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    • Por Gti tungstênio
      Fala pessoal, tudo bem? Então, acabei de sair da CSS, com realização de substituição das molas traseiras, o recall mais atual. Acompanhei o serviço e ao término e saída com o veículo, me deparei com a total faltade estabilidade do mesmo a ponto de quase perder o controle do carro. Isso foi devido a substituição das molas antigas? O veículo em questão é um Gti mexicano 2015. Até a entrada na Css estava normal e estável. Alguém pode me dar uma luz? 
    • Por Bereba
      Exclusivo: VW mata o GTI e põe fim ao Golf brasileiro. GTE é o substituto
      Fonte de QUATRO RODAS afirma que fabricante não voltará a fazer hatch no país. Marca reconhece paralisação, mas não fala em encerramento
      Por Péricles Malheiros access_time9 ago 2019, 18h02 chat_bubble_outlinemore_horiz  A Volkswagen confirma que o GTE chega entre outubro e dezembro, mas nega que vem para substituir o GTI A Volkswagen confirma que o GTE chega entre outubro e dezembro, mas nega que vem para substituir o GTI (Divulgação/Volkswagen)
        PUBLICIDADE A Volkswagen promoveu um workshop para a imprensa especializada para falar sobre híbridos e elétricos.
      Na sala onde a Engenharia discorreu sobre o plano de eletrificação da marca, um Golf GTE branco para ilustrar o bate papo técnico – afinal, ele utiliza dois motores, um elétrico e um a gasolina.
      O hatch médio também estava lá para reforçar o período de chegada às concessionárias: entre outubro e dezembro.
      Apesar de a Volkswagen afirmar que o Golf GTI segue em produção no Brasil – paralisada por um tempo para estabelecimento da linha de produção do T-Cross –, uma fonte ligada à fábrica de São José dos Pinhais (PR) garante:
      “Parou de fabricar e não volta mais, assim como as versões 1.0 e 1.4. A linha de produção do Golf brasileiro não existe mais.”
         GTI não é mais produzido no Paraná GTI não é mais produzido no Paraná (Christian Castanho/Quatro Rodas)
      Consultada, a marca reafirmou que a paralisação foi realizada em caráter temporário e que a comercialização do GTI segue normal, especialmente porque ainda há unidades já fabricadas em estoque para abastecer a rede por algum tempo.
      O plano, então, seria reconhecer a aposentadoria do GTI simultaneamente ao início das vendas justamente do GTE, cujos conteúdo e números de aceleração, retomada e frenagem são parecidos.
      Nos testes de QUATRO RODAS, o GTI acelerou de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos. A do GTE, de acordo com a Volks, é de 7,6 segundos.
       GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf GTE exibe o visual do último facelift da sétima geração do Golf (Divulgação/Volkswagen)
      Vale lembrar que a marca já lançou no Brasil o também esportivo Jetta GLI e já programa a estreia dos festejados Polo e Virtus GTS. Mas voltemos ao Golf GTE.
      Com a oitava geração do Golf prestes a ser lançada comercialmente na Europa – inicialmente apenas nas versões mais simples, de maior volume –, a GTE tende a demorar um pouco mais para surgir.
      Ou seja, é provável que, por um tempo, o GTE de sétima geração seja o único Golf a ser vendido no Brasil. Ao menos até que o de oitava, lá na frente, comece a ser importado.
       
         GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão GTE tem três embreagens: duas na caixa DSG, para mudança de marchas, e uma para acoplar e desacoplar o motor elétrico à transmissão (Divulgação/Volkswagen)
      O Golf GTE é um pouco diferente do Prius, o híbrido mais vendido em nosso mercado.
      As baterias que alimentam o motor de tração são, assim como no Prius, carregadas pelo motor a combustão e pelo sistema regenerativo que converte a energia cinética das frenagens em elétrica.
      Mas no GTE há ainda um terceiro modo da energia elétrica chegar às baterias: um conector (escondido atrás do escudo VW, na grade) permite o carregamento plugado em tomadas comuns, de 220 volts.
      Daí o nome híbrido plug in. Uma carga completa é obtida em 2 horas e 45 minutos.
       A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI A gente ainda não conheceu alguém que desgoste destes bancos com tecido xadrez. Herança do GTI (Divulgação/Volkswagen)
      A grande vantagem da recarga na tomada está no preço, afinal a energia elétrica residencial é mais barata do que a obtida por meio do funcionamento do motor a gasolina.
      E some à questão econômica o fator ecológico: energia elétrica é menos poluente do que a obtida por meio de queima de combustível fóssil – os moradores de Fernando de Noronha estão aí para atestar.
       Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido Quadro de instrumentos será digital, mas com gráficos exclusivos, para apresentação do sistema híbrido (Divulgação/Volkswagen)
      Outro pulo do gato do Golf GTE está na autonomia da bateria que, segundo a Volkswagen, é de 50 km. Ou seja, uma quilometragem suficiente para uso no modo 100% elétrico de boa parte da população dos grandes centros.
       No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv No cofre, dois motores: o já conhecido 1.4 TSI de 150 cv e um elétrico de 102 cv. A potência combinada disponível é de 204 cv (Divulgação/Volkswagen)
      O motor a gasolina é o 1.4 TSI, turbo, de 150 cv, similar ao aplicado em outros modelos da marca, como Tiguan, Jetta, T-Cross e, em breve, no Polo e no Virtus GTS.
      O motor elétrico, por sua vez, rende 102 cv, gerando uma potência final combinada de 204 cv – o Golf GTI 2.0 TSI se despede de nós com 230 cv.
       Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V Conector para “abastecimento” das baterias em rede doméstica ou estação de recarga, ambas de 220 V (Divulgação/Volkswagen)
      A troca do GTI pelo GTE é o primeiro passo da Volkswagen para a eletrificação de seus produtos na América Latina. A estratégia inclui ainda outros cinco lançamentos, entre híbridos e elétricos, até 2023.
      Veja também TestesVolkswagen Golf GTE: chato são os outrosquery_builder11 fev 2015 - 17h02 NotíciasVolkswagen Golf terá versões híbrida e elétrica no Brasilquery_builder16 nov 2017 - 18h11 NotíciasVolkswagen Tarok antecipa picape rival da Toroquery_builder6 nov 2018 - 11h11   Quando perguntada se a Volkswagen pretende seguir o mesmo caminho da Toyota, que está prestes a lançar a nova geração do Corolla unindo as tecnologias híbrida e flex, a resposta é sempre evasiva.
      Mas num bate papo com o Presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si, surgiu uma pista: “É um caminho possível, sim”, disse.
       Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… Se o futuro é a eletrificação, vá se acostumando: a sigla GTI será carro de puristas. Se é que ainda existirá… (Divulgação/Volkswagen)

      https://quatrorodas.abril.com.br/noticias/exclusivo-vw-mata-o-gti-e-poe-fim-ao-golf-brasileiro-gte-e-o-substituto/
    • Por gabrielcosta
      Amigos, tudo certo?
      Infelizmente este fim de semana descobri que o Cárter original do GOLF GTI é de PLÁSTICO, não vi uma vala a noite e acabou trincando esta peça, como consequência, esta vazando óleo. Liguei em varias concessionárias para localizar a peça original e a média de preço varia de R$1.800 - R$2.000 (bem salgado) e não tem a pronta entrega...  Vi um anúncio no Mercado Livre de um Cárter de Ferro (vou deixar o link abaixo para interessados). E a pergunta é:
      Alguém já substituiu esta peça por uma como essa (em ferro)? Saberia dizer se ela pode ocasionar algum problema no carro? Devido a temperatura ou qualquer outro motivo?
      Obrigado a todos desde já!
       
      Link ML: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-958092832-carter-de-oleo-do-motor-golf-gti-20-mk7-2014-a-2018-cvideo-_JM
    • Por gabrielcosta
      Oi gente, boa tarde!
      Adquiri um GOLF GTI modelo mexicano ano/modelo: 2015 com 27.000 kms rodados, estou com ele há um mês, sem reclamações do carro! Porém e até então só andando na cidade e não passei dos 100 km/h.
      Tive que viajar e percebi que ao passar dos 120 km/h sinto uma vibração no carro, inclusive ao frear em alta velocidade. Cheguei de viagem e levei o carro na concessionária,  para também fazer sua 7a revisão e já aproveitei e expliquei o que estava ocorrendo e que verificassem se havia algum problema em suspensão, freios, etc. Ao buscar o carro, o consultor me informou que não identificaram nenhum problema. 
      Esta vibração é normal mesmo? Neste caso, o que devo fazer? Procuro alguma mecânica de confiança ou levo em outra concessionária?
      Obrigado a todos desde já.