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  1. Hoje eu estava observando o site reclameaqui, e fiquei surpreso com a quantidade de respostas de reclamações que a VW está assumindo na plataforma. Lembro que há alguns anos eles simplesmente não respondiam às reclamações dos clientes, principalmente as relacionados ao câmbio DSG. Parece que começaram a dar a devida atenção à plataforma reclameaqui desde meados de 2020. Estava vendo que estão colocando uma resposta meio que padronizada para os Golfs que estão fora de garantia. Por exemplo, como no caso abaixo de um Golf DSG de 2014. Fiquei curioso em descobrir como está sendo o custo do reparo agora, ou se estão assumindo o B.O por conta de processos que perderam judicialmente. De qualquer forma, estão respondendo mesmo
  2. Eu achava que a V12 de Brasília fosse homologada para fazer a revisão desse carro, mas não é. Foi bom que bati um papo com o gerente de lá, e ele me contou como foi o treinamento para apresentar o GTE, coisa e tal. Pegou o chassi do pretenso GTE, decodificou no sistema, e disse que foi realizado apenas a primeira revisão, aos 12.265Km, na Brasal, ou seja, até excederam o limite para a primeira troca de óleo. Que somente a Brasal, no DF inteiro, tem homologação para fazer qualquer revisão nesse carro, e que apenas 1 único mecânico deles está certificado pela VW. Que a Brasal passou por uma reforma exclusiva, e homologou junto à VW um Box exclusivo para os GTEs. Que para fazer uma simples revisão o carro fica lá o dia todo porque a VW impôs uma série de protocolos que devem ser seguidos à risca: aterramento de segurança, luva de proteção norma não sei o quê, ferramental exclusivo, entre outros. Que é terminantemente proibido para qualquer outro concessionário oficial do DF fazer qualquer tipo de intervenção corretiva no GTE, dentro ou fora da garantia. Outra coisa que ele me disse é que mesmo sem ter realizado as revisões no concessionário autorizado, retornando as manutenções para a Brasal que ele acreditava ser muito difícil que a VW recusasse qualquer tipo de reparo ou garantia de peças do GTE porque ele é uma vitrine tecnológica deles aqui no Brasil e última coisa que a VW quer é alguém espalhando qualquer B.O do GTE na imprensa. Chegou a falar que tinha convicção, de 99,9% de certeza, e até me passou o nome do gerente da Brasal para eu ir lá conversar com ele e com o mecânico credenciado pela VW. Óbvio que não acreditei que a VW vá fazer isso com um carro que está até com pneus fora de homologação, e que sequer faz a revisão obrigatória com eles. Aproveitei e perguntei como estavam resolvendo a questão dos DSGs, e ele foi franco ao falar que o negócio é problemático, e que não estão conseguindo solicitar garantia de fábrica para os DSGs 2013/2014/2015. Que está sendo loteria a resposta da VW, pois no mês passado junho até conseguiram 1 cortesia para um Golf 2015 que rodou apenas 60.000Km e que estava com as revisões em dia. Enquanto outras 5 unidades 2014/2015, também com revisão em dia, foram sumariamente negadas à garantia.
  3. Fui ver o GTE da Unidas, posto à venda aqui em Brasília. Mesmo sendo Golf geração MK7 com facelift, não tem como não ficar apaixonado. O GTE É absurdamente tecnológico. Só vendo de perto e dirigindo para entender. Considerei ele, no modo GTE, até mais forte que um GTI que já testei. O carro se transforma em uma máquina furiosa se você pressionar o botão "GTE" e pisar no acelerador: os 2 motores se combinam e a mágica da engenharia acontece. Que máquina formidável! Num teste-drive de 5Km, mais ou menos, testando o motor elétrico e entrando em modo GTE umas 3 vezes, ele acabou o percurso em 27km/L. Do jeito que costumo dirigir deve fazer fácil 80km/L nas pistas de Brasília. O modo elétrica deve alcançar uns 70km autonomia por aqui. O que brochou a minha possível compra foi o fato de que o carro não possuirá qualquer garantia da VW. Nem na bateria, que seria de 8 anos (2028), pois as revisões obrigatórias a UNIDAS faz em oficina própria. Apenas fizeram primeira revisão autorizada, aos 12.000Km, e nada mais é que uma simples troca de óleo ao custo do material (óleo). As 3 primeiras revisões do GTE eram sem custos na autorizada: só troca-se o óleo do motor à combustão. E pasmem, só fizeram uma revisão, e o GTE à venda estava agora com 31.000Km. Um fato interessante é que veículo híbrido ou elétrico são absolutamente isentos de IPVA no DF. Sem contar que 100% dos shopping tem vagas de estacionamento exclusivas com carregadores gratuitos para elétricos ou híbridos plugIn. Isso mesmo: tu estaciona numa vaga exclusiva e ainda carrega a bateria de graça! Outro fato: A UNIDAS pagou R$ 140.000,000 (UNIDADE) no lote com 60 Golf GTEs, em 2020. Eu conseguiria comprá-lo por R$ 195.000,00 junto a Unidas. Ofertei R$ 180.000,00 e cheguei nos na proposta de venda R$ 195.000,00. Mas sem garantia da VW, estou fora desse negócio! As partes que grifei de vermelho são típicas de manutenção provocadas por mal uso do carro. Trocar um jogo de pneus aos 30.000Km, de 2, uma: ou moeram ele no asfalto, ou negligenciaram alguma coisa (alinhamento ou balanceamento) que fez o desgaste ficar absurdo. Ou a marca do pneu original não prestava. E mais: trocaram por pneus Harmonic 203, que não são de tecnologia runflat.
  4. Baixa quilometragem não significa que o veículo esteja em perfeitas condições de uso. Um carro "mais rodado" que tem um dono cuidadoso pode estar melhor conservado que um carro que ficou muito tempo parado ou que rodou poucos quilômetros, porém, em condições mais severas (trânsito engarrafado ou pistas ruins) e sem os devidos cuidados. Já vi carro com menos de 50.000Km e praticamente destruído, e carro com 300.000km que parecia que havia acabado de sair da fábrica. O contrário também é válido pois tudo é muito relativo aos cuidados do proprietário. Um fato interessante é que veículos que rodam muito pouco (menos de 3km dia, por exemplo) provocam desgastes de peças até 3X maiores que veículos que rodam longas distâncias. O motor de qualquer carro precisa de certo tempo de funcionamento para aquecer o óleo (e outros fluídos) à temperatura ideal para posteriormente lubrificar corretamente as suas engrenagens. É muito comum encontrar veículos de baixa quilometragem e com a manutenção negligenciada: óleo e fluídos vencidos, e até pneus vencidos, por exemplo. Existem manutenções que sao realizadas de acordo com a quilometragem percorrida, mas muitas devem obrigatoriamente ser realizadas por tempo. Considero mais sensato, independente da quilometragem do veiculo, obter informações sobre possíveis colisões sofridas, manutenções obrigatórias como preconiza o manual do veículo, as manutenções corretivas, que peças já foram substituídas e suas respectivas garantias, estado geral dos pneus, tipo de combustível utilizado, além do estado visual geral. Te digo uma coisa: hoje se eu encontrasse um Golf 1.4L Tsi, que sofreu remap, sendo ofertado abaixo ou acima da tabela Fipe, com baixa ou alta quilometragem, tanto faz, eu simplesmente nem perderia meu tempo olhando o carro, mesmo que ele não tivesse um único arranhão. E com relação a duração do motor, também não preocupe. Meu Golf está aqui firme e forte, com 9 anos e 240.000Km. Nem o motor e nem a turbina explodiram! Se está carbonizado não faço a mínima ideia, a manutenção garanto que está em dia. Esses dias estou tendo que levar a minha namorado ao trabalho (bateram no carro dela) num percurso de 21Km ida e 21km volta. Ela fica de queixo caído com o velho Golf, de 240.000Km, entregando coisa de 20km/L de autonomia nesse percurso.
  5. Mas é o que você disse: tem que trocar obrigatoriamente o fluído do câmbio do Fit a cada 40kkm, senão é certeza de problema. Isso é simplesmente um ritual sagrado para o câmbio do Fit G1 CVT. Parece que ele opera totalmente sem filtro. Tem outras viadagens também, como a regulagem de válvulas a cada 80kkm e as bobinas que morrem antes de completar os 100.000Km.
  6. Vendi um CVT guerreiro. O câmbio estava com 290.000Km. E, de fato, precisava de manutenção. Eu estava plenamente ciente disso. As vezes ele dava umas cacoalhadas (parecia que tinha alguma coisa solta) em manobras de ré, ou quando estava na fase fria. E meio que ameaça pular o carro porque ficava nervozinho.. Mas isso só em baixíssima velocidade, enquanto frio. Levei num especialista e ele disse que provavelmente era o volante do motor, pois o câmbio lhe parecia íntegro, apesar de não ter desmontado nada. Para desmontar e verificar, salvo engano, era R$ 3.000,00. Esse problema ficou persistente por uns 6 meses. Então decidi vender o carro, mas alertei ao dono do tal problema, e que mesmo assim eu rodava com o carro. Na época vendi por Fipe menos R$ 1.500,00 a título de bônus para o reparo, pois de resto ele estava com integridade de 99,9%. Vendi para conhecido. Para provar a força do motor fiz questão de subir o carro numa ladeira (3 ocupantes) só para mostrar que ele não perdia força alguma. 2 Anos depois vou lá visitar o amigo. Surpresa: ele nunca mandou arrumar o câmbio. Disse que se acostumou, e o "problema" não o incomodava. Tanto que já viajou várias vezes no carro. O Fit estava com 375.000km. Mas, no meu entendimento, deveria ser feita alguma manutenção no carro: ou no câmbio ou no tal volante do motor. Vendi porque o carro era de 2008, e já tinha dado o que tinha que dar. Mas o câmbio e motor dele dele é nitidamente melhor que o motor do outro Fit de 2 geração que tenho. O Fit G1 era ótimo para atingir velocidade: gritava no giro e puxava com vontade. Mas não era tão bom para engarrafamentos: faltava suavidade. Já o G2 é excelente para engarrafamentos (trabalha suave na nave, e sem tremedeira nenhuma) mas para atingir velocidades rapidamente ele é um porre: grita, grita, grita e não desenvolve direito, mesmo com 5 marchas. O G2 é bonitinho mas ordinário. o G1 era feinho mas valente. Assim que possível vou trocar esse G2 no G3 CVT.
  7. Na verdade não creio muito que a abraçadeira de aço simplesmente quebrou do nada. Pego estradas de terra e pistas vicinais, que podem ter contribuído para a quebra prematura ao longo dos anos. Lugares que muitas vezes obrigam o Golf a ficar com até 3 pneus em contato com o solo, por falta de uniformidade de terro. Pode se dizer que abuso da rigidez torcional. Aliás, ela quebrou justamente 1 dia depois de eu ter voltado de Alto Paraíso, onde numa das fazendas que visitei (aonde fica o acesso ao vale da Lua) fui obrigado a pagar uns esporros para o responsável pelo local pois claramente o estado das estradas dentro da fazenda não comportava tráfego de carros pequenos. Os proprietários estavam cagando para isso, queriam mais e só arrecadar os R$ 40,00 por cabeça dentro do carro, e com zero de investimento de infraestrutura. Tanto que nunca mais voltei ao local, e nem pretendo meter o Golf lá de novo. Não vale a raiva.
  8. Gosto é igual joelho, e cada um tem o seu. O Passat é sim um carro acima de todas as expectativas e muito confortável, mas o design externo de "tiozão" dele não me apetece a alma. Talvez por causa do alto dos meus 41 anos, e sem filhos. Também tem a questão da dimensão avantajada demais do Passat que certamente me atrapalharia com agilidade para estacionar. As vezes tenho que estacionar em locais diferentes, umas 10 vezes por dia, e muito deles em vagas apertadas. Meu Golf está praticamente 240.000Km, e foi comprado em 2013. Com essa quilometragem expressiva de trabalho, posso falar dele com total propriedade de conhecimento e causa: o Golf MK7 é uma máquina incrivelmente robusta. Não posso dizer que tive "sorte" porque já rodei com ele até em cenários de pistas bem hostis para as quais muitos proprietários de Golf me rotulariam de louco, e não passei nem perto e nem longe de destruir o carro. Meu MK7 é de câmbio manual e eu só posso rasgar elogios sobre o funcionamento dele. Aliás, eu consigo atingir a sexta marcha em coisa de pouco menos de 10 segundos aqui em Brasília porque o trânsito daqui pede que seja assim: pista plana e trânsito fluído. Em Brasília dá para resolver tudo com agilidade, pois a velocidade média das vias é de 80km. Costumo atingir, todos os dias os meus 110Km/h. Pensa o quanto e prazeroso ter um carro manual como o Golf por aqui. Talvez as pistas de Brasília ajudem na maximização e conservação das peças do meu carro. Tanto é que os amortecedores dele ainda são os originais de 2013. As únicas 2 peças que de fato falharam (quebrou) nesses 240.000Km, foi o corpo de borboletas e a bomba dágua. A bomba d'água, aliás, nem chegou a falhar, mas troquei por conta da identificação de um micro vazamento. Na verdade, teve o botão de áudio da central Mib1, botão volume+ e o ventilador do ar-condicionado que foram para prego também, e eu os substituí. O restante das peças foram substituídas por manutenções programadas. Com relação aos mimos, o meu Golf é o Mk7 Highline Pobre Edition porém consigo usufruir, com plenitude absoluta, os 100% dos recursos dele. Como não tenho parâmetros de uso de outros mimos (banco elétrico, aquecimento de banco, lane assist, auxiliar de estacionamento, etc), não tenho como questionar a real necessidade deles num veículo apesar de ter total convicção de que esses recursos são absolutamente inúteis para mim pois já os experimentei em outros veículos, e não enxerguei os reais benefícios. Minha ideia ao ter optado por comprar o Golf em 2013 era permanecer com ele por 10 anos, e está se cumprindo. A essa altura, em 2022, eu esperava que o carro estivesse bastante moído: motor contaminado e fraco, pintura zuada, cheio de ruídos, bancos e volante todos lascados, algumas eletrônicas funções falhando, até porque comprei-o com o propósito de ser utilizado exclusivamente como uma máquina de trabalho. Estou mordendo a língua pois tenho peças de reposição guardadas há anos como os amortecedores. Confesso que não sou aficionado (nem um pouco) por mantê-lo limpo até porque pego estrada de terra todo final de semana. Mesmo assim o carro quando está limpo (fora os detalhes de batinhas) parece que acabou de sair da fábrica. No mais, eu teria apenas 3 motivos para trocar o Golf Mk7: 1 - Se o trânsito ficasse ruim, a ponto da velocidade média passar para menos 40km/h, o que me faria optar por um veículo de câmbio automático sem pestanejar. 2 - Se o consumo de combustível fosse elevado (10km/L), o que me forçaria a optar por um veículo com autonomia melhor pois rodo bastante durante o ano. Imagina o custo com gasolina para concluir os 240.000Km trabalho do motor. Ele está rendendo ainda os 17km/L (850km/tanque), e chegando a atingir até 22km/L em alguns percursos, o que é simplesmente formidável pela idade do carro. 3 - Se o seguro recusar a renovação por conta da idade dele (10 anos). Esse ano 3 seguradoras recusaram de enviar proposta. ------------------ Não descarto a possibilidade de trocá-lo no Golf Variant 2018 (não DSG!!!!) caso o cenário 3 ocorra. Faria com remorsos mas certamente sem medo de ser feliz. Minha grande aposta ainda são os veículos de tecnologia híbrida de combustível..
  9. Sou suspeito para falar, apesar de que não estou com a mínima vontade de trocar de carro no momento. O Golf ainda me satisfaz com o seu propósito de ser uma máquina robusta ao tempo que também oferece recursos de segurança muito acima do que temos atualmente no mercado. Fora isso, os valores para veículos novos estão em patamares surreais. Não bastasse isso, perderam bastante a qualidade de materiais de acabamento. Com as reviravoltas que estão ocorrendo nas economias do globo, as contas estão ficando difíceis de fechar em todos os setores da economia. Montadoras estão fundindo-se, marcas estão desaparecendo, qualidade de muitos produtos está decaindo. Acho loucura quem pretende trocar de carro nesse cenário econômico atual do Brasil, e sem uma justificativa muito boa que não seja o simples desejo de consumir. Só continuo alimentando mesmo são os planos de mudar o formato da energia de propulsão do meu carro. Há muito tempo tenho pensado em partir para a tecnologia híbrida, e acho que a Guerra da Ucrânia fará com o mundo acabe acelerando essa tomada de decisão. Sou suspeito para falar sobre qual carro escolheria porque alimento a premissa de que "melhor que um Golf, só outro Golf". Aliás, o Golf MK8 está entre nós....
  10. Uma curiosidade: Por acaso bateria foi substituída com o motor do veículo ligado?
  11. Há prós e contras. O pedal da embreagem dele é um tanto quando pesado (devia ser 30% menos pesada). E dura pouco. Eu me acostumei, mas Deus me livre de ter que ficar guiando o Golf em uma cidade com o trânsito zuado. Quando eu digo que a embreagem dura pouco, é porque, considerando trânsito e layout das pistas de Brasília, não faz sentido nenhum resistir menos que 150.000Km. Isso é decepcionante. Acho que há um mal dimensionamento no projeto. Vou ter que trocar o Kit novamente, com apenas 90.000Km de trabalho. Em tempo: Amigo meu está putaço com a Toro 1.3 Turbo. Tá fazendo 8Km/L andando na maciota. Carro em 17.000Km até hoje não conseguiu atingir nem 9Km/L. Ele tem até medo de dirigir em modo soviético. Depois fui ver que a Toro pesa quase 1,7 Toneladas, e relevei. Mesmo assim achei o consumo dela muito ruim. Esperava pelo menos uns 13km/L e 14Km/L no fechamento do tanque, aqui em Brasília. Aproveitei e dei uma zuada mandando um vídeo do consumo do velho motor do Golf depois que sai da casa dele, distante 50Km da minha residência. Acho que ele não dormiu de tanta raiva…kkk
  12. Eu tive esse problema na minha MIB1. Tentei de tudo, mas não deu certo. Cheguei a entrar em contato com um sujeito que fazia reparos em telas da VW, mas resumidamente o que ele me disse foi que as chances de reparo com sucesso eram remotas. Que nesse caso em específico (falha do botão do volume), ele recomendava a substituição da Tela mesmo. Acabei optando por fazer logo foi o upgrade para a MIB2. Aliás, depois vou publicar um review dela. Foi um upgrade que valeu a pena.
  13. Esteve à venda… vai saber…. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  14. Kkk Enviado do meu iPhone usando Tapatalk
  15. É uma nave espacial. Em tempo: só os inteligentes conseguem ver. Enviado do meu iPhone usando Tapatalk