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  1. Merecia 1.4L. Coisa mais sem sentido essa estratégia da VW. Sinceramente, gostei mais do design do Nivus que da T-CROSS. O motor 1.0L não decepciona não.
  2. Mas a embreagem do Golf é pesada. É característica de projeto. Se não for para rodar aqui no DF, aonde se esticam todas as marchas em segundos, e pode-se trafegar a 60km/h em 6ª marcha (a todo momento) não aconselho o Golf de câmbio manual para ninguém. Mulher, certamente, odeiaria debrear o Golf em engarrafamentos.
  3. Para o meu modo e cenários de condução, não vejo problemas. Testei o Nivus 1.0L (sim ,eu fui caroçar mesmo) e, sinceramente, gostei do que vi ali. Suspensao estava bem suave, e o motorzinho 1.0L estava bem calibradinho. Imagino que o 1.4L tiptronic, seja ainda melhor.
  4. Sim. Pedi orientação aqui no fórum, e disseram que o Golf certamente ia baculejar com as rodas de R17. Tive a oportunidade comprar 5 Madrid (estepe junto), praticamente perfeitas, por R$ 1.700,00, há 2 semanas. Ponderei e reponderei. Cheguei a conclusao que eu gosto desse Golf, em específico, macio e silencioso, como ele sempre foi. As rodas Madrid são lindas, (ninguém pode negar!) mas vou deixar para descobrir isso (se as R17 baculejam mesmo) no próximo tiro, talvez na Variant.
  5. A amostragem de falhas é irrisória perto do que temos com o DSG. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  6. Taí uma vantagem do Golf manual: não tem o chocalho metálico na caixa de câmbio, e só. DSG tô fora! Estou pensando seriamente em adquirir o Golf Variant (câmbio tiptronic) já que vendi um dos Fits (260.648km) e preciso de outro carro para servir de backup. Sinceramente, o Fit não vale o que Honda cobra por ele. É muito caro, e pouco “carro”. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  7. Mas eu não rodo 360 dias por ano em estrada de terra não. O que eu não suporto é o mimimi do “eu não taco meu carro em estrada de terra, para fazenda eu não vou não”. Naturalmente um carro com pegada off-road seria melhor servido nesses cenários. Mas quem não tem um cão, caça com o gato mesmo! Para mim é bem óbvio que se os componentes construtivos do Golf fossem ruins, como da maioria dessa pseudo-SUVES, a suspensão, por exemplo, já tinha ido para o inferno há muito tempo. Vivo batendo na tecla, desde de que entrei nesse fórum, para esse povo todo parar de procurar “pelo em ovo” e começar a usar o carro de uma vez. Mas não: tem sempre um “esperto” que acha que comprou um esportivo, e quer mais é alterar os parâmetros de potência do carro, e depois vem aqui chorar porque apareceu 200 erros na central do carro. Outros espertos começam a trocar componentes do motor não sei pra quê, alegando mais ganho de performance.. Teve até discussão séria por aqui, para pararem de usar a porcaria do Militec no motor do Golf. Enfim, muito mimimi, e pouco uso prático do carro. E com relação as costelinhas, eu afirmo com total convicção: esses pneus Hankooks 205/55/R16, com 31 libras de pressão, rodam lindamente em cima delas. Se tiver 4 pessoas no carro, melhor ainda. Em tempo: 15km de estrada de terra não são suficientes para destruir nem o Fit, nem o Golf, nem 99% dos veículos que temos no nosso mercado. O que acaba com qualquer veículo é o uso incorreto dele e a falta de manutenção. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  8. Eu falo com propriedade de quem tem os 2 carros, há anos, e mais de 2 centenas de milhares de quilômetros cada um, trafegando nos mesmos cenários. Minha conclusão: O FIT sofre demais em território hostil. Por motivos bem óbvios, ele não aguenta o tranco que o Golf aguenta. Mesmo assim, taco ele em estradas de terra também. 1) Por ser leve demais, ele desestabiliza muito facilmente o que o torna mais instável se uma das rodas traseiras acertar um buraco. Qualquer buraco mediano pode jogar ele para fora da estrada de terra. 2) A suspensão dele é infinitamente mais simples. Diante de distinção de estradas esburacados ele transfere sem dor e nem piedade os impactos para dentro do cockpit. 3) Ele desliza mais facilmente, mesmo com rodas R16 ainda escorrega demais. Outro dia ele deslizou gostoso, e eu quase caí dentro de puta-buraco, de cima de um mata-burro. 4) Se tenta rodar em estradas vicinais, com valas e muitos desníveis, ele raspa muito facilmente. Raspa que parece que está sendo todo fatiado por baixo. O Golf tem 3 escudos por baixo, que são aquelas placas de plástico enormes, duras e maleáveis ao mesmo tempo. 5) Falar em vala, a rigidez torcional do Fit deixa bastante a desejar. Sim, já fiquei preso numa vala besta com o Fit. Vala ridícula. Um amigo teve que subir na roda dele, para ajudar a dar atrito. 6) A vedação contra poeira também não é boa. Nem mediana é. Ela entra não sei de onde, e suja o carro por dentro se trafega-se muito tempo em estradas de terra. 7) Suspensão dele também arrebenta mais prematuramente. No uso misto (cidade e estrada de terra) geralmente rende 100.000km. O Golf está com 200.0000km, e com os amortecedores (e anexos) de reposição ainda embalados. 8) Não queira enfrentar costelinhas com o Fit, porque a impressão que terá é que ele se desmontará todo. O Golf não se sente praticamente nada. 9) Multilink o Fit não tem. E esse tipo de suspensão, presente no Golf, dá uma surra de pau mole no Fit, principalmente para entrar e sair de valas. 10) Fit também não tem bloqueio eletrônico de diferencial. Eu já fiquei atolado numa fazenda e foi um inferno tirá-lo de lá. Na mesma situação um pedaço de madeira já foi suficiente para o Golf desatolar. Nem me importo com o cheiro de pastilha queimada que o Golf exala nessas situações. “Melhor escapar fedendo, que morrer cheiroso” E sim, mesmo sabendo desses pormenores, eu também taco o Fit na lama. Por que eu não faria isso? Como eu disse, trato meus carros como meras máquinas. Quando eu ouço alguém falando que Toyota e Honda são verdadeiros “tanques de guerra”, geralmente eu olho para o meu Golf e solto um sorrisinho irônico de canto de boca.... Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  9. Tudo muito subjetivo. A minha expectativa e a minha realidade com relação ao Golf beiram a faixa dos 99%. Porque eu posso economizar componentes, combustível, rodar em velocidades excelentes, e ainda sentir alguma emoção diária. E considerando o DF, cuja a velocidade média das vias é de 80km/h, pode ter certeza que a galera não costuma respeitar muitos esses limites não. A graça de qualquer carro, na minha opinião, é usá-lo pura e simplesmente como máquina. Na outra ponta, que graça tem uma carro como o Golf para ficar rodando, 90% do tempo, a 30Km/h, em engarrafamentos? Para isso eu tenho o Fit, que não tem 1 décimo do conforto e das tecnologias do Golf. A graça, para mim, é depois de testar os pneus novos, que eu sei que vão durar 100.000km, é levar o Golf para lavar na segunda-feira, e por um motivo genuíno! Porque num único dia: eu economizei combustível, eu alcancei 200km/h (para verificar se o balanceamento está correto), e ainda faz um rallye básico. Meu único cuidado com o Golf é, em vez de lambe-lo num domingo, é usá-lo. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  10. O problema pode ser a questão da velocidade média, qualidade de asfalto, e o layout das pistas da sua cidade. Aqui no DF as pistas são mais retas, com o trânsito fluido, e asfalto relativamente “bom”. Se bem que asfalto deu uma piorada nesses últimos 2 anos. Quanto menos necessários forem os esterçamentos de volante, quanto melhor for a velocidade média do trânsito, quanto mais engenhosa a engenharia de trânsito, creio que haverá menos desgastes de tudo. Igual o consumo de combustível Golf: Acho que só aqui no DF é que rola autonomia de 20km/L nele. E uma coisa leva a outra: quanto mais otimizado o cenário de tráfego, melhor para tudo: desgates mecânicos, autonomia de combustível, ruídos, etc. Exemplo prático, é hoje 28/02/2021, em pleno domingo e eu preciso de um material de loja de construção. A loja aqui da minha cidade está fechada, mas eu não fico nem azul de preocupação com o tempo, combustível e desgaste mecânico para chegar na próxima loja que fica a 19km da minha residência. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  11. Comprei os Hankooks, via internet, na PneuStore. Não encontrei esses pneus nem no DF, e nem Goiás. R$ 1.769,00 (pneus) + R$ 440,00 (montagem, balanceamento e desempenos) = R$ 2.209,00 De qualquer forma, como já queimei 2 jogos completos, cheguei a conclusão que eles duram 100.000Km. Vou trocar o pneu do estepe (virgem, de 9 anos) por um do antigo jogo. Detalhe: o Golf ficou ainda mais macio e mais silencioso! O que era bom, ficou excelente agora! Pneu que transformarei em estepe: Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  12. Complementando um pouco mais, o sistema UNIFi é tão poderoso que facilmente dá conta da alta demanda de tráfego, mesmo em rede WIFI5. A solução atende residências, e até grandes empresas. Aqui um case de sucesso de um projeto concluído ano passado, com a solução completa, no WIFI5. O pessoal dessa empresa trabalha com Marketing Digital para Youtubers, além da venda real de produtos anunciados. Olha só o tráfego acumulado desde dezembro! Detalhe: Galera novinha, na faixa dos 25 anos mais ou menos. Ambiente totalmente diferente e com funcionários despojados: parece uma Google da vida, versão Brasil. Até video-game eles têm lá! Quando contrataram a minha consultoria pela primeira vez, um dos diretores andava de Pegeout 208, e o outro de Honda Civic 1999! Para fins de evolução, em 5 anos mais ou menos, um dos diretores já anda de Porsche Panamera. Enfim, de qualquer forma, o sistema de comunicação da rede UNIFI é tão robusto que eles sequer precisam de qualquer tipo de suporte para as coisas funcionarem. Eles já me autorizaram a filmar toda a infra-estrutura layout físico e lógico (organização dos CPDs e disposição dos AcessPoints), e apresentar como case de sucesso no site da UNIFI. Tenho que contratar um video-maker para fazer o meu merchandasing. Arrumar tempo.... ---- Quem adivinhar o que realmente dá dinheiro de verdade no Youtube, ganha um doce.
  13. O meu Golf, definitivamente, não gosta da Petrobras! Na verdade, ele nunca gostou! Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  14. Redes Wireless é uma das poucas tecnologias aonde se encontram resultados que podem ser bastantes equivocados. O sistema de distribuição do sinal wireless é muito mais complexo do que podemos imaginar. A grosso modo devemos considerar que o sinal wireless deve atingir o alvo sempre em linha reta. Portanto, no caso do @anghinoni, o raciocínio dele é correto: se o alvo é a garagem, os verdadeiros osbstáculos serão as lajes e seus respectivos revestimentos. O sinal wireless jamais fará uma curva inteligente, pela janela, para encontrar o alvo (câmera na garagem). A solução que o @anghinoni utiliza ainda é praticamente o que há de mais confiável, responsivo e estável no mercado de rede sem fio. É praticamente o que utilizo em minha residência também. Aqui na minha residência: Modems==> Draytek Firewall==> Unifi Dream Machine ==> Switch Unifi ==> Access Point Unifi. Essa questão de propagação de sinal de rede wireless para alvos protegidos com obstáculos altamente densos (concreto, vidro, mármore, ect), em tese, será resolvida com a nova gama de dispositivos que estão chegando ao mercado, e que utilizam a novíssima tecnologia de transmissão WIFI6. O Wi-Fi 6 suporta MU-MIMO bidirecional para os recursos de uplink e downlink. Basicamente o WIFI6 é onisciente em relação a todos os dispositivos dentro da rede wireless particular, ou seja, pode criar a pistas de comunicação exclusivas entre ele e o alvo, o que aumentará significativamente a velocidade de comunicação, ao tempo que reduzirá enormemente as colisões de pacotes e a necessidade de retransmissões de pacotes por falhas de entrega e recepção. No WIFI5 (mais comum) existe fila para comunicação, no Wifi6 não. De qualquer forma, os custos de implantação de uma rede WIFI6 ainda são relativamente elevados. Para ter um real benefício dessa tecnologia, tanto os Access Points quanto os dispositivos alvos devem operar com chips WiFi6 também.
  15. Funciona! Não deixa de ser impressionante. Mas não sei se ela usou a segunda câmera (da garagem) como alguma ponte mesh.