1. Magno

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  2. AlexandreKohl

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    Jorge Jox

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    • Por jckblck
      Caros,
      Fiquei com esta dúvida e vim aqui postar para ver se isso é possível.
      No Jetta Comfortline MK7 (18/19) existem 2 USBs, um embaixo do som perto da alavanca de câmbio, que funciona tanto para carregar energia quanto se comunicar com o rádio para ouvir música via PenDrive ou usar CarPlay com iPhone.
      E o outro usb está localizado dentro do apoio de braço, entretanto este funciona somente para carregar energia.
      A minha grande questão é: Seria possível transformar este USB que está embaixo do apoio de braço num USB que lê PenDrives para música? Minha ideia era colocar um SSD Externo com músicas lá se for viável.
      Caso seja um belo trabalho e/ou caro acho que a melhor opção seria investir num cartão SD de 512GB (sim tenho muitas músicas).
      Abs!
    • Por Bereba
      Exclusivo: VW mata o GTI e põe fim ao Golf brasileiro. GTE é o substituto
      Fonte de QUATRO RODAS afirma que fabricante não voltará a fazer hatch no país. Marca reconhece paralisação, mas não fala em encerramento
      Por Péricles Malheiros access_time9 ago 2019, 18h02 chat_bubble_outlinemore_horiz  A Volkswagen confirma que o GTE chega entre outubro e dezembro, mas nega que vem para substituir o GTI A Volkswagen confirma que o GTE chega entre outubro e dezembro, mas nega que vem para substituir o GTI (Divulgação/Volkswagen)
        PUBLICIDADE A Volkswagen promoveu um workshop para a imprensa especializada para falar sobre híbridos e elétricos.
      Na sala onde a Engenharia discorreu sobre o plano de eletrificação da marca, um Golf GTE branco para ilustrar o bate papo técnico – afinal, ele utiliza dois motores, um elétrico e um a gasolina.
      O hatch médio também estava lá para reforçar o período de chegada às concessionárias: entre outubro e dezembro.
      Apesar de a Volkswagen afirmar que o Golf GTI segue em produção no Brasil – paralisada por um tempo para estabelecimento da linha de produção do T-Cross –, uma fonte ligada à fábrica de São José dos Pinhais (PR) garante:
      “Parou de fabricar e não volta mais, assim como as versões 1.0 e 1.4. A linha de produção do Golf brasileiro não existe mais.”
         GTI não é mais produzido no Paraná GTI não é mais produzido no Paraná (Christian Castanho/Quatro Rodas)
      Consultada, a marca reafirmou que a paralisação foi realizada em caráter temporário e que a comercialização do GTI segue normal, especialmente porque ainda há unidades já fabricadas em estoque para abastecer a rede por algum tempo.
      O plano, então, seria reconhecer a aposentadoria do GTI simultaneamente ao início das vendas justamente do GTE, cujos conteúdo e números de aceleração, retomada e frenagem são parecidos.
      Nos testes de QUATRO RODAS, o GTI acelerou de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos. A do GTE, de acordo com a Volks, é de 7,6 segundos.
       GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf (Divulgação/Volkswagen)
      Vale lembrar que a marca já lançou no Brasil o também esportivo Jetta GLI e já programa a estreia dos festejados Polo e Virtus GTS. Mas voltemos ao Golf GTE.
      Com a oitava geração do Golf prestes a ser lançada comercialmente na Europa – inicialmente apenas nas versões mais simples, de maior volume –, a GTE tende a demorar um pouco mais para surgir.
      Ou seja, é provável que, por um tempo, o GTE de sétima geração seja o único Golf a ser vendido no Brasil. Ao menos até que o de oitava, lá na frente, comece a ser importado.
       
         GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão (Divulgação/Volkswagen)
      O Golf GTE é um pouco diferente do Prius, o híbrido mais vendido em nosso mercado.
      As baterias que alimentam o motor de tração são, assim como no Prius, carregadas pelo motor a combustão e pelo sistema regenerativo que converte a energia cinética das frenagens em elétrica.
      Mas no GTE há ainda um terceiro modo da energia elétrica chegar às baterias: um conector (escondido atrás do escudo VW, na grade) permite o carregamento plugado em tomadas comuns, de 220 volts.
      Daí o nome híbrido plug in. Uma carga completa é obtida em 2 horas e 45 minutos.
       A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI (Divulgação/Volkswagen)
      A grande vantagem da recarga na tomada está no preço, afinal a energia elétrica residencial é mais barata do que a obtida por meio do funcionamento do motor a gasolina.
      E some à questão econômica o fator ecológico: energia elétrica é menos poluente do que a obtida por meio de queima de combustível fóssil – os moradores de Fernando de Noronha estão aí para atestar.
       Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido (Divulgação/Volkswagen)
      Outro pulo do gato do Golf GTE está na autonomia da bateria que, segundo a Volkswagen, é de 50 km. Ou seja, uma quilometragem suficiente para uso no modo 100% elétrico de boa parte da população dos grandes centros.
       No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv (Divulgação/Volkswagen)
      O motor a gasolina é o 1.4 TSI, turbo, de 150 cv, similar ao aplicado em outros modelos da marca, como Tiguan, Jetta, T-Cross e, em breve, no Polo e no Virtus GTS.
      O motor elétrico, por sua vez, rende 102 cv, gerando uma potência final combinada de 204 cv – o Golf GTI 2.0 TSI se despede de nós com 230 cv.
       Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V (Divulgação/Volkswagen)
      A troca do GTI pelo GTE é o primeiro passo da Volkswagen para a eletrificação de seus produtos na América Latina. A estratégia inclui ainda outros cinco lançamentos, entre híbridos e elétricos, até 2023.
      Veja também TestesVolkswagen Golf GTE: chato são os outrosquery_builder11 fev 2015 - 17h02 NotíciasVolkswagen Golf terá versões híbrida e elétrica no Brasilquery_builder16 nov 2017 - 18h11 NotíciasVolkswagen Tarok antecipa picape rival da Toroquery_builder6 nov 2018 - 11h11   Quando perguntada se a Volkswagen pretende seguir o mesmo caminho da Toyota, que está prestes a lançar a nova geração do Corolla unindo as tecnologias híbrida e flex, a resposta é sempre evasiva.
      Mas num bate papo com o Presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si, surgiu uma pista: “É um caminho possível, sim”, disse.
       Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… (Divulgação/Volkswagen)

      https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/exclusivo-vw-mata-o-gti-e-poe-fim-ao-golf-brasileiro-gte-e-o-substituto/
    • Por Bereba
      Volkswagen confirma seis carros eletrificados no Brasil até 2023
          MAI 05, 2019 em 07:00 +               POR: NICOLAS TAVARES, Repórter   Primeiro deles será o Golf GTE híbrido, previsto para o 2º semestre
      Aos poucos, as fabricantes começam a entrar no segmento de carros elétricos e híbridos no Brasil. Uma das que trabalham para isso é a Volkswagen, que planeja lançar seis carros eletrificados nos próximos cinco anos. O primeiro deles já está confirmado: o híbrido plug-in Golf GTE, apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro passado, e que começará a ser vendido no 2º semestre deste ano.
         
      6 Fotos   Avistado diversas vezes em testes no Brasil, o Volkswagen Golf GTE está há tempos nos planos da empresa, mas ainda não foi lançado. Parece que dessa vez vai, pois a fabricante continua a confirmá-lo para este ano. Chegará bem atrasado, pois a nova geração do Golf será apresentada em outubro. É equipado com o motor 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv, capaz de rodar por 50 km usando apenas a energia das baterias, ou até 880 km no modo híbrido.
      Mais notícias dos híbridos da Volkswagen
       Volkswagen venderá Golf GTE (híbrido) e elétrico no Brasil em 2018    Flagra: VW Passat 2019 esconde visual reestilizado na versão GTE Além do Golf GTE, a empresa também mostrou o elétrico e-Golf e o híbrido Passat GTE, ambos com chances de chegar ao nosso mercado. O e-Golf pode vir como uma forma de testar a aceitação do público, já que esta versão sairá de linha e não terá um sucessor na próxima geração do hatch médio. Ele tem autonomia de 300 km e usa um motor elétrico de 136 cv e 29,6 kgfm.
        O Passat GTE é semelhante ao Golf GTE, adotando a mecânica composta pelo 1.4 TSI de 150 cv e o motor elétrico de 115 cv. Com conta com baterias maiores, e a autonomia total pode chegar a 965 km. Poderia ser vendido como uma alternativa para quem prefere um carro mais espaçoso do que o Golf.
       
      15 Fotos   Mesmo que estes três modelos estejam na lista dos seis lançamentos previstos pela fabricante, ainda ficamos com três carros faltando e as possibilidades são muitas. Da linha atual vendida na Europa, o único que não foi mostrado no Salão do Automóvel é o e-Up!, que ganhará uma nova versão com maior autonomia no 2º semestre.
      Dentre os modelos inéditos, as duas possibilidades são o Tiguan, que receberá uma variante híbrida em breve e que já roda em testes na Europa; e os modelos elétricos da linha I.D., que estreiam em setembro no Salão de Frankfurt. Porém, a fabricante terá problemas com o preço, já que a versão hatch custará 29.990 euros e ainda dará prejuízo com cada unidade.
      Fotos: Donizetti Castilho
      https://motor1.uol.com.br/news/347649/volkswagen-carros-eletricos-hibridos-brasil/
    • Por Bereba
       
      Grupo VW alcança novo recorde global de vendas em 2018
      Foram 10,8 milhões de veículos entregues em todo o mundo, ligeira alta de 0,9% sobre o ano anterior 

      REDAÇÃO AB
      Facebook   Linkedin   Twitter   Google + O Grupo VW encerrou 2018 com um novo recorde de vendas ao entregar mais de 10,8 milhões de veículos em todo o mundo, o que representou ligeira alta de 0,9% sobre o resultado do ano anterior. Os dados, divulgados na sexta-feira, 11, consideram os emplacamentos das marcas Volkswagen, Audi, Porsche, Skoda e Seat, além das marcas de veículos comerciais Volkswagen Caminhões e Ônibus, MAN e Scania.

      Entre as regiões do mundo, a América do Sul registrou a maior variação positiva, de 13,1% na mesma base de comparação anual, para 590 mil unidades, das quais 401,7 mil foram vendidas no Brasil, alta de 30,4%, na soma de todas as marcas do grupo que atuam por aqui.

      Na Europa, os negócios da companhia tiveram crescimento bem menos robusto, de 1,2%, para 4,38 milhões, graças à região Central e Oriental do continente, cujas vendas subiram 7,1% enquanto a Europa Ocidental teve crescimento igual a zero. Na Alemanha, as vendas do grupo tiveram leve recuo de 0,1%.

      Também foi pequeno o índice de aumento das vendas na Ásia-Pacífico: com 4,54 milhões de unidades distribuídas na região, o incremento é de 0,9%. Na China, o maior mercado do mundo para o grupo, as vendas também subiram de forma tímida, apenas 0,5%, embora o volume de 4,2 milhões seja bastante representativo.

      Já na América do Norte o Grupo VW viu seus negócios andarem para trás: por lá, as vendas recuaram 2%, ficando nas 956 mil unidades, embora as 638,6 mil unidades entregues só nos Estados Unidos significaram crescimento de 2,1% naquele mercado.

      “Mesmo que estabelecer novos registros não seja mais o nosso principal objetivo, estamos muito satisfeitos com este ótimo resultado. Especialmente no segundo semestre, as coisas não foram fáceis para nós em 2018. Foi possível alcançar este novo recorde de entregas para o grupo graças a uma combinação de excelentes produtos e o alto nível de confiança depositado em nós por nossos clientes. Tendo em conta os desenvolvimentos geopolíticos voláteis, o nosso negócio enfrentará um obstáculo igualmente forte em 2019. Na minha opinião, o Grupo Volkswagen está bem posicionado para enfrentar os desafios futuros. Nós encaramos o futuro com otimismo”, declarou o diretor de vendas, Christian Dahlheim.

      A marca Volkswagen, que divulgou seus resultados um dia antes, apresentou o menor índice de alta entre as empresas do grupo que cresceram em 2018, de apenas 0,2%, para pouco mais de 6,24 milhões de veículos vendidos em todo o mundo. A Audi fechou o ano em queda de 3,5% no volume que ficou em 1,81 milhão. Já a Porsche elevou os resultados em 4%, para 256,3 mil veículos. Skoda e Seat também tiveram desempenho positivo, com variações de 4,4% e 10,5%, respectivamente, para 125 milhão e 517,6 mil unidades.




      Tags: Grupo VW, Grupo Volkswagen, vendas globais, recorde, Audi, Porsche, VW.
         
      http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/28562/grupo-vw-alcanca-novo-recorde-global-de-vendas-em-2018