Bereba

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Tudo que Bereba postou

  1. Quebra da Mecatrônica DSG7

    Eu também achava que o DSG só quebrava na mão de quem forçava o carro, fazia track day, chipava, não fazia manutenção adequada e etc... E também achava que isso nunca iria acontecer comigo, que tomava cuidado com o carro, com todas as revisões em concessionária (mesmo após a garantia), ando na boa, sempre no modo econômico, só dou uma esticada de vez em quando, não fico querendo bengar todo mundo, nunca alterei nada no carro, não faço track day, ando na cidade e também em estrada, e etc...
  2. Quebra da Mecatrônica DSG7

    Agora chegou a minha vez. Depois de 4 anos e 73.000Km o Câmbio DSG do meu Golf 1.4TSI Highline deu defeito. Na semana passada liguei o carro e deu erro no câmbio, daí só entravam as marchas pares. Depois que "esquentou" voltou ao normal. Levei na concessionária e deram um "reset" no câmbio, pois poderia ser somente um problema de software. Durou 4 dias, daí apareceu o erro de novo, mas pior, só entrava a 2º marcha. Deixei o carro na concessionária e vão trocar a mecatrônica, e estão avaliando se será necessária a troca da embreagem também. Troca das peças como "cortesia" e cobrança somente da mão de obra.
  3. Acordo de Livre Comércio com a Argentina

    Guedes assina com Argentina acordo que prevê livre comércio de automóveis em dez anos 06/09/2019 09h50 Atualizado há uma hora O acordo automotivo entre Brasil e Argentina, que será anunciado nesta sexta-feira (6) pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Dante Sica, ministro argentino da Produção, prevê que em dez anos haverá livre comércio de carros entre os dois países. O último acordo entre Brasil e Argentina foi assinado em 2016 e se encerra em junho do ano que vem. O texto prevê uma regra de comércio pela qual as exportações de um país para o outro não pode ultrapassar uma vez e meia do valor que importa do outro. É chamado sistema flex do acordo. O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, durante evento de um banco em São Paulo no mês de agosto — Foto: Aloisio Mauricio/Estadão Conteúdo Pelo novo acordo, essa relação irá aumentando até chegar a três vezes. Ou seja, as exportações de um país podem exceder em até três vezes as importações. Mas a partir de janeiro de 2029, estabelece-se o livre comércio, sem qualquer limite para importações e exportações entre os dois países. Essa regra flex tem beneficiado o Brasil, que tradicionalmente tem exportado mais do que importado da Argentina. Mas o comércio bilateral de veículos e autopeças é relevante para ambos os países. Cerca de 50% das exportações de automóveis do Brasil tem como destino a Argentina. Já em relação à Argentina, as vendas para o Brasil representam 80% das exportações totais de veículos. O acordo a ser assinado hoje tem outro aspecto importante: procura alinhar as regras de comércio entre os dois países ao que prevê o acordo Mercosul-União Europeia. Caso esse acordo seja ratificado, prevê imediata redução de 35% para 17,5% da alíquota de importação de automóveis da Europa, limitada a uma cota anual de 50 mil veículos, dos quais 32 mil são para o Brasil. A partir do décimo ano, a alíquota cai progressivamente até chegar a zero no 16° ano. A partir de então, haverá livre comércio de veículos entre os dois blocos, sem restrição de cotas. O que se busca então com o acordo desta sexta é prever livre comércio de automóveis entre Brasil e Argentina, antes que entre em vigor o livre comércio entre Mercosul e União Europeia. https://g1.globo.com/economia/blog/joao-borges/post/2019/09/06/guedes-assina-com-argentina-acordo-que-preve-livre-comercio-de-automoveis-em-dez-anos.ghtml
  4. Golf Mk 8

    Flagra: Esperado no Brasil, VW Golf GTE híbrido testa nova geração 05 SETEMBRO 2019 em 07:17 15 + Por: Adrian Padeanu Versão híbrida da nova geração é esperada para 2020 na Europa Outubro será um mês bem estranho para a Volkswagen. Por um lado, a marca irá revelar a oitava geração do Golf para o mundo todo e, no mesmo mês, irá iniciar as vendas do híbrido Golf GTE no Brasil, após muita espera. Só que será difícil explicar para os clientes que estamos recebendo um carro que já está para mudar pois a fabricante já testa a nova versão do híbrido na Europa, esperado para o ano que vem. Mais sobre o VW Golf Novo VW Golf GTE será lançado em outubro, dizem concessionários Novo VW Golf 2020 aparece em primeiro teaser Como nós sabemos que este é o híbrido plug-in, e não a versão normal? A frente do carro conta com uma cobertura no lugar do logo da fabricante, escondendo a porta da tomada, algo já usado pela geração atual. Esta é a única indicação de que é o Golf GTE, pois o resto do carro é visualmente igual à variante a combustão. O GTE que chegará ao Brasil ainda se destacar pelas luzes diurnas em LED em forma de "C", algo que ainda não aparece no protótipo da nova geração. Galeria: Volkswagen Golf GTE 2020 - Flagra 14 Fotos Em uma das imagens abaixo, podemos ver um pouco da cabine do hatchback médio. Como esperado, terá o painel de instrumentos digital da marca e uma tela da central multimídia pulando para fora do painel - só que não é exatamente flutuante, já que tem a altura da parte de trás do painel. Terá bem menos botões do que o atual, usando comandos disfarçados no acabamento abaixo da tela da multimídia. Ainda é cedo para falar de sua motorização. Sabemos que o Golf terá uma versão híbrida-leve com um sistema de 48V para os motores 1.0 TSI e 1.5 TSI. O GTE deve manter o sistema plug-in, usando um motor elétrico e um conjunto de baterias mais robusto, para que tenha cerca de 50 km de autonomia no modo puramente elétrico. Além da versão híbrida, sabemos que a Volkswagen trabalha na nova geração do esportivo GTI e do Golf R, então o GTE não irá substituir nenhum deles na linha do hatch, como também não deve ter um aumento de potência. O Golf GTE atual utiliza um motor 1.4 TSI e outro elétrico, com um total de 204 cv de potência combinada e 35,7 kgfm de torque, acelerando de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos. Há alguns anos, a Volkswagen apresentou um conceito do Golf GTE mais potente, com 272 cv e 45,8 kgfm, apresentado no festival de Wörthersee. A nova geração não deve chegar a isso, mas é possível que tenha seu desempenho melhorado, além de um conjunto de baterias maior do que o atual, de 8,7 kWh. Talvez a Volkswagen seja boazinha e fale um pouco do GTE durante a apresentação do Golf, confirmada para o dia 24 de outubro. Enquanto isso, esperamos pelo lançamento do Golf híbrido no Brasil para outubro, ainda sem preço divulgado. Fotos: CarPix https://motor1.uol.com.br/news/368814/flagra-novo-volkswagen-golf-hibrido/
  5. Golf Mk 8

    Volkswagen confirma lançamento do Golf Mk8 para segundo semestre de 2019 Curiosidades JORGE MORAES 6 DE DEZEMBRO DE 2018 Mal das pernas no Brasil, o Golf segue sendo um sucesso de vendas na Europa e na Ásia, chegando a liderar em alguns mercados. Se por aqui sua continuidade é uma incógnita, lá fora já foi confirmada a chegada da oitava geração do hatch mais vendido da Volks no mundo. A informação é dos colegas do Motor1. LEIA MAIS Testamos o novo Volkswagen Golf GTI, um esportivo raiz e tecnológico Volks apresenta o novo Golf com novidades no preço e mais potência Conheça o Golf mais rápido da história Golf GTI Mk7 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Previous Next Segundo a publicação, o Golf Mk8 deve ser apresentado em “casa”, durante o Salão de Frankfurt, que ocorre em setembro de 2019. Segredo muito bem guardado, pouco se sabe sobre o novo Golf. Na mecânica, pouco deve mudar. Ainda segundo o Motor1, a Volkswagen estuda usar o premiado motor 1.5 TSI nas versões intermediárias, mantendo o 1.0 TSI de entrada e o 2.0 TSI para o GTI. A Volks não gosta de fazer grandes mudanças no Golf, mesmo em mudança de geração. Muito do Mk7 deverá estar presente na oitava geração. As principais mudanças devem ser limitadas ao com junto óptico e às rodas. Em relação as tecnologia a bordo, o novo Golf deve incorporar muitos itens do Passat, como o novo controle de cruzeiro adaptativo (ACC), principalmente no esportivo GTI. Para os fãs do hatch da Volkswagen no Brasil seque a incerteza da continuidade da produção. A culpa não é carro em si, mas sim de um segmento que foi engolido pela febre dos SUVs compactos. O rival direto do Volks, o Ford Focus, deixará de ser vendido aqui em 2019. Que o Golf não siga esse caminho. https://motor1.uol.com.br/news/290329/novo-volkswagen-golf-mk8-estreia-2019/
  6. Exclusivo: VW mata o GTI e põe fim ao Golf brasileiro. GTE é o substituto Fonte de QUATRO RODAS afirma que fabricante não voltará a fazer hatch no país. Marca reconhece paralisação, mas não fala em encerramento Por Péricles Malheiros access_time9 ago 2019, 18h02 chat_bubble_outlinemore_horiz A Volkswagen confirma que o GTE chega entre outubro e dezembro, mas nega que vem para substituir o GTI A Volkswagen confirma que o GTE chega entre outubro e dezembro, mas nega que vem para substituir o GTI (Divulgação/Volkswagen) PUBLICIDADE A Volkswagen promoveu um workshop para a imprensa especializada para falar sobre híbridos e elétricos. Na sala onde a Engenharia discorreu sobre o plano de eletrificação da marca, um Golf GTE branco para ilustrar o bate papo técnico – afinal, ele utiliza dois motores, um elétrico e um a gasolina. O hatch médio também estava lá para reforçar o período de chegada às concessionárias: entre outubro e dezembro. Apesar de a Volkswagen afirmar que o Golf GTI segue em produção no Brasil – paralisada por um tempo para estabelecimento da linha de produção do T-Cross –, uma fonte ligada à fábrica de São José dos Pinhais (PR) garante: “Parou de fabricar e não volta mais, assim como as versões 1.0 e 1.4. A linha de produção do Golf brasileiro não existe mais.” GTI não é mais produzido no Paraná GTI não é mais produzido no Paraná (Christian Castanho/Quatro Rodas) Consultada, a marca reafirmou que a paralisação foi realizada em caráter temporário e que a comercialização do GTI segue normal, especialmente porque ainda há unidades já fabricadas em estoque para abastecer a rede por algum tempo. O plano, então, seria reconhecer a aposentadoria do GTI simultaneamente ao início das vendas justamente do GTE, cujos conteúdo e números de aceleração, retomada e frenagem são parecidos. Nos testes de QUATRO RODAS, o GTI acelerou de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos. A do GTE, de acordo com a Volks, é de 7,6 segundos. GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf (Divulgação/Volkswagen) Vale lembrar que a marca já lançou no Brasil o também esportivo Jetta GLI e já programa a estreia dos festejados Polo e Virtus GTS. Mas voltemos ao Golf GTE. Com a oitava geração do Golf prestes a ser lançada comercialmente na Europa – inicialmente apenas nas versões mais simples, de maior volume –, a GTE tende a demorar um pouco mais para surgir. Ou seja, é provável que, por um tempo, o GTE de sétima geração seja o único Golf a ser vendido no Brasil. Ao menos até que o de oitava, lá na frente, comece a ser importado. GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão (Divulgação/Volkswagen) O Golf GTE é um pouco diferente do Prius, o híbrido mais vendido em nosso mercado. As baterias que alimentam o motor de tração são, assim como no Prius, carregadas pelo motor a combustão e pelo sistema regenerativo que converte a energia cinética das frenagens em elétrica. Mas no GTE há ainda um terceiro modo da energia elétrica chegar às baterias: um conector (escondido atrás do escudo VW, na grade) permite o carregamento plugado em tomadas comuns, de 220 volts. Daí o nome híbrido plug in. Uma carga completa é obtida em 2 horas e 45 minutos. A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI (Divulgação/Volkswagen) A grande vantagem da recarga na tomada está no preço, afinal a energia elétrica residencial é mais barata do que a obtida por meio do funcionamento do motor a gasolina. E some à questão econômica o fator ecológico: energia elétrica é menos poluente do que a obtida por meio de queima de combustível fóssil – os moradores de Fernando de Noronha estão aí para atestar. Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido (Divulgação/Volkswagen) Outro pulo do gato do Golf GTE está na autonomia da bateria que, segundo a Volkswagen, é de 50 km. Ou seja, uma quilometragem suficiente para uso no modo 100% elétrico de boa parte da população dos grandes centros. No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv (Divulgação/Volkswagen) O motor a gasolina é o 1.4 TSI, turbo, de 150 cv, similar ao aplicado em outros modelos da marca, como Tiguan, Jetta, T-Cross e, em breve, no Polo e no Virtus GTS. O motor elétrico, por sua vez, rende 102 cv, gerando uma potência final combinada de 204 cv – o Golf GTI 2.0 TSI se despede de nós com 230 cv. Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V (Divulgação/Volkswagen) A troca do GTI pelo GTE é o primeiro passo da Volkswagen para a eletrificação de seus produtos na América Latina. A estratégia inclui ainda outros cinco lançamentos, entre híbridos e elétricos, até 2023. Veja também TestesVolkswagen Golf GTE: chato são os outrosquery_builder11 fev 2015 - 17h02 NotíciasVolkswagen Golf terá versões híbrida e elétrica no Brasilquery_builder16 nov 2017 - 18h11 NotíciasVolkswagen Tarok antecipa picape rival da Toroquery_builder6 nov 2018 - 11h11 Quando perguntada se a Volkswagen pretende seguir o mesmo caminho da Toyota, que está prestes a lançar a nova geração do Corolla unindo as tecnologias híbrida e flex, a resposta é sempre evasiva. Mas num bate papo com o Presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si, surgiu uma pista: “É um caminho possível, sim”, disse. Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… (Divulgação/Volkswagen) https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/exclusivo-vw-mata-o-gti-e-poe-fim-ao-golf-brasileiro-gte-e-o-substituto/
  7. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Novo VW Golf GTE será lançado em outubro, dizem concessionários 30 AGOSTO 2019 em 07:00 19 + Por: Leo Fortunatti Mas não se falam em preços, ao menos por enquanto Durante a apresentação das tecnologias do Golf GTE, a Volkswagen se limitou a dizer que o esportivo híbrido seria lançado ainda em 2019. Mas basta procurar a novidade pelos concessionários da marca e ter uma data cravada pelos vendedores consultados por nossa reportagem. Todos falam em outubro, mas ninguém quis falar em preços ou sobre reservas das prováveis poucas unidades que serão importadas da Alemanha. Galeria: VW Golf GTE - Brasil 11 Fotos O Golf GTE será a primeira aposta da Volkswagen no mercado de híbridos no Brasil. Une o motor 1.4 TSI a um motor elétrico na transmissão de dupla embreagem e seis marchas. Segundo a marca, seu maior trunfo será a possibilidade de rodas na cidade no modo puramente elétrico pela boa potência do motor elétrico (102 cv) com autonomia de cerca de 50 km com velocidade máxima de 130 km/h. Acima disso, o motor a combustão entra em ação e, no modo GTE, geram 204 cv e 35,7 kgfm de torque - números próximos ao do Golf GTI. Veja como o Golf GTE anda VW enfim confirma Golf GTE no Brasil este ano; veja como anda Com o pacote de equipamentos esperado para o GTE, que inclui painel de instrumentos em TFT e piloto automático adaptativo, entre outros, o Golf GTI custa R$ 166.285. Ou seja, o GTE, que é importado da Alemanha, chegar aos R$ 180 mil não é difícil. Veremos em outubro se os concessionários estiverem certos.
  8. Golf Mk 8

    Volkswagen confirma novo Golf para este ano e mostra primeira imagem Ainda em testes finais, modelo foi apresentado com camuflagem e promete seguir tendências de eletrificação e sistemas online a bordo. Por G1 28/08/2019 15h02 Atualizado há 18 horas Volkswagen Golf teve primeira imagem oficial revelada, mas modelo está camuflado — Foto: Divulgação/Volkswagen A Volkswagen divulgou nesta quarta-feira (28) a primeira imagem oficial do novo Golf - porém, ainda camuflado. Ao mesmo tempo, a marca confirmou que a oitava geração do modelo será apresentada ainda em 2019. “Neste momento, não divulgaremos todos os detalhes do novo Golf, mas já é possível perceber suas proporções elegantes", disse o chefe de design da Volkswagen, Klauss Bischoff. O designer apontou ainda que os "detalhes mais refinados" do hatch estão escondidos. De acordo com a marca, o modelo segue na fase final de testes e seguirá as tendências de eletrificação, assistências de direção e serviços online a bordo. A data de apresentação do novo Golf ainda é um pouco vaga. Em comunicado, a marca disse que ele será revelado "no outono (alemão) de 2019". O período vai de setembro a dezembro. Golf no Brasil Enquanto isso, a sétima geração do Golf tem a linha reduzida no Brasil. A Volks tirou de linha as versões com motores 1.0 e 1.4 turbo, mantendo apenas a opção esportiva GTI. Por outro lado, confirmou que uma variante híbrida, chamada de GTE, será lançada até o fim do ano. GOLF VOLKSWAGEN
  9. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Veja vídeo do VW Golf GTE, o híbrido esportivo que chega em novembro Por Antônio Carlos da Silva | 17/08/2019 13:37 Tamanho do texto - + Home iG › Carros › Colunas › Carros e motores Modelo plug-in pode ter as baterias recarregadas na tomada e conta com potência combinada de 204 cv. De 0 a 100 km/h, faz em 7,6 segundos Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leitura.Play!Ouça: Golf GTE, o híbrido esportivo da VW que chega em novembro - Carros e motores0:00100%AudimaAbrir menu de opções do player Audima. O Golf GTE será o primeiro carro hibrido que a Volkswagen vai vender no Brasil e deve chegar já no mês de novembro. É um modelo esportivo que tem dois motores. Um a gasolina, 1.4, TSI turbo e um elétrico acoplado. E o motorista pode optar em usar apenas o elétrico ou somente o a combustão, lembrando que a autonomia só na bateria é de 50 quilômetros, ao custo de cerca de R$ 5. PUBLICIDADE LEIA MAIS: Quem precisa de um Golf GTE híbrido que vai custar R$ 200 mil? A diferença do híbrido da Volkswagen com outros que são vendidos no Brasil é que a bateria pode ser carregada na tomada. Ele é um modelo plug-in. Mas o motor a combustão também carrega a bateria bem como a regeneração dos freios. Juntando os dois motores a autonomia do Golf GTE chega a 900 quilômetros, com um tanque de apenas 40 litros de gasolina. Trata-se de um carro esportivo e esta designação está alinhada com as siglas GTI e GTD, dois ícones da linha Golf. O motor a combustão do GTE é 1.4 com 150 cavalos de potência e o elétrico gera mais 102 cavalos, totalizando 204 cavalos. Por isso é um carro esportivo . Só com o motor elétrico o Golf GTE chega a uma velocidade de 130 quilômetros por hora, com zero de poluição. Volkswagen Golf GTE. Foto: Guilherme Menezes/iG 1/18 Quando toda a potência combinada do sistema é utilizada, o GTE vai de 0 a 100 km/h em 7.6 segundos, atingindo 222 km/h. Ainda mais significativo é o potencial de propulsão. Com a combinação dos dois motores produz um torque de 35,7 kgfm, resultando em um grande prazer de dirigir. LEIA MAIS: Testamos o VW Golf GTE, versão híbrida com autonomia de até 900 km Tudo isso é transferido para as rodas através de um câmbio automático DSG de seis marchas com aletas atrás do volante. Apesar da potência e torque, o Golf GTE é um dos carros mais eficientes do mundo em termos energéticos. A bateria precisa de 2h45 para carregar totalmente em uma tomada convencional de 220V ou em uma estação de recarga. O Golf GTE tem vários modos de condução. Para rodar apenas com o motor elétrico, basta acionar um botão ao lado do câmbio para entrar no e-mode. Também tem o híbrido. Ao selecionar esse modo, a tecnologia do GTE escolhe qual sistema é o mais eficiente para cada situação de uso. LEIA MAIS: VW terá 99 unidades do Golf híbrido no Brasil, a partir do segundo semestre O motorista não precisa fazer nada. Também tem o modo recarga, quando apenas o motor 1.4 TSI de 150 cavalos movimentará o veículo, que também mandará carga para a bateria. E o modo esportivo GTE. Nele o motor a gasolina e o motor elétrico trabalham juntos para transformar o Golf GTE em um esportivo de verdade. As potências dos dois motores são combinadas e o motorista tem 204 cavalos à disposição. Link deste artigo: https://carros.ig.com.br/colunas/carros-e-motores/2019-08-17/golf-gte-o-hibrido-esportivo-da-vw-que-chega-em-novembro.html Fonte: Carros - iG @ https://carros.ig.com.br/colunas/carros-e-motores/2019-08-17/golf-gte-o-hibrido-esportivo-da-vw-que-chega-em-novembro.html
  10. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Pela quantidade de reportagens que estão saindo, acho que a VW já está preparando o mercado para o lançamento do Golf GTE. Vamos ver o preço...
  11. Pelo visto economizaram no tanque de combustível dos Golfs Nacionais...
  12. Parece que a Bateria está começando a morrer...
  13. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    VW terá 99 unidades do Golf híbrido no Brasil, a partir do segundo semestre 1 Por Carlos Guimarães | 10/06/2019 18:43 - Atualizada às 10/06/2019 18:47 Tamanho do texto - + Home iG › Carros Versão GTE do hatch médio será importada e começará a ser vendida em algumas cidades no País. Depois, poderá ter maior volume de oferta Divulgação VW Golf GTE, versão híbrida do hatch médio chegará em volume reduzido ao Brasil, pelo menos, inicialmente Que a Volkswagen vai lançar uma versão híbrida no Golf no Brasil já havia sido anunciado. Mas, conforme apurou a reportagem de iG Carros, a novidade chegará ao País, pelo menos num primeiro momento, em volume limitado e em apenas algumas praças, como costuma dizer o departamento de marketing da fabricante. LEIA MAIS: Morre o VW Golf 1.0 TSI. Mas será que ele valia a compra? Assista ao vídeo Serão inicialmente 99 unidades que estão previstas para chegarem no fim do ano,de acordo com Gustavo Schmidt, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil. O executivo também comentou que, a partir dos resultados colhidos com essa primeira leva, a marca irá analisar se aumentará o volume e oferta do carro no mercado brasileiro. O GTE tem motor 1.4 TSI e outro elétrico, de 50 cv, somando 201 cv ao todo. Portanto, o Golf GTE será um dos lançamentos da Volkswagen no segundo semestre. Outros dois ficarão por conta da dupla Polo e Virtus GTS, que chegarão às lojas num intervalo de tempo bem próximo, mas, separadamente. Ambos contarão com motor 1.4, turbo flex e câmbio automático de seis marchas, além um acerto mais voltado para o desempenho esportivo e itens exclusivos das parte estética. Divulgação VW Golf GTE tem desempenho tão bom quanto o do esportivo GTI. Novidade vai chamar atenção no Brasil no fim do ano Entre as diferenças, o carro terá bancos esportivos e detalhes na cor vermelha, entre os principais destaque, assim como rodas parecidas com as usadas no Golf GTI e defletores de ar maiores que os atualmente disponíveis nas demais versões da dupla da Volkswagen. LEIA MAIS: Volkswagen Gol e Voyage começam a serem vendidos na linha 2020 Mudanças no VW T-Cross Divulgação VW T-Cross Highline tem tido mais procura do que o esperado e já tem fila de espera nas concessionárias do País Ainda entre as novidades na linha Volkswagen, o SUV T-Cross terá mudanças no mix de produção e no pacote de equipamentos, uma vez que as versões mais equipadas estão vendendo bem mais do que o previsto. Conforme a fabricante, a previsão é de que a topo de linha Highline fosse representar em torno de 40% das vendas mas, em maio último, esse percentual ficou ao redor de 55%. Em São Paulo, chega a 65%. LEIA MAIS: O Volkswagen T-Cross é o melhor SUV compacto do país? Veja vídeo Os pacotes de equipamentos mais sofisticados também têm tido boa procura. Por isso, o sistema Kessy, que inclui botão de partida e trancamento automático das portas sem que seja necessário de utilizar a chave, passará a ser de série em toda linha. Além disso, a procura bem maior que o esperado pela versão Highline acabou gerando uma fila de espera, que pode chegar a 60 dias. Link deste artigo: https://carros.ig.com.br/2019-06-10/vw-tera-99-unidades-do-golf-hibrido-no-brasil-no-fim-do-ano.html Fonte: Carros - iG @ https://carros.ig.com.br/2019-06-10/vw-tera-99-unidades-do-golf-hibrido-no-brasil-no-fim-do-ano.html
  14. REMAP GOLF TSI MK7

    Depois dá problema, e o câmbio que é problemático...
  15. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    O bom é que teremos vários carros híbridos sendo lançados aqui no Brasil neste ano e ano que vem. https://globoplay.globo.com/v/7661943/
  16. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    É isso mesmo. O Prius não "pegou" aqui no Brasil, então vão colocar o sistema híbrido no carro chefe deles, o Corolla.
  17. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Segue uma reportagem falando um pouco das dificuldades da adaptação de um Híbrido para ser Flex: Rodagem curta e frio são os maiores desafios do Prius Flex Protótipos desenvolvidos pela Toyota estão sendo adaptados para as peculiaridades do etanol Por Rodrigo Ribeiro access_time29 mar 2018, 14h15 - Publicado em 29 mar 2018, 13h06 chat_bubble_outlinemore_horiz Protótipo do Prius Flex é idêntico às versões a gasolina do híbrido Protótipo do Prius Flex é idêntico às versões a gasolina do híbrido (Divulgação/Toyota) Conforme antecipado por QUATRO RODAS em dezembro de 2017, a Toyota revelou os primeiros protótipos do inédito Prius Flex. Neste primeiro momento foram desenvolvidas duas unidades, usando como base o híbrido importado do Japão. A adaptação para rodar com etanol, porém, foi feita totalmente no Brasil. O Prius, atualmente em sua quarta geração, é o carro híbrido mais vendido do mundo O Prius, atualmente em sua quarta geração, é o carro híbrido mais vendido do mundo (Divulgação/Toyota) “Todos os elementos que entram em contato com o combustível, como bomba, mangueiras, bicos injetores e velas, precisaram ser trocados”, explica Eduardo Bennacchio, chefe do departamento de engenharia da Toyota do Brasil. O Prius, porém, adiciona um problema extra à equipe de desenvolvimento da marca, apesar do conhecimento acumulado em mais de uma década de motores flex no Brasil. A Toyota precisou colocar um sistema de pré-aquecimento de etanol no Prius Flex A Toyota precisou colocar um sistema de pré-aquecimento de etanol no Prius Flex (Divulgação/Toyota/Toyota) Uma das dificuldades com motores a etanol e flex é a partida a frio. Atualmente essa questão é resolvida com a adoção de sistemas de pré-aquecimento, que substituíram os antiquados tanquinhos suplementares de gasolina. Só que, enquanto em um modelo convencional a partida a frio ocorre somente uma vez a cada uso, no Prius ela ocorrerá por diversos momentos ao longo do dia. No Prius, o motor a combustão liga e desliga constantemente de acordo com o modo de condução. O motor a combustão é ligado tanto para tracionar o carro, quanto para ajudar na recarga das baterias O motor a combustão é ligado tanto para tracionar o carro, quanto para ajudar na recarga das baterias (Renato Pizzutto/Quatro Rodas) “Desenvolvemos um mapa de injeção e controle do motor exclusivo para o Prius Flex. Mas, por enquanto, ainda não definimos qual sistema de pré-aquecimentoserá usado no modelo”, detalha Bennacchio. As duas principais soluções disponíveis no mercado aquecem o etanol em lugares distintos: uma usa resistências dentro do bico injetor, enquanto outra esquenta o combustível na flauta de injeção, antes dos bicos. Outro problema para o Prius Flex é o “ciclo dona de casa”. De olho no óleo Velas, mangueiras e até pistões precisaram ser trocados no Prius Flex Velas, mangueiras e até pistões precisaram ser trocados no Prius Flex (Divulgação/Toyota) O nome, antiquado para os dias atuais, se refere aos motoristas que usam o carro por poucos quilômetros, sem que haja tempo hábil para que o motor esquente corretamente. É o chamado uso severo, condição em que a mecânica é mais exigida, e que acaba encurtando os intervalos necessários para a manutenção. Motores movidos a etanol demoram mais para esquentar, também pelo fato do combustível vegetal ter menor poder calorífico. Enquanto no ciclo frio, a injeção eletrônica enriquece a mistura ar-combustível para aumentar rapidamente a temperatura dos cilindros. Nessa situação, no entanto, a queima da mistura não é completa e o excesso de etanol escorre pela camisa do cilindro, chegando ao cárter, onde contamina o óleo lubrificante. Esse cenário não é um problema quando o carro fica ligado o suficiente para que o óleo esquente e, com isso, faça o etanol evaporar e ser reingerido pelo motor por meio do sistema de coleta de vapores. Só que, no Prius, o motor a combustão demora mais tempo para esquentar do que em carros convencionais. E a história mostra que rodagem curta em propulsores flex pode render problemas sérios para o motor. https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/rodagem-curta-e-frio-sao-os-maiores-desafios-do-prius-flex/
  18. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Eu também gostaria muito que o motor fosse Flex, daí o IPI cairia de 10% para 8%. Por isso a Toyota está correndo para também ter o Prius e o Corola Híbridos Flex, para pagar menos impostos... Só para efeito de comparação o Golf GTI paga 25% de IPI, devido ao motor 2.0 a Gasolina
  19. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    No meu modelinho de excel, considerando que o Golf GTE custe 10% a mais que o Golf GTI, em 2,2 anos ele já pagou a diferença.
  20. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    É para ajudar na aerodinâmica e reduzir o consumo.
  21. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Muito interessante.
  22. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    FLAGRA: VOLKSWAGEN GOLF GTE, O ESPORTIVO QUE FAZ ATÉ 66 KM/L E É RECARREGADO IGUAL CELULAR Híbrido do tipo plug-in tem desempenho que chega próximo ao do GTI por JULIO CABRAL Compartilhar Assine já! 30/05/2019 15h19 - atualizado às 17h08 em 30/05/2019 VOLKSWAGEN GOLF GTE FOI FLAGRADO PELO LEITOR VITORIO JUNIOR (FOTO: VITORIO JUNIOR/AUTOESPORTE) Carros de teste costumam ir longe. Testes de frio são feitos nas montanhas, a resistência ao calor intenso é colocada à prova em estados mais quentes, sem falar nas pistas de testes Brasil afora. A prova disso é o flagra do Volkswagen Gol GTE feito pelo leitor Vitório Junior em Fortaleza, Ceará. O olhar atento do fotógrafo fez a diferença. Além das placas verdes de testes, o Golf GTE estava plugado na tomada em um posto de recarga — o plug de recarga fica escondido pelo símbolo da VW na grade. Ao lado dele, um microcarro elétrico compartilhado da empresa Vamo. Ao contrário do seu pequenino companheiro de tomada, o Golf é uma versão híbrida do tipo plug-in. Isso significa que ele tem motor elétrico mais potente e um pack de baterias maior. Graças a esses dois elementos, o hatch médio é capaz de rodar até 50 km somente na eletricidade. Aqui, cabe uma ressalva: os híbridos convencionais rodam cerca de dois quilômetros neste modo — o motor elétrico está lá mais para auxiliar o convencional do que para mover o carro sozinho. Confira como o sistema funciona em detalhes no teste do GTE e também no vídeo abaixo (em inglês). Se você ainda não viu vantagem, espere para ver o desempenho e economia. O propulsor a combustão é o mesmo 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm usado por alguns modelos da Volkswagen no Brasil. Por sua vez, o motor elétrico gera 102 cv e 35,7 kgfm. Eles nem precisam usar toda a sua potência e torque: a cavalaria combinada é de 204 cv. GOLF GTE FOI CLICADO ENQUANTO ABASTECIA EM UM PONTO DE RECARGA (FOTO: VITORIO JUNIOR/AUTOESPORTE) O desempenho não fica tão distante do GTI. Se o hot hatch faz o zero a 100 km/h em 6,6 segundos, o híbrido GTE alcança o mesmo em 7,6 s e chega aos 222 km/h, um pouco distante dos 237 km/h do GTI. Convenhamos, o torque estúpido e instantâneo do motor elétrico deve ser suficiente para jogar o seu corpo contra o banco. De qualquer forma, esse segundo a mais vai ser compensado no consumo quase abstêmio. Se você pisar muito, talvez a economia não passe de 22 km/l. Porém, ao utilizar o modo elétrico na maior parte do tempo, o mesmo número passa a 66 km/l. Mesmo com um tanque de 40 litros (bem menos que os 51 litros do GTI), a autonomia máxima chega a 970 km. A própria VW vende o Golf GTE como um esportivo híbrido. A aproximação com a sigla GTI é calculada — a marca faz o mesmo com o GTD turbodiesel. E o pacote visual não é diferente: há dupla saída de escape e rodas aro 18. Mas o GTE traduz alguns elementos tradicionais do GTI para deixar claro que ele é uma versão ecológica. Os filetes vermelhos cedem lugar aos azuis, mesmo tom presente no estofado xadrez estilo Clark. O VW prevê o futuro Talvez eu tenha exagerado um pouco, mas o Golf GTE quase chega lá. Ao colocar uma rota no GPS, o sistema de navegação consegue usar seus dados de topografia para se adaptar previamente para subidas e descidas à frente. A tecnologia permite ao carro encontrar a melhor combinação mais eficiente para aquele determinado momento. Ele faz de tudo para economizar. E também é gentil com pessoas e o meio ambiente. Em situações de cruzeiro, o GTE vai utilizar mais o 1.4 TSI, mas ao prever que há uma cidade pelo caminho, o VW aciona o modo elétrico para não poluir o local ou incomodar seus habitantes. ESTOFAMENTO CLARK TEM LINHAS AZUIS, TOM REPETIDO NO FILETE DA "GRADE" (FOTO: DIVULGAÇÃO) Esse jeito frugal compensa no posto o preço de etiqueta do GTE: o carro vir na faixa do GTI (R$ 151.300) ou até mais caro. De qualquer jeito, o novo VW tem chances de ser o híbrido plug-in mais barato do seu mercado. A importação do GTE já havia sido confirmada por Pablo di Si, presidente da Volkswagen para América do Sul e central, Caribe e Brasil. Na mesma ocasião, o executivo confirmou também que o e-Golf, a versão elétrica do hatch médio. A questão é que a oitava geração do Golf está próxima de ser lançada na Europa. A novidade deve estreiar em outubro desse ano. Atualmente, o Golf é produzido no Brasil apenas na versão GTI, mas não sabemos por quanto tempo. A nova encarnação deve vir apenas como importada. SAIBA MAIS INIMIGOS DOS POSTOS: OS 12 CARROS VERDES TESTADOS POR AUTOESPORTE TESTE: VW GOLF GTI NACIONAL ANDA UM POUCO MENOS QUE O IMPORTADO HERÓI DA RESISTÊNCIA: VW GOLF NACIONAL SOBREVIVE NA VERSÃO GTI https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/05/flagra-volkswagen-golf-gte-o-esportivo-que-faz-ate-66-kml-e-e-recarregado-igual-celular.html
  23. Park Assist - Utilidade ou futilidade?

    Trio Elétrico era futilidade, depois virou essencial e agora é quase que obrigatório em qualquer carro. Ar Condicionado era frescura e hoje é praticamente item de série. Direção Hidráulica era bichice e hoje é item de série até nos populares. Câmbio Automático era bobeira e hoje já é um dos itens mais procurados nos carros. Piloto Automático era besteira, mas hoje já está presente em vários carros. Sensor de Estacionamento era item de carro de luxo e atualmente está presente na maioria dos carros. ABS, Airbag e ESC eram itens de luxo e agora são itens obrigatórios nos carros novos. E assim caminha a evolução dos carros. Daqui algum tempo, em vez do @Saldanha MQB criar um post sobre a surpresa de ter o Park Assist no carro, teremos um post falando da surpresa em ainda existir algum carro sem Park Assist e como é possível existir tamanha heresia. Daqui alguns anos o Park Assist, ACC e Direção Autônoma serão corriqueiros em todos os carros... A evolução não pára!!!!
  24. Pode ser o Coxim do Motor. O que é coxim do motor? Saiba para que serve Saiba para que serve esta importante peça do carro. 27/12/2017 Compartilhar no Facebook Tweet no Twitter O que é coxim do motor? Saiba para que serve. Os veículos são repletos de itens que garantem o bom funcionamento do motor e do carro em si. Entre eles, muitas vezes escutamos falar nos coxins, peças que dizem ficar no motor do carro. Mas você sabe o que é coxim do motor? Veja abaixo nossa matéria explicando o que é e para que serve a peça. O que é coxim do motor de um carro? Eles servem como uma proteção para que a vibração do motor e do câmbio não danifiquem a carroceria. Existe em todos os veículos, e geralmente são feitos por uma peça de borracha. Sabe aquela vibração leve que você sente quando o motor está na iminência de fazer o carro andar? Graças ao coxim você não sente isso como se fosse um chacoalhão, o que seria muito incômodo a todos os ocupantes do veículo. O coxim de um carro Carros mais caros possuem coxins maiores que o normal. Alguns são feitos de materiais mais apropriados e que minimizam a vibração do carro. Existem até aqueles que tornam a ação do motor quase que imperceptível! O desgaste é natural e perceptível a partir do momento em que a vibração começa a ficar mais intensa, o que quer dizer que está na hora de trocá-los. Quanto custa para trocar um coxim? Varia de acordo com o seu carro. Você pode encontrar a partir de R$ 100,00 em carros populares e chegar até uma média de R$ 200 para os carros mais caros e com motores mais potentes. Além da peça, a mão de obra também está inclusa. Os serviços variam, desde R$ 300 a R$ 600, pois é algo que envolve o deslocamento do motor, tarefa não tão simples. Mas algo que é simples é trocar de carro sem precisar pagar nada de entrada ou juros. Você pode fazer isso através do Consórcio de carros! Acesse agora mesmo nosso Simulador de Consórcio e selecione o carro de forma personalizada. Simule o seu plano e encontre a parcela ideal ao seu orçamento, não perca tempo!
  25. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Vc está falando dessa? Já dirigimos: Primeiro AMG híbrido, novo Mercedes CLS 53 chega ao Brasil 22 OUTUBRO 2018 em 17:55 18  + POR: DANIEL MESSEDER, Diretor Editorial Nova geração do cupê de quatro portas da Mercedes une motor de seis cilindros a um elétrico para entregar 457 cv totais A terceira geração do Mercedes CLS desembarca no Brasil com uma novidade que vai muito além da carroceria renovada: trata-se do primeiro modelo da divisão esportiva AMG com motor eletrificado: o novo 3.0 litros de seis cilindros da marca alemã, com dois turbos e um inédito compressor elétrico, que recebe ainda o auxílio do motor de arranque/alternador EQ Boost. Outras atrações do CLS 53 AMG são a cabine totalmente redesenhada, a transmissão automática de 9 marchas e a tração integral 4Matic+. Sozinho, o motor a combustão é capaz de entregar 435 cv de potência e 53 kgfm de torque. E ainda conta com o compressor elétrico para evitar qualquer tipo de turbo lag em baixas rotações, isto é, o atraso na resposta do motor até "encher" o turbo. A diferença para o compressor mecânico que já equipou outros Mercedes (quem não se lembra dos Kompressor?) é ser acionado eletricamente, e não mais por uma correia. Além disso, o sistema EQ Boost fica instalado entre o motor e a transmissão para gerar, em determinados momentos, 22 cv e 25,5 kgfm extras. O resultado, garante a Mercedes, é uma aceleração de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos, com máxima limitada de 250 km/h. O sistema elétrico embarcado de 48 volts tem sua energia gerada pelo EQ Boost. Já a rede convencional de 12 volts também é suprida pelo novo sistema por meio de um conversor de tensão, fornecendo energia para pontos de consumo como luzes, cockpit, displays do painel e multimídia, além das unidades de controle do carro. De acordo com a AMG, o novo CLS 53 é o primeiro passo em direção ao futuro híbrido da AMG. Internamente, o CLS 53 AMG encanta pelo painel com acabamento em fibra de carbono (pacote Brasil), que faz perfeita combinação com as telas de 12,3" unidas sob uma cobertura de vidro, formando um cockpit panorâmico que reforça o desenho horizontal da cabine do cupê. O painel possui três diferentes estilos de mostradores para o painel digital, (clássico, esportivo e progressivo), enquanto as saídas de ar são iluminadas. Pena a Mercedes ter mantido a alavanca do câmbio na coluna de direção, que não considero a ideal para um modelo de apelo esportivo. Tabelado a R$ 599.900, o CLS 53 AMG vem equipado com toda a sorte de itens de conforto e segurança, incluindo comandos por voz para diversas funções do carro, bancos ventilados/aquecidos, novo volante multifuncional, bancos de couro preto com costura e cintos vermelhos, além do piloto automático adaptativo Distronic, o assistente de frenagem ativo e o sistema automático de manutenção de faixa. Para completar, o modelo vem com nove airbags, sendo um para os joelhos do motorista. Durante uma breve volta rápida no circuito do Velo Città, no interior paulista, o CLS mostrou rapidez, mas, ao lado de feras como o E63 AMG e o AMG GT-R, ambos equipados com o V8 biturbo da marca, o novo cupê se revelou um tanto comportado. Não que falte disposição nas retomadas e saídas de curvas, mas, mesmo no modo Sport+ de condução, a suspensão ainda prioriza o conforto e o controle de estabilidade atua ao menor sinal de inclinação da carroceria, impedindo uma tomada de curva mais ousada. Por conta da tração integral, esperávamos que a eletrônica fosse um pouco mais permissiva. Mas a verdade é que o CLS não parece feito para virar tempo em pista fechada. Seu negócio é viajar com conforto, velocidade e até uma dose de economia - o que só poderemos experimentar num futuro teste completo. Fotos: Estúdio Malagrine/divulgação