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  1. Uma vez o meu travou também. Foi a alça da minha mochila que selou e bloqueou o sensor de contato quando fechei a tampa do porta-malas.. Destravei por dentro, pelo contato secreto, mas também forçando bastante a abertura da tampa.
  2. A dica acima também está postada em algum post do link:
  3. O manual descreve um procedimento para que você execute a abertura, por dentro, caso necessário. Pega o manual do seu carro, e dá um procurada em tampa traseira.
  4. No Distrito Federal temos uma reunião de fatores que favorecem, ao máximo, a vida útil dos componentes dos carros: não temos indústrias para poluir o ar ou saltar particulados de minérios na atmosfera, as pistas são de velociedade fluídas permitindo aos motores trabalharem em regimes de rotação adequadas e realizerem uma boa troca de calor com o ambiente, o asfalto tem uma qualidade considerável de rodagem, adultério de combustível é algo que desconheço por aqui, o trânsito, de acordo com o Waze, é considerado o melhor do Brasil. Para você ter uma ideia, não é nada incomum varar a barreira dos 100.000Km com um único jogo de pneus. Brasília foi projetada, matematicamente, com pistas obdecendo um plano cartesiano que favorece demais a condução dos veículos. É raro, extremamente raro, observar algum veículo parado na via pública por qualquer defeito mecânico: Kombis, Fuscas, Unos, BMWs, Mercedez, etc, convivem harmonicamente bem nas mesmas pistas do DF. Qualquer ali ou acolá, no DF, significa que pode estar há 35Km de distância do destino. Mas também que você chega nesse mesmo destino (35km, a exemplo), talvez, em nenos de 25 minutos! Com relação ao clima, ele é tropical, com primaveras e verões quentes e úmidos e outonos e invernos frios e secos. Na estiagem a umidade fica a maior parte do tempo abaixo dos 20%. Ano passado, no mês de setembro, batemos a marca histórica de apenas 10% de umidade no ar. Esse clima jã não sei se ajuda em alguma coisa, mas conservação da pintura se beneficia. Então, essa combinação de fatores acaba por favorecer bastante a vida útil dos veículos daqui. Aliás, na média, cada km rodado (na minha realidade de trânsito, enfatizo) significa 1 minuto de trabalho útil do motor. No caso da correia-dentada do Golf, aos 180.000Km quando abri o copartimento de proteção da correia para dar uma analisada, não acontrei absolutamente nada alarmanete. Na verdade, fiquei foi muito impressionado: não existe nenhuma evidência de saturação. Como não tenho nenhum vínculo de viadagem com o Golf, costumo levá-lo para estradas vicinais. Meu motor não é do mais lindos, porém as médias de consumo de combustível e a responsividade do motor sugerem que a saúde anda de vento em popa. O Golf fazia 18km/L aos 0Km. Aos 200.000Km, na realidade e condições de trânsito do DF, isso continua sendo uma máxima verdadeira. Mas pretendo trocar a correia-dentada muito em breve. Já passou da hora mesmo! O General tempo acaba com qualquer coisa neste planeta. Aliás, tenho uma correia-dentada guardada aqui, e já vai completar mais de 2 anos engavetada. Ela vai para o lixo: por incrível que possa parecer, particularmente, confio muito mais na correia que está com 200.000Km do que essa que está parada há 2 anos "made in Brazil". Se eu tivesse sido mais organizado, devia ter importado o Kit de correias da Alemanha. Vou comprar outra nova (made in Brazil) no concessionário autorizado mas vou realizar a troca preventiva na High Torque. Não acredito que nem esse motor e nem essa correia estejam prestes a quebrar não.... tô nem azul de preocupação....
  5. O problema é a outra seguradora aceitar o carro que você quer segurar... Estou na Bradesco porque é a menos cara para mim. Todas as outras seguradoras, no meuj perfil, são entre 25% e 400% mais caras. Aliás, uma tal de Youse só me aceita com o Golf se eu fizer um perfil de risco totalmente fora da casinha, onde as clásulas me ferrariam numa situação de sinistro mais séria. Perfil de risco com preenchimento correto a Youse não aceitou.
  6. Segundo o meu corretor não existe seguradora ruim, o que existe é o seguro mal feito. Se todas as cláusulas de riscos estiveram devidamente contratadas não existe qualquer possibilidade de problemas com nenhuma seguradora. De fato, no resultado final: pagamento do sinistro, nenhuma delas tem por onde se esquivar. Mas na questão da burocracia “pela amor de Deus” tem que ter muita paciência com as seguradoras de 2a. linha. A Bradesco tem uma URA infernal, e terrivelmente inútil. É um verdadeiro teste de paciência conseguir falar com um ser humano, e que, no final das contas, quer saber até o número da sua cueca para começar a te prestar qualquer tipo de serviço ou informação. A Bradesco trata o cliente, em questões extremamente sérias, como se tivesse fazendo um serviço de caridade. Se ligação cair no meio do “martírio homeopático” eles nem te retornam, e tu é obrigado a entrar novamente no looping da URA. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  7. Eu era classe 3 da Porto Seguro quando ela simplesmente me enviou uma proposta de renovação no valor de pornograficos R$ 8.000,00 e com a franquia de R$ 4.500,00. Sim! A Porto fez isso é não teve contra-argumentação do meu corretor. Explicação? Nenhuma. Em anos anteriores eu pagava coisa de R$ 3.500,00, com franquia de R$ 2.000,00. Hoje estou na Bradesco e só por falta de opção. Seguradora burocrática e com o atendimento terrível. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  8. O GOLF saiu de linha como bem sabemos, e logo as peças para um eventual reparo (colisão) podem comprometer a viabilidade financeira e risco para qualquer seguradora ou mortal desse nosso Brasil. A VW também não facilita para ninguém. Vai chegar um momento que elas vão ser obrigadas a simplesmente dar perda total e indenizar integralmente o cliente em casos até de simples sinistro, porque não existe lei (ou garantia legal) de quanto tempo a montadora continuará fornecendo pecas para reparo. Antes disso, acho que as seguradoras vão encerrar a renovação dos seguros do Golf porque será um risco altamente calculado. Todas as peças do Golf já são extremamente caras. E poderão ser financeiramente impraticáveis até para seguradoras. Aqui lembro que apenas a turbininha original do Golf já custa mais de R$ 22.000,00. Já pensou a soma monetária de várias peças abrigadas no cofre do motor, e que estão sujeitas a danificar em caso de colisão? Quando peguei meu Fit (ano: 2010) após a última colisão, o atendente comentou comigo que se fosse o Civic G8 (mesmo ano), daria perda total porque a Honda simplesmente já não fornecia a maioria das peças de reparo de colisão já janeiro de 2020. A medida que os Golfs vão envelhecendo no nosso mercado a tendência é que esses veículos sejam vendidos por valores acessíveis, e geralmente para um seleto grupo de clientes que não costumam realizar o seguro do carro. Na verdade, não farão seguro, e dificilmente conseguirão arcar com os custos de manutenções subsequentes. Vão naturalmente recorrer ao Mercado Negro para conseguirem as peças necessárias para as manutenções críticas. Teu carro anterior, aliás, já deve ter tido um destino certo: desmanche. Também não será incomum, num futuro próximo, vermos os primeiros Golfs MK7 “a la Frankstein”. E quanto menos clientes fizerem parte do “pool” de Golfs segurados maior será a tendência das seguradoras de o retirarem de seu portifólio. O risco não vai compensar, e se compensar o custo da apólice para o cliente poderá ser financeiramente impraticável. A história nos prova que isso aconteceu com o Civic, antigo i30, Megane, e muitos outros carros de “ar icônico” que terminaram numa quebrada de favela, com caixas de som em cada orifício, com o assoalho iluminado por luz de led chinês e praticamente lambendo o asfalto. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  9. Rodada ela não está mesmo, ela está é velha. 7 anos. Na Europa, a ordem do manual de manutenção é apenas inspensionar com 240.000km. Eu não estou na Europa, mas também não estou dirigindo feito os Russos, e lá, também, a instrução é inspensionar aos 240.000Km. Vou trocar em breve. Não tenho rodado muito no Golf. Tenho preferido o FIT, que é de câmbio automático, e mais versátil para as minhas tarefas. Tô pensando em vender o Fit e pegar o Nivus. O Golf não pretendo vender até que a seguradora dê recusa para a renovação.
  10. Na boa, O Golf é o meu último carro com a tecnologia de câmbio manual. Isso porque moro no DF, aonde as pistas são fluídas, a velocidade média das vias gira na casa dos 80km/h, e a sexta marcha impera o tempo todo. Aqui, no DF, ter carro de câmbio manual ainda é algo prazeroso. Se eu morasse numa cidade com trânsito ruim, eu não pensaria nem “meia vez” para trocar por um modelo automático. Em tempo: eu que não me meto a besta de andar em Goiânia com o Golf. O trânsito daquela cidade é uma bela de uma merda: a cada 200 metros há um semáforo. A cada 300 metros um cruzamento.... difícil conseguir passar da quarta marcha.
  11. A minha correia dentada já tem 200.000Km. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  12. O injetado da carcaça é de excelente qualidade. A blindagem via vulcanização (ou cola) realmente é um diferencial para a proteção. Outro detalhe crucial: o ponto mais vulnerável, que seria a tampa de acesso da bateria, na chave original a borracha de vedação é bem mais espessa. Confesso que fiquei muito puto quando ela disse: "sua chave lavou, centrifugou e secou na máquina porque você esqueceu dnetro do bolso da calça! O ciclo foi de 3 horas. Se estragou a culpa é sua porque eu não sou sua escrava não!" Enfim, depois disso a chave funcionou por uns 4 meses, e sem problema algum. Só esse final de semana foi que decidi trocar a carcaça porque os botões estavam muito fundos. O que causou o suposto "afundamento" dos botões foi o silicone que protege o circuito: ele meio que já estava muto degradado depois de 7 anos sendo pressionado várias vezes ao dia.
  13. Tão falando de bateria e chave. As minhas chaves nunca deram problema. Quer dizer, não esses problemas eletrônicos. Mas outro dia uma delas lavou e secou (alta temperatura) por 3 horas na máquina, e ainda funcionou normalmente. Achei bizarro pacas! Enfim, uma das minhas chaves acabou ficando com os botões do comando bem mais duros e menos responsivos. Pensei comigo: vou comprar uma chave dessas chinesas paralelas, e vou eu mesmo substituir essa carcaça! Rapaz, o desmonte da parte de acesso da bateria e da parte metálica de acabamento é até relativamente simples. A surpresa veio foi para ter acesso ao tal do transpônder. A VW mandou selar a base de cola esse acesso. Basicamente tem que se destruir a carcaça de proteção para conseguir acesso ao transpônder. Deve ter sido por isso que a chave resistiu ao ciclo de lava e seca. Gastei maior tempo porque pensei que a carcaça fosse desmontável. Não teve jeito de reaproveitar a lâmina.
  14. 33 - SUSPENSÃO INDEPENDENTE NA TRASEIRA [TECNOLOGIA MECÂNICA] O Golf Highline Pobre Edition é dotado do sistema de suspensão traseira totalmente independente. A clara vantagem da suspensão multilink (em detrimento a suspensão por eixo de torção) é que ela se utiliza de vários braços de comprimentos desiguais, que permitem melhor adaptação da roda ao piso. E graças à maior capacidade de absorver irregularidades haverá um notável ganho de estabilidade e conforto em determinadas situações. Em meados de 2016, com a fabricação do Golf a partir da planta do Brasil, a suspensão multilink foi abandonada (naturalmente porque questões de custos) nos modelos 1.0L e 1.4L, sendo substituída definitivamente pela suspensão de eixo de torção. A exceção ficou para os modelos GTI e a Variant, ambos importados. As diferenças estéticas são essas: As explicações técnicas, comparando a tecnologia de suspensão multilink com a de eixo de torção podem ser assistidas no vídeo abaixo:
  15. 32 - TRANQUE O PORTA-LUVAS À CHAVE [SEGURANÇA] O GOLF Highline Pobre Editon possui uma tranca mecânica estrategicamente embutida no mecanismo de abertura do porta-luvas. Você pode utilizar a chave do seu carro para travar/destravar a tranca do porta luvas. O porta-luvas do Golf não é nenhuma fortaleza de segurança, porém, ajuda em alguns casos aonde se deseje o mínimo de privacidade com o conteúdo ali armazenada.