Bereba

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  1. Parece que a Bateria está começando a morrer...
  2. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    VW terá 99 unidades do Golf híbrido no Brasil, a partir do segundo semestre 1 Por Carlos Guimarães | 10/06/2019 18:43 - Atualizada às 10/06/2019 18:47 Tamanho do texto - + Home iG › Carros Versão GTE do hatch médio será importada e começará a ser vendida em algumas cidades no País. Depois, poderá ter maior volume de oferta Divulgação VW Golf GTE, versão híbrida do hatch médio chegará em volume reduzido ao Brasil, pelo menos, inicialmente Que a Volkswagen vai lançar uma versão híbrida no Golf no Brasil já havia sido anunciado. Mas, conforme apurou a reportagem de iG Carros, a novidade chegará ao País, pelo menos num primeiro momento, em volume limitado e em apenas algumas praças, como costuma dizer o departamento de marketing da fabricante. LEIA MAIS: Morre o VW Golf 1.0 TSI. Mas será que ele valia a compra? Assista ao vídeo Serão inicialmente 99 unidades que estão previstas para chegarem no fim do ano,de acordo com Gustavo Schmidt, vice-presidente de Vendas e Marketing da Volkswagen do Brasil. O executivo também comentou que, a partir dos resultados colhidos com essa primeira leva, a marca irá analisar se aumentará o volume e oferta do carro no mercado brasileiro. O GTE tem motor 1.4 TSI e outro elétrico, de 50 cv, somando 201 cv ao todo. Portanto, o Golf GTE será um dos lançamentos da Volkswagen no segundo semestre. Outros dois ficarão por conta da dupla Polo e Virtus GTS, que chegarão às lojas num intervalo de tempo bem próximo, mas, separadamente. Ambos contarão com motor 1.4, turbo flex e câmbio automático de seis marchas, além um acerto mais voltado para o desempenho esportivo e itens exclusivos das parte estética. Divulgação VW Golf GTE tem desempenho tão bom quanto o do esportivo GTI. Novidade vai chamar atenção no Brasil no fim do ano Entre as diferenças, o carro terá bancos esportivos e detalhes na cor vermelha, entre os principais destaque, assim como rodas parecidas com as usadas no Golf GTI e defletores de ar maiores que os atualmente disponíveis nas demais versões da dupla da Volkswagen. LEIA MAIS: Volkswagen Gol e Voyage começam a serem vendidos na linha 2020 Mudanças no VW T-Cross Divulgação VW T-Cross Highline tem tido mais procura do que o esperado e já tem fila de espera nas concessionárias do País Ainda entre as novidades na linha Volkswagen, o SUV T-Cross terá mudanças no mix de produção e no pacote de equipamentos, uma vez que as versões mais equipadas estão vendendo bem mais do que o previsto. Conforme a fabricante, a previsão é de que a topo de linha Highline fosse representar em torno de 40% das vendas mas, em maio último, esse percentual ficou ao redor de 55%. Em São Paulo, chega a 65%. LEIA MAIS: O Volkswagen T-Cross é o melhor SUV compacto do país? Veja vídeo Os pacotes de equipamentos mais sofisticados também têm tido boa procura. Por isso, o sistema Kessy, que inclui botão de partida e trancamento automático das portas sem que seja necessário de utilizar a chave, passará a ser de série em toda linha. Além disso, a procura bem maior que o esperado pela versão Highline acabou gerando uma fila de espera, que pode chegar a 60 dias. Link deste artigo: https://carros.ig.com.br/2019-06-10/vw-tera-99-unidades-do-golf-hibrido-no-brasil-no-fim-do-ano.html Fonte: Carros - iG @ https://carros.ig.com.br/2019-06-10/vw-tera-99-unidades-do-golf-hibrido-no-brasil-no-fim-do-ano.html
  3. REMAP GOLF TSI MK7

    Depois dá problema, e o câmbio que é problemático...
  4. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    O bom é que teremos vários carros híbridos sendo lançados aqui no Brasil neste ano e ano que vem. https://globoplay.globo.com/v/7661943/
  5. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    É isso mesmo. O Prius não "pegou" aqui no Brasil, então vão colocar o sistema híbrido no carro chefe deles, o Corolla.
  6. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Segue uma reportagem falando um pouco das dificuldades da adaptação de um Híbrido para ser Flex: Rodagem curta e frio são os maiores desafios do Prius Flex Protótipos desenvolvidos pela Toyota estão sendo adaptados para as peculiaridades do etanol Por Rodrigo Ribeiro access_time29 mar 2018, 14h15 - Publicado em 29 mar 2018, 13h06 chat_bubble_outlinemore_horiz Protótipo do Prius Flex é idêntico às versões a gasolina do híbrido Protótipo do Prius Flex é idêntico às versões a gasolina do híbrido (Divulgação/Toyota) Conforme antecipado por QUATRO RODAS em dezembro de 2017, a Toyota revelou os primeiros protótipos do inédito Prius Flex. Neste primeiro momento foram desenvolvidas duas unidades, usando como base o híbrido importado do Japão. A adaptação para rodar com etanol, porém, foi feita totalmente no Brasil. O Prius, atualmente em sua quarta geração, é o carro híbrido mais vendido do mundo O Prius, atualmente em sua quarta geração, é o carro híbrido mais vendido do mundo (Divulgação/Toyota) “Todos os elementos que entram em contato com o combustível, como bomba, mangueiras, bicos injetores e velas, precisaram ser trocados”, explica Eduardo Bennacchio, chefe do departamento de engenharia da Toyota do Brasil. O Prius, porém, adiciona um problema extra à equipe de desenvolvimento da marca, apesar do conhecimento acumulado em mais de uma década de motores flex no Brasil. A Toyota precisou colocar um sistema de pré-aquecimento de etanol no Prius Flex A Toyota precisou colocar um sistema de pré-aquecimento de etanol no Prius Flex (Divulgação/Toyota/Toyota) Uma das dificuldades com motores a etanol e flex é a partida a frio. Atualmente essa questão é resolvida com a adoção de sistemas de pré-aquecimento, que substituíram os antiquados tanquinhos suplementares de gasolina. Só que, enquanto em um modelo convencional a partida a frio ocorre somente uma vez a cada uso, no Prius ela ocorrerá por diversos momentos ao longo do dia. No Prius, o motor a combustão liga e desliga constantemente de acordo com o modo de condução. O motor a combustão é ligado tanto para tracionar o carro, quanto para ajudar na recarga das baterias O motor a combustão é ligado tanto para tracionar o carro, quanto para ajudar na recarga das baterias (Renato Pizzutto/Quatro Rodas) “Desenvolvemos um mapa de injeção e controle do motor exclusivo para o Prius Flex. Mas, por enquanto, ainda não definimos qual sistema de pré-aquecimentoserá usado no modelo”, detalha Bennacchio. As duas principais soluções disponíveis no mercado aquecem o etanol em lugares distintos: uma usa resistências dentro do bico injetor, enquanto outra esquenta o combustível na flauta de injeção, antes dos bicos. Outro problema para o Prius Flex é o “ciclo dona de casa”. De olho no óleo Velas, mangueiras e até pistões precisaram ser trocados no Prius Flex Velas, mangueiras e até pistões precisaram ser trocados no Prius Flex (Divulgação/Toyota) O nome, antiquado para os dias atuais, se refere aos motoristas que usam o carro por poucos quilômetros, sem que haja tempo hábil para que o motor esquente corretamente. É o chamado uso severo, condição em que a mecânica é mais exigida, e que acaba encurtando os intervalos necessários para a manutenção. Motores movidos a etanol demoram mais para esquentar, também pelo fato do combustível vegetal ter menor poder calorífico. Enquanto no ciclo frio, a injeção eletrônica enriquece a mistura ar-combustível para aumentar rapidamente a temperatura dos cilindros. Nessa situação, no entanto, a queima da mistura não é completa e o excesso de etanol escorre pela camisa do cilindro, chegando ao cárter, onde contamina o óleo lubrificante. Esse cenário não é um problema quando o carro fica ligado o suficiente para que o óleo esquente e, com isso, faça o etanol evaporar e ser reingerido pelo motor por meio do sistema de coleta de vapores. Só que, no Prius, o motor a combustão demora mais tempo para esquentar do que em carros convencionais. E a história mostra que rodagem curta em propulsores flex pode render problemas sérios para o motor. https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/rodagem-curta-e-frio-sao-os-maiores-desafios-do-prius-flex/
  7. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Eu também gostaria muito que o motor fosse Flex, daí o IPI cairia de 10% para 8%. Por isso a Toyota está correndo para também ter o Prius e o Corola Híbridos Flex, para pagar menos impostos... Só para efeito de comparação o Golf GTI paga 25% de IPI, devido ao motor 2.0 a Gasolina
  8. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    No meu modelinho de excel, considerando que o Golf GTE custe 10% a mais que o Golf GTI, em 2,2 anos ele já pagou a diferença.
  9. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    É para ajudar na aerodinâmica e reduzir o consumo.
  10. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Muito interessante.
  11. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    FLAGRA: VOLKSWAGEN GOLF GTE, O ESPORTIVO QUE FAZ ATÉ 66 KM/L E É RECARREGADO IGUAL CELULAR Híbrido do tipo plug-in tem desempenho que chega próximo ao do GTI por JULIO CABRAL Compartilhar Assine já! 30/05/2019 15h19 - atualizado às 17h08 em 30/05/2019 VOLKSWAGEN GOLF GTE FOI FLAGRADO PELO LEITOR VITORIO JUNIOR (FOTO: VITORIO JUNIOR/AUTOESPORTE) Carros de teste costumam ir longe. Testes de frio são feitos nas montanhas, a resistência ao calor intenso é colocada à prova em estados mais quentes, sem falar nas pistas de testes Brasil afora. A prova disso é o flagra do Volkswagen Gol GTE feito pelo leitor Vitório Junior em Fortaleza, Ceará. O olhar atento do fotógrafo fez a diferença. Além das placas verdes de testes, o Golf GTE estava plugado na tomada em um posto de recarga — o plug de recarga fica escondido pelo símbolo da VW na grade. Ao lado dele, um microcarro elétrico compartilhado da empresa Vamo. Ao contrário do seu pequenino companheiro de tomada, o Golf é uma versão híbrida do tipo plug-in. Isso significa que ele tem motor elétrico mais potente e um pack de baterias maior. Graças a esses dois elementos, o hatch médio é capaz de rodar até 50 km somente na eletricidade. Aqui, cabe uma ressalva: os híbridos convencionais rodam cerca de dois quilômetros neste modo — o motor elétrico está lá mais para auxiliar o convencional do que para mover o carro sozinho. Confira como o sistema funciona em detalhes no teste do GTE e também no vídeo abaixo (em inglês). Se você ainda não viu vantagem, espere para ver o desempenho e economia. O propulsor a combustão é o mesmo 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm usado por alguns modelos da Volkswagen no Brasil. Por sua vez, o motor elétrico gera 102 cv e 35,7 kgfm. Eles nem precisam usar toda a sua potência e torque: a cavalaria combinada é de 204 cv. GOLF GTE FOI CLICADO ENQUANTO ABASTECIA EM UM PONTO DE RECARGA (FOTO: VITORIO JUNIOR/AUTOESPORTE) O desempenho não fica tão distante do GTI. Se o hot hatch faz o zero a 100 km/h em 6,6 segundos, o híbrido GTE alcança o mesmo em 7,6 s e chega aos 222 km/h, um pouco distante dos 237 km/h do GTI. Convenhamos, o torque estúpido e instantâneo do motor elétrico deve ser suficiente para jogar o seu corpo contra o banco. De qualquer forma, esse segundo a mais vai ser compensado no consumo quase abstêmio. Se você pisar muito, talvez a economia não passe de 22 km/l. Porém, ao utilizar o modo elétrico na maior parte do tempo, o mesmo número passa a 66 km/l. Mesmo com um tanque de 40 litros (bem menos que os 51 litros do GTI), a autonomia máxima chega a 970 km. A própria VW vende o Golf GTE como um esportivo híbrido. A aproximação com a sigla GTI é calculada — a marca faz o mesmo com o GTD turbodiesel. E o pacote visual não é diferente: há dupla saída de escape e rodas aro 18. Mas o GTE traduz alguns elementos tradicionais do GTI para deixar claro que ele é uma versão ecológica. Os filetes vermelhos cedem lugar aos azuis, mesmo tom presente no estofado xadrez estilo Clark. O VW prevê o futuro Talvez eu tenha exagerado um pouco, mas o Golf GTE quase chega lá. Ao colocar uma rota no GPS, o sistema de navegação consegue usar seus dados de topografia para se adaptar previamente para subidas e descidas à frente. A tecnologia permite ao carro encontrar a melhor combinação mais eficiente para aquele determinado momento. Ele faz de tudo para economizar. E também é gentil com pessoas e o meio ambiente. Em situações de cruzeiro, o GTE vai utilizar mais o 1.4 TSI, mas ao prever que há uma cidade pelo caminho, o VW aciona o modo elétrico para não poluir o local ou incomodar seus habitantes. ESTOFAMENTO CLARK TEM LINHAS AZUIS, TOM REPETIDO NO FILETE DA "GRADE" (FOTO: DIVULGAÇÃO) Esse jeito frugal compensa no posto o preço de etiqueta do GTE: o carro vir na faixa do GTI (R$ 151.300) ou até mais caro. De qualquer jeito, o novo VW tem chances de ser o híbrido plug-in mais barato do seu mercado. A importação do GTE já havia sido confirmada por Pablo di Si, presidente da Volkswagen para América do Sul e central, Caribe e Brasil. Na mesma ocasião, o executivo confirmou também que o e-Golf, a versão elétrica do hatch médio. A questão é que a oitava geração do Golf está próxima de ser lançada na Europa. A novidade deve estreiar em outubro desse ano. Atualmente, o Golf é produzido no Brasil apenas na versão GTI, mas não sabemos por quanto tempo. A nova encarnação deve vir apenas como importada. SAIBA MAIS INIMIGOS DOS POSTOS: OS 12 CARROS VERDES TESTADOS POR AUTOESPORTE TESTE: VW GOLF GTI NACIONAL ANDA UM POUCO MENOS QUE O IMPORTADO HERÓI DA RESISTÊNCIA: VW GOLF NACIONAL SOBREVIVE NA VERSÃO GTI https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/05/flagra-volkswagen-golf-gte-o-esportivo-que-faz-ate-66-kml-e-e-recarregado-igual-celular.html
  12. Park Assist - Utilidade ou futilidade?

    Trio Elétrico era futilidade, depois virou essencial e agora é quase que obrigatório em qualquer carro. Ar Condicionado era frescura e hoje é praticamente item de série. Direção Hidráulica era bichice e hoje é item de série até nos populares. Câmbio Automático era bobeira e hoje já é um dos itens mais procurados nos carros. Piloto Automático era besteira, mas hoje já está presente em vários carros. Sensor de Estacionamento era item de carro de luxo e atualmente está presente na maioria dos carros. ABS, Airbag e ESC eram itens de luxo e agora são itens obrigatórios nos carros novos. E assim caminha a evolução dos carros. Daqui algum tempo, em vez do @Saldanha MQB criar um post sobre a surpresa de ter o Park Assist no carro, teremos um post falando da surpresa em ainda existir algum carro sem Park Assist e como é possível existir tamanha heresia. Daqui alguns anos o Park Assist, ACC e Direção Autônoma serão corriqueiros em todos os carros... A evolução não pára!!!!
  13. Pode ser o Coxim do Motor. O que é coxim do motor? Saiba para que serve Saiba para que serve esta importante peça do carro. 27/12/2017 Compartilhar no Facebook Tweet no Twitter O que é coxim do motor? Saiba para que serve. Os veículos são repletos de itens que garantem o bom funcionamento do motor e do carro em si. Entre eles, muitas vezes escutamos falar nos coxins, peças que dizem ficar no motor do carro. Mas você sabe o que é coxim do motor? Veja abaixo nossa matéria explicando o que é e para que serve a peça. O que é coxim do motor de um carro? Eles servem como uma proteção para que a vibração do motor e do câmbio não danifiquem a carroceria. Existe em todos os veículos, e geralmente são feitos por uma peça de borracha. Sabe aquela vibração leve que você sente quando o motor está na iminência de fazer o carro andar? Graças ao coxim você não sente isso como se fosse um chacoalhão, o que seria muito incômodo a todos os ocupantes do veículo. O coxim de um carro Carros mais caros possuem coxins maiores que o normal. Alguns são feitos de materiais mais apropriados e que minimizam a vibração do carro. Existem até aqueles que tornam a ação do motor quase que imperceptível! O desgaste é natural e perceptível a partir do momento em que a vibração começa a ficar mais intensa, o que quer dizer que está na hora de trocá-los. Quanto custa para trocar um coxim? Varia de acordo com o seu carro. Você pode encontrar a partir de R$ 100,00 em carros populares e chegar até uma média de R$ 200 para os carros mais caros e com motores mais potentes. Além da peça, a mão de obra também está inclusa. Os serviços variam, desde R$ 300 a R$ 600, pois é algo que envolve o deslocamento do motor, tarefa não tão simples. Mas algo que é simples é trocar de carro sem precisar pagar nada de entrada ou juros. Você pode fazer isso através do Consórcio de carros! Acesse agora mesmo nosso Simulador de Consórcio e selecione o carro de forma personalizada. Simule o seu plano e encontre a parcela ideal ao seu orçamento, não perca tempo!
  14. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Vc está falando dessa? Já dirigimos: Primeiro AMG híbrido, novo Mercedes CLS 53 chega ao Brasil 22 OUTUBRO 2018 em 17:55 18  + POR: DANIEL MESSEDER, Diretor Editorial Nova geração do cupê de quatro portas da Mercedes une motor de seis cilindros a um elétrico para entregar 457 cv totais A terceira geração do Mercedes CLS desembarca no Brasil com uma novidade que vai muito além da carroceria renovada: trata-se do primeiro modelo da divisão esportiva AMG com motor eletrificado: o novo 3.0 litros de seis cilindros da marca alemã, com dois turbos e um inédito compressor elétrico, que recebe ainda o auxílio do motor de arranque/alternador EQ Boost. Outras atrações do CLS 53 AMG são a cabine totalmente redesenhada, a transmissão automática de 9 marchas e a tração integral 4Matic+. Sozinho, o motor a combustão é capaz de entregar 435 cv de potência e 53 kgfm de torque. E ainda conta com o compressor elétrico para evitar qualquer tipo de turbo lag em baixas rotações, isto é, o atraso na resposta do motor até "encher" o turbo. A diferença para o compressor mecânico que já equipou outros Mercedes (quem não se lembra dos Kompressor?) é ser acionado eletricamente, e não mais por uma correia. Além disso, o sistema EQ Boost fica instalado entre o motor e a transmissão para gerar, em determinados momentos, 22 cv e 25,5 kgfm extras. O resultado, garante a Mercedes, é uma aceleração de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos, com máxima limitada de 250 km/h. O sistema elétrico embarcado de 48 volts tem sua energia gerada pelo EQ Boost. Já a rede convencional de 12 volts também é suprida pelo novo sistema por meio de um conversor de tensão, fornecendo energia para pontos de consumo como luzes, cockpit, displays do painel e multimídia, além das unidades de controle do carro. De acordo com a AMG, o novo CLS 53 é o primeiro passo em direção ao futuro híbrido da AMG. Internamente, o CLS 53 AMG encanta pelo painel com acabamento em fibra de carbono (pacote Brasil), que faz perfeita combinação com as telas de 12,3" unidas sob uma cobertura de vidro, formando um cockpit panorâmico que reforça o desenho horizontal da cabine do cupê. O painel possui três diferentes estilos de mostradores para o painel digital, (clássico, esportivo e progressivo), enquanto as saídas de ar são iluminadas. Pena a Mercedes ter mantido a alavanca do câmbio na coluna de direção, que não considero a ideal para um modelo de apelo esportivo. Tabelado a R$ 599.900, o CLS 53 AMG vem equipado com toda a sorte de itens de conforto e segurança, incluindo comandos por voz para diversas funções do carro, bancos ventilados/aquecidos, novo volante multifuncional, bancos de couro preto com costura e cintos vermelhos, além do piloto automático adaptativo Distronic, o assistente de frenagem ativo e o sistema automático de manutenção de faixa. Para completar, o modelo vem com nove airbags, sendo um para os joelhos do motorista. Durante uma breve volta rápida no circuito do Velo Città, no interior paulista, o CLS mostrou rapidez, mas, ao lado de feras como o E63 AMG e o AMG GT-R, ambos equipados com o V8 biturbo da marca, o novo cupê se revelou um tanto comportado. Não que falte disposição nas retomadas e saídas de curvas, mas, mesmo no modo Sport+ de condução, a suspensão ainda prioriza o conforto e o controle de estabilidade atua ao menor sinal de inclinação da carroceria, impedindo uma tomada de curva mais ousada. Por conta da tração integral, esperávamos que a eletrônica fosse um pouco mais permissiva. Mas a verdade é que o CLS não parece feito para virar tempo em pista fechada. Seu negócio é viajar com conforto, velocidade e até uma dose de economia - o que só poderemos experimentar num futuro teste completo. Fotos: Estúdio Malagrine/divulgação
  15. VOLKSWAGEN GOLF GTE SERÁ VENDIDO NO BRASIL EM 2018

    Concordo plenamente. Infelizmente ter um carro elétrico no Brasil é só para quem usa o carro para ir na padaria, supermercado e shopping. Não temos infraestrutura para rodar tranquilo, por enquanto. Mas os híbridos, principalmente os plug-in são uma ótima opção para uma transição dos carros a combustão para os elétricos. Espero que a entrada dos híbridos plug-in ajude a acelerar o desenvolver da infraestrutura para os elétricos no Brasil.