas imagens.

 
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Interior do Golf GTE tem bancos de tecido com estampa xadrez — Foto: Divulgação/Volkswagen

Interior do Golf GTE tem bancos de tecido com estampa xadrez — Foto: Divulgação/Volkswagen

No visual, o GTE se diferencia do GTI pelos detalhes em azul, como os logos GTE, a grade dianteira e os frisos do interior dos faróis. As rodas também são inéditas, com 16 polegadas e desenho que privilegia a aerodinâmica. Os LEDs no para-choque também são novidade.

O ambiente da cabine remete ao GTI, com apliques pretos e prata. Isso inclui os bancos, com a clássica estampa xadrez da linha esportiva da Volkswagen. No GTE, porém, as linhas misturam cinza e azul.

 

 

O que o dono escolhe

 

O GTE tem diversos modos de condução. O motorista pode escolher utilizar apenas o motor elétrico, em percursos de até 50 km. No modo “convencional”, o veículo decide quando usar cada propulsor.

Em outras situações, é possível “bloquear” a carga da bateria, e usar apenas o 1.4 turbo. Já se preferir uma condução mais esportiva, ainda é possível adotar o modo GTE, que privilegia desempenho. Por fim, caso queira (ou precise) recarregar a bateria com o motor a combustão, pode-se acionar esta função.

A Volkswagen destaca que este é o modo mais caro de carregar o GTE, e recomenda sua utilização em último caso.

Ainda segundo a marca, o modelo pode chegar até 130 km/h só com o motor elétrico - que leva 2h45 para recarga completa em uma tomada residencial de 220V ou em uma estação de recarga. O custo aproximado é de R$ 5.

 
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Hatch esportivo tem diversos modos de condução, selecionados por botões — Foto: André Paixão/G1

Hatch esportivo tem diversos modos de condução, selecionados por botões — Foto: André Paixão/G1

 

Mais híbridos e elétricos

 

A Volkswagen prometeu lançar, além do GTE, outros 5 elétricos e híbridos na América do Sul até 2023. A marca não especificou quantos destes chegarão ao Brasil. O GTE é o primeiro deles.

 

"O Golf GTE é o carro certo para esse momento do país", disse Pablo Di Si, presidente da Volkswagen América do Sul.

 

"Nos anos seguintes, vamos lançar carros elétricos no país", completou Di Si, que apontou, porém, para a falta de estrutura e pontos de recarga no país.

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17 horas atrás, RodrigoSP2 disse:

Deixe aqui sua risada...

https://www.noticiasautomotivas.com.br/volkswagen-golf-gte-tem-autonomia-de-50-km-e-parte-de-r-199-990/

Enviado de meu SM-G9600 usando o Tapatalk
 

pior que foi só isso que eu consegui fazer, gostaria de conversar com as 100 pessoas pra entender o que se passa na cabeça...

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por 200 contos podiam ter colocado rodas 17, park assist, side assist e todos os assists disponíveis para TENTAR justificar o preço.
O carro não é isento de IPI? como chega com um valor tão superior assim? eu entendo que lá fora também é um carro caro, mas por esse preço e quantidade como a VW espera apresentar a tecnologia?

Temo que meu próximo carro não será um VW, a cada dia que se passa os preços sobem e a quantidade de plástico também. Sei que tudo aumenta mas os VW aumentam em uma proporção maior que seus concorrentes.

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Eu esperava coisa de R$ 145.000,00. Inclusive a minha ideia seria vender o meu Golf Pobre Edition por R$ 45.000,00. Rodo bastante e a conta do deslocamento fecharia razoavelmente bem para mim.

Porém eu declino de investir nesse híbrido da VW. O preço pedido no GTE não condiz com a nossa realidade econômica, logística e ideológica.

Há que se pensar no custo do seguro, do ipva (aqui no df não tem incentivo), logística de recarga para a bateria, e ainda o risco de manutenção por parte do concessionário autorizado.

Tenho sérias intenções de migrar para elétricos e/ou híbridos. Creio que o movimento dos concorrentes tende a mirar com mais ênfase nesse nicho.

Digam à cúpula da VW, o meu Golf Highline MK Pobre Edition, fica comigo! A autonomia de deslocamento também.... tô mais do que acostumado a fechar cada tanque com mais de 800KM rodados.

 

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Esse carro não fez o menor sentido.
Por esse preço você pega o fusion top, AWD e híbrido.

Só o fato dele ser híbrido não justifica o preço.

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2 minutos atrás, iCardeX disse:

Eu esperava coisa de R$ 145.000,00. Inclusive a minha ideia seria vender o meu Golf Pobre Edition por R$ 45.000,00. Rodo bastante e a conta do deslocamento fecharia razoavelmente bem para mim.

Porém eu declino de investir nesse híbrido da VW. O preço pedido no GTE não condiz com a nossa realidade econômica, logística e ideológica.

Há que se pensar no custo do seguro, do ipva (aqui no df não tem incentivo), logística de recarga para a bateria, e ainda o risco de manutenção por parte do concessionário autorizado.

Tenho sérias intenções de migrar para elétricos e/ou híbridos. Creio que o movimento dos concorrentes tende a mirar com mais ênfase nesse nicho.

Digam à cúpula da VW, o meu Golf Highline MK Pobre Edition, fica comigo! A autonomia de deslocamento também....

 

E esse triangulo amarelo? Você ainda nao arrumou a terceira luz de freio?

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Tem tantas opções de híbridos que poderiam ser adquiridos por esse preço... se não me equívoco até o Classe C alguma coisa (o novo) deve dar pra comprar com 200 mil ou pouco mais. Vai ser carro de colecionador realmente, ou esperar coisa de 6 meses e comprar por 20% menos.

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1 minuto atrás, anghinoni1982 disse:

E esse triangulo amarelo? Você ainda nao arrumou a terceira luz de freio?

São várias coisinhas:

1 - Verificar a terceira luz de freio. (Reparo sabe lá Deus quando...)

2 - Verificar a luz de curva lado esquerdo. (Luz comprada, porque queimou)

3 - Troca de óleo em 600Km. (material comprado!)

4 - Substituir bateria da chave. (bateria de R$ 5,00)

Falar nisso, acreditem vocês ou não, essa semana quando fui comprar a porcaria da luz de curva (neblina) e que custou a bagatela de mais de R$ 200,00/un. Só encontrei um único exemplar no estoque dos concessionários do DF inteiro. Isso mesmo. 1 única unidade de lâmpada luz curva para o DF inteiro. Eu costumo trocar as lâmpadas em pares para não ter diferença de brilho entre elas. Agora imaginem vocês tendo que garimpar peças para um GTE que não terá mais que 99 unidades no Brasil inteiro...

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      Na sala onde a Engenharia discorreu sobre o plano de eletrificação da marca, um Golf GTE branco para ilustrar o bate papo técnico – afinal, ele utiliza dois motores, um elétrico e um a gasolina.
      O hatch médio também estava lá para reforçar o período de chegada às concessionárias: entre outubro e dezembro.
      Apesar de a Volkswagen afirmar que o Golf GTI segue em produção no Brasil – paralisada por um tempo para estabelecimento da linha de produção do T-Cross –, uma fonte ligada à fábrica de São José dos Pinhais (PR) garante:
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         GTI não é mais produzido no Paraná GTI não é mais produzido no Paraná (Christian Castanho/Quatro Rodas)
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       GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf (Divulgação/Volkswagen)
      Vale lembrar que a marca já lançou no Brasil o também esportivo Jetta GLI e já programa a estreia dos festejados Polo e Virtus GTS. Mas voltemos ao Golf GTE.
      Com a oitava geração do Golf prestes a ser lançada comercialmente na Europa – inicialmente apenas nas versões mais simples, de maior volume –, a GTE tende a demorar um pouco mais para surgir.
      Ou seja, é provável que, por um tempo, o GTE de sétima geração seja o único Golf a ser vendido no Brasil. Ao menos até que o de oitava, lá na frente, comece a ser importado.
       
         GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão (Divulgação/Volkswagen)
      O Golf GTE é um pouco diferente do Prius, o híbrido mais vendido em nosso mercado.
      As baterias que alimentam o motor de tração são, assim como no Prius, carregadas pelo motor a combustão e pelo sistema regenerativo que converte a energia cinética das frenagens em elétrica.
      Mas no GTE há ainda um terceiro modo da energia elétrica chegar às baterias: um conector (escondido atrás do escudo VW, na grade) permite o carregamento plugado em tomadas comuns, de 220 volts.
      Daí o nome híbrido plug in. Uma carga completa é obtida em 2 horas e 45 minutos.
       A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI (Divulgação/Volkswagen)
      A grande vantagem da recarga na tomada está no preço, afinal a energia elétrica residencial é mais barata do que a obtida por meio do funcionamento do motor a gasolina.
      E some à questão econômica o fator ecológico: energia elétrica é menos poluente do que a obtida por meio de queima de combustível fóssil – os moradores de Fernando de Noronha estão aí para atestar.
       Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido (Divulgação/Volkswagen)
      Outro pulo do gato do Golf GTE está na autonomia da bateria que, segundo a Volkswagen, é de 50 km. Ou seja, uma quilometragem suficiente para uso no modo 100% elétrico de boa parte da população dos grandes centros.
       No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv (Divulgação/Volkswagen)
      O motor a gasolina é o 1.4 TSI, turbo, de 150 cv, similar ao aplicado em outros modelos da marca, como Tiguan, Jetta, T-Cross e, em breve, no Polo e no Virtus GTS.
      O motor elétrico, por sua vez, rende 102 cv, gerando uma potência final combinada de 204 cv – o Golf GTI 2.0 TSI se despede de nós com 230 cv.
       Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V (Divulgação/Volkswagen)
      A troca do GTI pelo GTE é o primeiro passo da Volkswagen para a eletrificação de seus produtos na América Latina. A estratégia inclui ainda outros cinco lançamentos, entre híbridos e elétricos, até 2023.
      Veja também TestesVolkswagen Golf GTE: chato são os outrosquery_builder11 fev 2015 - 17h02 NotíciasVolkswagen Golf terá versões híbrida e elétrica no Brasilquery_builder16 nov 2017 - 18h11 NotíciasVolkswagen Tarok antecipa picape rival da Toroquery_builder6 nov 2018 - 11h11   Quando perguntada se a Volkswagen pretende seguir o mesmo caminho da Toyota, que está prestes a lançar a nova geração do Corolla unindo as tecnologias híbrida e flex, a resposta é sempre evasiva.
      Mas num bate papo com o Presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si, surgiu uma pista: “É um caminho possível, sim”, disse.
       Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… (Divulgação/Volkswagen)

      https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/exclusivo-vw-mata-o-gti-e-poe-fim-ao-golf-brasileiro-gte-e-o-substituto/
    • Por gabrielcosta
      Amigos, tudo certo?
      Infelizmente este fim de semana descobri que o Cárter original do GOLF GTI é de PLÁSTICO, não vi uma vala a noite e acabou trincando esta peça, como consequência, esta vazando óleo. Liguei em varias concessionárias para localizar a peça original e a média de preço varia de R$1.800 - R$2.000 (bem salgado) e não tem a pronta entrega...  Vi um anúncio no Mercado Livre de um Cárter de Ferro (vou deixar o link abaixo para interessados). E a pergunta é:
      Alguém já substituiu esta peça por uma como essa (em ferro)? Saberia dizer se ela pode ocasionar algum problema no carro? Devido a temperatura ou qualquer outro motivo?
      Obrigado a todos desde já!
       
      Link ML: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-958092832-carter-de-oleo-do-motor-golf-gti-20-mk7-2014-a-2018-cvideo-_JM
    • Por gabrielcosta
      Oi gente, boa tarde!
      Adquiri um GOLF GTI modelo mexicano ano/modelo: 2015 com 27.000 kms rodados, estou com ele há um mês, sem reclamações do carro! Porém e até então só andando na cidade e não passei dos 100 km/h.
      Tive que viajar e percebi que ao passar dos 120 km/h sinto uma vibração no carro, inclusive ao frear em alta velocidade. Cheguei de viagem e levei o carro na concessionária,  para também fazer sua 7a revisão e já aproveitei e expliquei o que estava ocorrendo e que verificassem se havia algum problema em suspensão, freios, etc. Ao buscar o carro, o consultor me informou que não identificaram nenhum problema. 
      Esta vibração é normal mesmo? Neste caso, o que devo fazer? Procuro alguma mecânica de confiança ou levo em outra concessionária?
      Obrigado a todos desde já.