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  1. Kilometragem adulterada?

    E a do user anterior, 24KKm. Conheço outro proprietário, de GTI, também de 2014, cujo odômetro não alcançou nem 8.000Km . O carro está no Brasil e o proprietário mora, a maior parte do ano, na Inglaterra. Ele é meu cliente. Evidentemente o @anghinoni continua se equivocando. Quilometragem por si só, não significa absolutamente nada a respeito do histórico real de uso do veículo. Se eu fosse comprar um GTi estaria muito mais preocupado em saber aonde e quando foram realizadas as revisões, se sofreu algum dano por batida, e que peças de desgastes foram já substituídas. Fazer teorias de conspiração em cima da quilometragem do veículo é pura perda de tempo. Certa vez comprei um Fit de 160KKm. Na vistoria, cada vez que eu perguntava sobre um componente e o proprietário saltava sorridente "é peça aindao riginal!", automaticamente eu ia reduzindo R$ 350,00 do valor original. No final das contas, depreciei em cerca -R$ 3.000,00 sobre o valor que ele pretendia me vender. Depois de comprado, ainda na primeira semana, teve que me reembolsar mais R$ 2.000,00 por conta das bobinas que apresentaram falhas que prejudicavam o funcionamento regular do motor. Foi um excelente negócio, um Fit de 160KKM com R$ 5.000,00 de peças zeradas.
  2. Kilometragem adulterada?

    Nada pode ser descartado. Uma mudança brusca no perfil do pneu também poderia causar distorções. Claro que a variação registrada no GTi em questão foge aos limites de razoabilidade. O FIT da minha namorada, que veio com pneus diferentes (maior) que o padrão da fábrica, regista tanto a velocidade quanto a Km total de forma absolutamente incorreta. Algo em torno de 11% acima do que deveria ser o normal.
  3. Kilometragem adulterada?

    Não existe nenhum sistema inviolável. O que existe, de fato, é um nível mais elevado de dificuldade para inibir esse tipo de fraude. As BMWs, por exemplo, sei que gravam a KM em vários módulos para o cruzamento e validação de de futura auditoria. O Golf, salvo engano, tem uma bateria extra dentro da buzina. Ela aciona, e mantem a buzina apitando se ocorrer uma tentativa de corte de energia para silenciar o sistema de alarmes. Nada impede que a bateria da buzina fosse utilizada, também, para manter eletricamente alimentado algum outro módulo de coleta de dados. Mas quem trabalha com isso, mesmo com todas as dificuldades impostas, parametriza módulo por módulo até concretizar a fraude.
  4. Kilometragem adulterada?

    Muito equivocada essa sua conclusão. Existe a possibilidade de o GTi ter sofrido algum reparo e que envolveu a substituição de algum módulo eletrônico, ao longo dos anos, mas que pode ter sido incorretamente parametrizado. Outrossim, também, poderia tratar-se de mais um Golf Frankenstein (peças de reposição by Mercado Negro, Mercado Livre) se revelando. Porém, e partindo da premissa de proprietário e históricos de manutenção ilibados, uma troca completa da mecatrônica poderia muito bem influenciar nos díspares dessa leituras. De uma coisa tenho certeza, o Golf deve ter uma Easter Egg para descobrir esse tipo de de adulteração. Ou você acha que eles teriam cuidado e tanta preocupação para criar as proteções de componente e ignorariam completamente a possibilidade desse tipo de fraude?
  5. Bateria - Fim da Vida Útil

    Qual é o modelo dessa bateria?
  6. Bateria - Fim da Vida Útil

    E há outro detalhe que esqueci de mencionar: essas baterias veiculares foram concebidas para funcionarem a base de vibração, que é o que se espera com o funcionamento regular do veículo. Não são baterias estacionárias, essas projetadas já para sofrerem ciclos de descarga profundos, e compostas por materiais internos nobres e placas de chumbo mais espessas. O material químico da bateria veicular, inclusive, depende intrinsecamente da vibração absorvida pelo corpo da bateria para satisfazer a reação química. A tendência da bateria veicular, enquanto parada (longo prazo), apresentar problemas é infinitamente maior.
  7. Bateria - Fim da Vida Útil

    Você também correria o risco de comprar uma bateria EFB, já com o tempo de meia vida comprometido. O material interno sofre, naturalmente, a degradação química e vai perdendo a eficiência. Por isso, aconselho a sempre observar a data de fabricação. Quanto mais recente, melhor. O aconselhável, segundo a indústria, é colocar as baterias de chumbo em uso até 3 meses após serem fabricas. Quem tem bateria EFB em estoque, tenho absoluta certeza que é bateria velha já. O custo final dela não promove corretamente o giro de estoque.
  8. Há algum tempo estou acompanhando o canal do Diego Faustino. O cara comprou um GTi com o motor literalmente destruído por uma preparação mal sucedida, e decidiu reconstruir o brinquedo do zero. Muito tempo e muito dinheiro. O rapaz não é engenheiro, mecânico ou coisa parecida. É piloto de moto, mas meteu a mão na massa. O legal do canal é que ele mostra detalhes do motor, e avança os passos com uma certa velocidade nas edições. Errou várias vezes e acertou também, na montagem, mas não desistiu. O maior erro dele foi pensar que o motor do GTI é um grande bloco de legos. A saga de montagem do motor desse GTi é muito interessante. Spoiler1: A turbina original vai estourar depois do remap. Spoiler2: a bomba d'água vai vazar. A saga começou Julho e está rolando até hoje. Esse é o primeiro episódio:
  9. Por enquanto, na minha mente, a história da carbonização do motor de 170KKM segue assim: Sigo sem reação...
  10. Uma curiosidade aqui: Como é que eu faço para descobrir se o motor do Golf atingiu o ponto crítico de carbonização, situação que exigiria a manutenção corretiva antes de colapsar? Em tempo: Nunca utilizei aditivo adicional no combustível: acredito no poder do detergente da gasolina e nas 50ppms de enxofre. O óleo do motor praticamente já experimentei de todas as marcas: nas trocas, saíram (saem) preto igualmente a cor de carvão.
  11. PROBLEMAS NO GOLF MK7 1.4 ALEMÃO MANUAL

    Há um mito em cima do Golf de origem germânica. Endeusam esse Golf como se fosse a última bolacha do pacote. A frase corriqueira é: o Golf alemão é o melhor. Particularmente penso que o Golf Alemão (primeira das levas MK7) tem uma tendência muito maior a apresentar problemas no acabamento e outras falhas de componentes. Não atoa (e coincidentemente) todas as vezes em que estive no concessionário autorizado para realizar as trocas de óleo, havia sempre Golfs Alemães parados: ou era bateria, ou era mecatrônica, ou era a embreagem. Por ser proprietário do Golf MK7 Alemão "o melhor", no período da garantia me senti obrigado a invocar mais de um vez a VW, como segue: 1 - Descascamento do cromado da base da Manopla do câmbio - Status: Atendido e substituído por outra peças com evidente melhoria de qualidade 2 - Falha de fabricação no mecanismo plástico de travamento de montagem da maçaneta passageiro - Status - Atendido depois da 3ª reclamação, e substituído por outra peça exatamente nova e idêntica. 3 - Falha completa da Bateria EFB - Negado: Segundo a VW e o concessionário autorizado a garantia da bateria era de apenas 1 ano. 4 - Rachaduras nas lentes direita e esquerda do farol de neblina, parecendo craquelamento - Negado - Segundo o concessionário autorizado eu atropelei várias pedras. Fora da garantia: 5 - Falha constante no sistema de embreagem aos 135KKM- Substituído ao custo de R$ 5.000,00. 6 - Computador de bordo acusando problemas com a terceira luz de freio - Está funcionando, vou substituir apenas quando ela queimar. Vou continuar convivendo com o triângulo amarelo de alerta no painel do Golf. -- Beirando os 170.000Km, e após 5 anos de uso intenso, mesmo tendo sofrido 4 colisões, posso dizer que o saldo geral com o Golf ainda é positivo. Rodo com ele todos os dias e ainda não tenho do que reclamar.
  12. Caro é tudo aquilo que não se paga, ou te prejudica de alguma forma. E dou-lhes exemplo que eu me lembro por alto: 1 - Quando o mecânico repõe com água da torneira, e muito acima do limite máximo do reservatório do veículo, esse serviço foi caro. 2 - Quando o mecânico repõe óleo de motor e muito acima do limite máximo recomendado, esse serviço foi caro. 3 - Quando o mecânico espana, por excesso de torque, a rosca do parafuso do cubo de roda do veículo, esse serviço foi caro. 4 - Quando o mecânico condena os discos de freio sem auxílio de uma ferramenta como o micrômetro, só à base do achismo, esse serviço foi caro. 5 - Quando as bobinas do Golf, após vencer a vida útil, encontram-se completamente coladas, por neglicencia do mecânico que não utilizou o anti-seizing, esse serviço foi caro. 6 - Quando o mecânico “tenta” realizar a troca de óleo do seu veículo usando um recipiente sujo (com insetos) pra preencher o óleo do seu motor, esse serviço foi caro. 7 - Quando o mecânico tenta remover pecas do seu veículo usando o método de tentativa e erro (em vez de consultar o manual técnico), foi um serviço caro. 8 - Quando o mecânico tenta aplicar alinhamento e geometria do Golf MK4 no Golf MK7, alegando que “é tudo igual”, esse serviço foi caro. 9 - Quando você sofre uma colisão, aciona o seguro, esse paga cerca de R$ 10.000,00 pelo reparo. Tu espera 2 meses para receber o veículo de volta, mas com o para-choques visivelmente desalinhado, esse serviço foi caro. 10 - Quando o fluído de freio do seu veículo, que faz religiosamente (e somente) as revisões em concessionário autorizado vence, e você só percebe 1 ano depois, esse serviço foi caro. 11 - Quando o mecânico tenta manobrar o seu veículo enquanto o freio-de-mão está acionado (e persiste), fritando a sua embreagem, esse serviço foi caro. 12 - Quando você se sente obrigado a assistir todas as revisões por falta de confiança no “know How” do mecânico, esse serviço é caro. 13 - Quando torqueiam as velas de ignição, à base do muque e da experiência, esse serviço foi caro. Até hoje eu não consigo entender porque o serviço do concessionário autorizado precisa ser tão caro. Aliás, estou para marcar uma conversa com o diretor da Saga Brasília para encontrar essa resposta. Quando a conta da incompetência chega quem se fode é sempre o proprietário do veículo.
  13. Faça o que achar que é o mais correto. Particularmente, quando não estou satisfeito com algum serviço ou produto, faço questão de tomar explicações como os seus responsáveis. Não sendo resolvido vou atrás de instrumentos legais, e que possam me auxiliar. Na minha opinião a sinergia entre o cliente e o prestador de serviços deve sustentar-se em 2 pilares básicos e que ficam acima do dinheiro: transparência e honestidade. Sou defensor da máxima que afirma que o "combinado não sai caro". Se a solução para resolver o problema do nhec, nhec do Golf custasse R$ 10,00 ou até 10.000,00, previamente combinado, nunca estaria caro. O site ReclameAqui é uma poderosa ferramenta que auxilia diariamente milhares de consumidores, ao tempo que é um bom termômetro para avaliar a qualidade e as soluções apresentadas nas mais diversas empresas. Noutra óptica, externar a sua insatisfação (quando bem fundamentada) também é uma forma de contribuir para o crescimento de empresas sérias e corretas. Eu não acredito em auto-conscientização. Afinal de contas, enquanto ninguém reclamar é porque, obviamente, está tudo certo, tudo correto, tudo lindo, e tudo maravilhoso. Em tempo: Eu já sofri com o concessionário autorizado. Não recomendo nenhum da VW.
  14. Li tudo. Teu relato também me pareceu verossímil. Vejo fortes evidencias de que essa High Torque também vendeu-lhe um peixe da forma que não lhes compete. Nada tenho contra o valor da solução, nem tanto contra a qualidade dos diagnósticos executados, mas a falta de transparência para a autorização de valores que não foram previamente acordados deixou-me indignado. O @Brunomri nos alertou e, novamente, a situação da falta de transparência/autorização para os valores de serviços/peças se repetiu. O relato precisa subir urgentemente para o ReclameAqui, para alertar os novos e antigos consumidores. Esse ciclo vicioso (do custe o que custar) precisa de um freio urgentemente.
  15. Faz o favor de, discretamente, fotografar o boletim da VW e compartilhar aqui no Fórum. Dá o "migué" básico e diga que você é apenas um mero curioso e que pretendo ler a nota técnica algum dia na vida. Dependendo do que for, vou aplicar a correção no meu meu veículo também. Esse enigma precisa ter um fim.